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| A Favor | | 11 | 78.57% |
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| ![]() O Rio de Janeiro está mais uma vez buscando o direito de sediar os jogos olímpicos e neste thread iremos acompanhar todos os passos da cidade nesta candidatura... Link para o site oficial do RIO - 2016 = Candidatura Rio 2016 Abaixo algumas imagens do Projeto Apresentado: Parque Esportivo ![]() Vila Olimpica ![]() ![]() ![]() Lagoa Rodrigo de Freitas ![]() Melhorias Propostas para o Rio de Janeiro * Expansão do Aeroporto Internacional Tom Jobim, que terá capacidade de 25 milhões de passageiros até 2016 * Expansão da rede ferroviária no valor de 1.1 bi * Expansão da Linha 1 do metrô * Criação dos corredores BRT (Corredor T5, Barra-Zona Sul e Ligação C) * Expansão da malha viária em 167 km * Criação da Agência Antidoping Brasileira e aumento na infraestrutura do laboratório credenciado do Rio de Janeiro (Ladetech) * Melhora na qualidade do ar * Programa de despoluição da Baía de Guanabara e das lagoas da Barra * Reflorestamento da Floresta da Tijuca, com plantio de 24 milhões de árvores * Recuperação da zona portuária, que se transformaria em destino turístico * Construção do X-Park, que depois dos Jogos vira parque público de esportes radicais em Deodoro * Aumento nos programas sociais do Governo Federal Segundo Tempo e Mais Educação
__________________ Ao matar seus demônios, cuidado para não destruir o que há de melhor em você. Last edited by paolapoa; 18th February 2009 at 13:11.. | |||||||||||
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| Abaixo as cidades que concorrem com o Rio para sediar os jogos olímpicos de 2016... ![]()
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| Rio 2016.Org 13/02/09 Projeto Rio 2016 mostra como serão os Jogos Olímpicos no Rio De Janeiro Evento reúne representantes dos três níveis de governo, integrantes do Comitê Rio 2016 e atletas olímpicos e paraolímpicos O Comitê de Candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 mostrou, nesta sexta-feira, dia 13, como serão os Jogos Olímpicos se a América do Sul receber pela primeira vez o maior evento esportivo do planeta. A íntegra do planejamento está no Dossiê de Candidatura, entregue na quarta-feira ao Comitê Olímpico Internacional (COI), que no dia 2 de outubro, em Copenhague, na Dinamarca, escolherá a sede dos Jogos de 2016. A apresentação do projeto olímpico do Rio de Janeiro reuniu cerca de 800 pessoas e contou com a presença do Presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman; do Ministro do Esporte, Orlando Silva; do Governador do Rio, Sérgio Cabral; do Prefeito Eduardo Paes; do membro do Comitê Olímpico Internacional e presidente de Honra da FIFA, João Havelange; do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Vital Severino Neto; do Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Leyser; da Secretária de Esporte, Turismo e Lazer do Estado, Márcia Lins; do Secretário para Rio 2016 da Prefeitura, Ruy Cezar; do Secretário geral do Comitê Rio 2016, Carlos Roberto Osório; e do Diretor de Comunicação e Marketing do Comitê Rio 2016, Leonardo Gryner. O Dossiê de Candidatura, que será a base para a análise técnica de cada cidade candidata, tem 538 páginas em três volumes, contendo informações sobre 300 questões técnicas divididas em 17 temas. Para atender todas as exigências do Comitê Olímpico Internacional, foram anexadas cerca de 130 documentos de garantias, que empilhados alcançam 2,5m de altura. No total, 700 kg de documentos foram enviados ao COI. Cerca de 500 pessoas trabalharam na produção do Dossiê. “O Rio de Janeiro poderá ser transformado a partir dos Jogos Olímpicos de 2016. O Dossiê de Candidatura mostra que temos um projeto vencedor. Os Jogos Olímpicos vão afirmar o Brasil no cenário internacional e servirão como pilar para estruturar ainda mais o desenvolvimento do esporte no país”, disse o Ministro Orlando Silva. Os Jogos Rio 2016 serão um evento compacto e de excelência técnica. Esporte, cultura, educação estarão integradas com as atividades da cidade. Legados sociais e esportivos garantidos pelo trabalho conjunto e o apoio dos três níveis de governo. “O Brasil está preparado. O Rio está preparado. A sociedade, os três níveis de governo e a comunidade esportiva estão preparados para trazer os Jogos Olímpicos para a América do Sul pela primeira vez. O Rio pode. O Rio vai fazer. E vamos viver essa paixão”, disse Sérgio Cabral. O projeto Rio 2016 utiliza os Jogos como ferramenta de transformação e inspiração, principalmente para os 180 milhões de jovens da América do Sul. Todas as ações estão alinhadas com as necessidades do cidadão carioca e com os planos desenvolvimento a longo prazo da cidade. A excelência técnica será critério nas inovações propostas para acomodações, segurança e transporte. “Nosso Dossiê de Candidatura cumpre todas as exigências do Comitê Olímpico Internacional. O Rio é um palco incomparável e os Jogos Rio 2016 serão um espetáculo inesquecível. Queremos levar o espírito olímpico aos milhões de jovens do Brasil e da América do Sul. Queremos espalhar pelo mundo a paixão pelo Rio, a paixão pelo esporte. Por isso, em nosso slogan convidamos a todos para viver essa paixão”, disse Carlos Arthur Nuzman. O presidente do Comitê Rio 2016 também explicou a divisão de orçamentos da candidatura. Seguindo as orientações do Comitê Olímpico Internacional, um