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| Prefeitura de Porto Alegre 14/11/08 Ciclovia da Diário de Notícias será inaugurada amanhã A partir de amanhã, 15, os porto-alegrenses já poderão utilizar a ciclovia construída na lateral da Avenida Diário de Notícias, sentido centro/bairro, Zona Sul da cidade. Com 1,5 quilômetro de extensão e 3 metros de largura, o trecho a ser entregue fica localizado entre a Avenida Padre Cacique-Avenida Chuí e a Avenida Guaíba e faz parte do 1º Plano Diretor Cicloviário da Capital. O prefeito José Fogaça estará presente na inauguração, marcada para as 11h, nas imediações do BarraShoppingSul. A obra (piso com blocos de concreto) foi executada pela Multiplan Empreendimentos Imobiliários, parceira da prefeitura, em contrapartida pela construção do BarraShoppingSul. A segunda etapa do projeto prevê a construção de mais 500 metros de ciclovia até a Avenida Wenceslau Escobar. Sonho antigo - O secretário Municipal de Mobilidade Urbana e diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Luiz Afonso Senna, afirma que a iniciativa representa a concretização de um sonho antigo da população. "O espaço reservado para a ciclovia da Diário de Notícias atende antiga reivindicação da comunidade, principalmente dos moradores da Zona Sul. Mas o Plano Diretor Cicloviário dotará Porto Alegre de outras pistas de circulação para os ciclistas, distribuídas em diversas regiões da cidade", informa. O Plano Diretor Cicloviário Integrado identificou 495 quilômetros de ruas e avenidas em Porto Alegre com possibilidade de abrigar ciclovias (com limitação física) e ciclofaixas (sem limitação física). Além da Diário de Notícias, estão previstas ciclovias na Ipiranga (ciclovia universitária), na Assis Brasil e na João Antônio da Silveira (Restinga), entre outras.
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| Câmara de Vereadores de Porto Alegre 24/11/08 Especialista acha viável implantação de ciclovias na Capital O arquiteto holandês Jaap Rijnsburger foi recebido, na manhã desta sexta-feira (21/11), pelo presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador Sebastião Melo (PMDB), acompanhado pelo representante do governo holandês Philippe Schulman, chefe do Escritório da Delegação Comercial Holandesa/RS. Jaap é especialista em desenvolvimento urbano e veio ao Estado a convite do Centro de Transporte Sustentável do Brasil. Na Câmara, ele falou sobre o programa Bycicle Partnership, que incentiva o ciclismo inclusivo e o planejamento do transporte nas grandes cidades da Ásia, África e América Latina, entre as quais Porto Alegre. "A curiosidade me trouxe a Porto Alegre. A cidade está passando por mudanças de paradigmas, e vejo possibilidades de desenvolver aqui esse projeto", garantiu Jaap, que conhece a estrutura da Capital e acredita ser possível a implantação de ciclovias em 490 quilômetros. Ele lembrou que, na Holanda, uma média de 30% do transporte é feito por bicicletas e destacou a importância da conectividade nas ciclovias, para garantir "o conforto e a segurança". O holandês salientou a necessidade de mudança na cultura da população e sugeriu que as associações de ciclistas se envolvam no processo de construção das ciclovias. "A experiência do usuário pode contribuir para que se invista no lugar certo e com os meios certos", disse. Mobilidade O presidente da Câmara Municipal, vereador Sebastião Melo (PMDB), considerou o tema da mobilidade urbana "desafiador em Porto Alegre e no mundo