Tecnovia facturou 250 M€ até Setembro A Tecnovia SGPS, que actua no sector da construção civil e obras públicas, assegurou, no final do passado mês de Setembro, um volume de negócios para 2006 no valor de cerca de 250 milhões de euros (M€), um valor superior ao da facturação registada no ano anterior.
No final do exercício de 2005, a Tecnovia totalizou um volume de negócios de cerca de 230 milhões de euros, o que se traduziu num resultado liquido de 20 milhões de euros. Em comunicado de imprensa, a empresa explica que este crescimento da sua actividade tem sido possível dada a estratégia de gestão adoptada pela empresa. Esta estratégia que passa pelo permanente reforço das competências e das soluções tecnológicas no âmbito das empreitadas de obras públicas que constituem o core-business da empresa, mas que aposta, na internacionalização e na presença noutros segmentos do mercado. No presente, a Tecnovia detém competências específicas nas áreas do imobiliário e do ambiente, produção e reciclagem de materiais, passando por concessões rodoviárias e concessões de parques de estacionamento e até pela construção de relvados sintéticos para futebol e outras modalidades desportivas. Refira-se que, neste segmento dos relvados sintéticos, a Tecnovia é uma das poucas empresas em todo o mundo a ostentar uma das mais exigentes certificações concedidas pela FIFA. Na opinião de Luís Guilherme Costa, administrador da Tecnovia, “A aposta na diversificação de actividades e na internacionalização têm-nos permitido atingir crescentes níveis de volume de negócios e colocam-nos numa posição de menor vulnerabilidade perante as crises ciclicamente vividas em Portugal no sector de obras públicas. Este responsável sublinha também a flexibilidade da estrutura da empresa, o que lhe permite operar em obras de qualquer dimensão. “Hoje, somos uma empresa cada vez mais capaz, cada vez mais especializada nas grandes obras públicas, mas alargámos as nossas competências a muitas outras áreas e marcamos presença noutros países, casos do Brasil, da Roménia e de Angola”, conclui Luís Guilherme Costa. |