inteiro". Melo ressaltou que o Legislativo já realizou uma audiência pública sobre ciclovias na Capital e está avaliando projeto de lei do Executivo que institui em Porto Alegre o Plano Diretor Cicloviário. A proposta já passou por três comissões e está atualmente na Comissão de Defesa do Consumidor e Direitos Humanos (Cedecondh). "Temos que tirar do papel e transformar (o projeto) em realidade. A visita de Jaap abriu importantes caminhos para o debate", disse, concordando com Jaap que as mudanças culturais são as mais difíceis. "A cidade tem que avançar", completou. Também participaram do encontro a especialista em Medicina Desportiva Giselle Xavier, professora da Universidade de Santa Catarina, onde coordena o programa de Extensão e Pesquisa sobre Mobilidade Ativado, e os vereadores Guilherme Barbosa (PT), Elias Vidal (PPS) e Mauro Zacher (PDT). Jaap Rijnsburger também deve ser recebido, nesta tarde, pelo secretário de Mobilidade Urbana Luís Afonso Senna, da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
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| Jornal do Comércio 18/12/08 Plano de ciclovias de Porto Alegre é apresentado em Brasília O prefeito José Fogaça apresentou na tarde de ontem, em Brasília, a proposta do Plano Diretor Cicloviário Integrado de Porto Alegre. Acompanhado pelo secretário municipal de Mobilidade Urbana, Luiz Afonso Senna, Fogaça participou de audiência com o ministro das Cidades, Márcio Fortes, e com o secretário nacional de Transporte e Mobilidade Urbana, Luiz Carlos Bueno. Desenvolvido a partir de diagnóstico técnico da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), o projeto tem como objetivo incentivar o uso de bicicleta como nova alternativa de transporte, integrando ciclovias ao sistema viário existente na cidade. De acordo com o estudo, foram identificados 495 quilômetros propícios para ciclovias e ciclofaixas em diferentes regiões da cidade. Fogaça destaca a relevância da iniciativa para a qualificação da mobilidade e do transporte público, especificamente no trânsito da Capital, onde circulam aproximadamente 600 mil veículos para uma população de cerca de 1,45 milhão de habitantes. Para a elaboração do plano, foi realizado um levantamento das vias, com cerca de 700 quilômetros percorridos em bicicleta. O projeto contou com a participação de ciclistas e representantes de organizações não-governamentais (ONGs) e entidades representativas de ciclistas. Conforme dados da EPTC, o uso da bicicleta em Porto Alegre atinge menos de 1% da população. Integram o Plano Cicloviário as avenidas Ipiranga, Sertório, João Antônio da Silveira, na Restinga, Edvaldo Pereira Paiva (Beira-Rio), Diário de Notícias e Vicente Monteggia, na Vila Nova. A previsão é de que a rede de ciclovias seja consolidada ao longo dos anos, a partir de investimentos públicos e privados, via compensações ambientais e doações, por exemplo. De acordo com Senna, cada quilômetro deverá ter um custo médio de R$ 150 mil. Elaborada conforme as diretrizes estabelecidas no Código Brasileiro de Trânsito e no Plano de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (PDDUA), a proposta tramita na Câmara Municipal desde junho, quando foi entregue pelo prefeito ao presidente do Legislativo, Sebastião Melo. O projeto já passou por três comissões e está atualmente na Comissão de Defesa do Consumidor e Direitos Humanos (Cedecondh). Neste período, também já foi realizada uma audiência pública sobre ciclovias na Capital.
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| Site Porto Alegre 2014 17:19 19/03/2009 Câmara ouve Trensurb sobre os planos para implantação da Linha Copa do metrô Se o crescimento da Região Metropolitana de Porto Alegre já exigia a necessidade de uma linha de metrô subterrâneo, os desafios da mobilidade urbana aumentam com a possibilidade de a capital gaúcha ser escolhida uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014. Assim, nada mais natural do que vários setores se mobilizarem pelo metrô. Dentro desta proposta a Câmara de Vereadores de Porto Alegre recebeu, nesta quinta-feira (19/3), em sua primeira sessão ordinária após alteração do Regimento Interno, representantes da Trensurb, da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e da Secretaria de Gestão e Acompanhamento Estratégico para discutir o tema da implantação da linha 2 do metrô na Capital, a chamada Linha Copa. LINHA COPA TERÁ 19 ESTAÇÕES E 22,8 KMs e 44 TRENS O superintendente de Desenvolvimento e Expansão da Trensurb, Humberto Kasper, fez um breve histórico do planejamento da Linha 2, lembrando seminários feitos na Câmara sobre o tema. Kasper explicou que a primeira fase da Linha 2, chamada de Linha Copa, foi reforçada após o anúncio de que a Copa do Mundo de 2014 será no Brasil, tendo 22,8 quilômetros de extensão, 19 estações e adequação à rede estrutural de ônibus. A conclusão da obra, que deverá ter 44 trens de quatro compartimentos cada, com capacidade para 760 passageiros, está prevista para 2013. O início será no Centro, passando pelas avenidas Borges de Medeiros, Azenha, Bento Gonçalves, Agronomia, Estrada João de Oliveira Remião e Avenida Manoel Elias. Segundo Kasper, serão necessários R$ 3 bilhões para viabilizar a primeira fase. CONDIÇÃO: PORTO ALEGRE SER SEDE DA COPA PARA BUSCAR RECURSOS O projeto completo da Linha 2 do metrô, conforme o superintendente, é de uma rede circular com 37,4 quilômetros, que contará com 31 estações e atenderá 32 bairros, totalizando 13 municípios da Região Metropolitana, universidades, escolas, hospitais e shoppings. A previsão é de que, em 2023, o metrô atenda 400 mil passageiros por dia. “Precisamos da definição se Porto Alegre vai integrar a Copa, pois é uma condição para buscar investimentos”, avaliou. SENNA AFIRMA QUE DISCUSSÃO SOBRE LINHA 2 ESTÁ BEM ADIANTADA O secretário de Mobilidade Urbana Luiz Afonso Senna disse que considera a implantação de uma linha de metrô importante para todas as grandes cidades do mundo que buscam alternativas de mobilidade urbana. “O sujeito que for contra o metrô está com problema mental”, disse. E acrescentou: “A prefeitura é a maior interessada nessa obra”. Senna lembrou que o metrô é um transporte de massa sustentável e sua implantação representa o sonho de consumo de qualquer gestor público. “Estou com a picareta na mão e pronto para começar a obra”, disse o secretário. Senna informou aos vereadores que a discussão sobre a linha em Porto Alegre está em estado adiantado entre os governos federal, estadual e municipal. “Falta agora tratar dos detalhes dos projetos de engenharia e as articulações que precisam ser feitas para começar uma obra deste porte”. O secretário disse ainda ratificar todas as informações passadas pelo superintendente do Trensurb, Humberto Kasper, “É sonho de consumo de qualquer gestor público dar início a obra como a do metrô”. Além de Kasper, compareceram à apresentação o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Luiz Afonso Senna; Marco Kapel Ribeiro, representante da Secretaria de Gestão e Acompanhamento Estratégico; o diretor de Operações da Trensurb, Paulo Amaral; e o gerente de Projetos da Secretaria de Mobilidade.
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| Zero Hora 25 de março de 2009 | N° 15918 As armadilhas persistem Calçadas ainda são obstáculos para pedestres que frequentam o Centro Dois meses depois de uma reportagem de Zero Hora e Diário Gaúcho mostrar as más condições das calçadas na Capital, a situação pouco mudou. O tema voltou à discussão desde segunda-feira, quando o aposentado Edehú Rodrigues, 82 anos, abordou o prefeito José Fogaça em um evento para reivindicar melhorias a pedestres. A má situação se comprovou após a reportagem voltar aos mesmos locais do Centro visitados no início do ano. Nos seis pontos, o mais comum é encontrar lajotas quebradas e soltas, causando desníveis nas calçadas. Segundo o Código de Posturas do Município, os donos dos terrenos são responsáveis pelas calçadas. Os passeios em praças e áreas públicas, são de responsabilidade da prefeitura. Diferente da área central, o passeio em frente à casa de Rodrigues, no bairro Medianeira, não só é motivo de orgulho para o morador, como poderia servir de exemplo: – Eu não reclamaria se não tivesse razão. Sou educado e fiz a minha queixa com delicadeza. Assim como o aposentado, outros frequentadores do Centro já tiveram problemas. – Eu quase quebrei a perna esses tempos quando caí na Rua Dr. Flores. As pedras estão soltas e a gente pisa na pontinha e elas levantam – conta América Vieira, 52 anos.
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