grupo constituído pelo Comitê Rio 2016, a FGV Projetos, a PriceWaterhouseCoopers, consultorias internacionais e representantes dos três níveis de governo elaborou, para o Dossiê de Candidatura, dois orçamentos: o orçamento referente ao Comitê Organizador dos Jogos (orçamento COJO) e o orçamento dos três níveis de governo (orçamento Não-COJO. O orçamento COJO se refere aos custos de planejamento e operação do Comitê Organizador, para montagem de instalações temporárias e de estruturas de apoio em todos os locais dos Jogos (overlay). O valor será de R$ 5,6 bilhões, sendo que 31% virá de aporte do Comitê Olímpico Internacional, 45% de capital privado (marketing, venda de ingressos e licenciamento) e 24% dos três níveis de Governo. O orçamento Não-COJO se refere ao investimento de capital público e privado para a construção de novas instalações esportivas e obras de infraestrutura tais como reforma de aeroportos, sistemas de transporte e outras de atribuição dos três níveis de governo. Este orçamento é responsável pelos principais legados de longo prazo dos Jogos Olímpicos. O valor será de R$ 23,2 bilhões, sendo que 34% do valor é destinado a obras já em andamento, 35% para obras já planejadas e 31% para obras adicionais. “Os Jogos Olímpicos podem ser um grande acelerador da qualidade urbana e gerar milhares de empregos. Para garantir o sucesso do evento, foi montada uma estrutura que garante a transparência e a participação da sociedade civil. Apenas um terço do investimento será feito apenas se o Rio de Janeiro for escolhido como cidade sede e isso é um diferencial da candidatura”, explicou Ricardo Leyser. Receber os Jogos Olímpicos representará a renovação de áreas carentes, a aceleração de programas voltados para o meio ambiente e melhorias urbanas. “As obras previstas pelo orçamento Não-COJO são investimentos importantes para a cidade, que darão qualidade de vida aos cidadãos. Tenho orgulho do nosso projeto e certeza de que venceremos a disputa no dia 2 de outubro”, disse o prefeito Eduardo Paes. Carlos Roberto Osório apresentou os três conceitos gerais do projeto Rio 2016: excelência técnica em todas as áreas, experiência única para todos os participantes, e transformação de uma cidade e de uma nação. “Vamos realizar Jogos Olímpicos com a marca de celebração do Rio de Janeiro, mas com objetivos a longo prazo e com um legado duradouro para a cidade e para o país”, explicou Osório. Os atletas são prioridade no projeto Rio 2016. Para eles, foi planejada uma Vila Olímpica com toda a infraestrutura e alguns diferenciais, como uma “Praia Olímpica” e a “Rua Carioca”, com cafés, restaurantes e lojas. “Participar dos Jogos Olímpicos é uma experiência inesquecível. Eles despertam o que há de melhor em cada atleta e nada se compara a essa vivência. A Vila Olímpica é o coração de tudo isso e o projeto Rio 2016 oferece segurança e conforto a todos os atletas”, disse Róbson Caetano, bronze nos 200m rasos nos Jogos Olímpicos de Seul 88 e no revezamento 4x100m dos Jogos Olímpicos de Atlanta 96. Os Jogos Paraolímpicos Rio 2016 terão o mesmo padrão dos Jogos Olímpicos. A Vila Olímpica foi projetada para ser um ambiente completamente inclusivo e acessível. A cidade ampliará a infra-estrutura de acessibilidade, incluindo locais de visitação turística e eventos. “Na apresentação do projeto Rio 2016, mostramos a capacidade do Rio de Janeiro. É um sonho conjunto, de atletas, de dirigentes e do povo brasileiro. Tenho certeza que será um sucesso”, disse Vital Severino Neto. Depois de subir ao pódio nove vezes nos Jogos Olímpicos de Pequim – foi ouro nos 50m costas, 100m livre, 200m livre e 200m medley; prata nos 50m livre, 50m borboleta, 100m peito e revezamento 4x50m medley; e bronze no revezamento 4x50m livre –, o nadador Daniel Dias também fez questão de apoiar o projeto Rio 2016. “A primeira vez que o esporte paraolímpico teve o mesmo status dos esporte olímpico em Jogos Pan-americanos foi no rio 2007. E o projeto Rio 2016 tem o mesmo espírito. Receber a competição mais importante do planeta vai promover os benefícios da inclusão”, acredita Daniel. Conheça o projeto olímpico no link: Candidatura Rio 2016
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| UOL 13/02/09 Rio-2016 fala em experiência, mas insiste em projetos que falharam em 2007 O sucesso do Pan-Americano de 2007 é o grande trunfo do Rio de Janeiro para abrigar os Jogos Olímpicos de 2016. Entretanto, no dossiê de candidatura que foi enviado ao Comitê Olímpico Internacional, os cariocas voltaram a apostar em obras e projetos que fracassaram para o evento de dois anos atrás. Um dia após o prazo do COI para a entrega do documento, o Comitê de Candidatura realizou um evento no Rio de Janeiro para mostrar seus planos. Logo na introdução do item "Conceito dos Jogos", é anunciado que o "Rio irá entregar jogos no mais alto nível, aproveitando a experiência dos Jogos Pan-Americanos". O Pan pode ter sido um sucesso, mas em sua preparação, uma série de projetos foi abandonado ou alterado, por diversas razões. E alguns deles voltaram a ser lembrados, para o planejamento olímpico, como a Marina da Glória, o estádio de remo da Lagoa Rodrigo de Freitas ou a despoluição das lagoas da Barra da Tijuca. Na Marina e no estádio de remo, por exemplo, as obras para o Pan foram embargadas pelo Iphan, para proteger projetos tombados pelo patrimônio histórico nacional - a vista do Parque do Flamengo, onde fica a Marina, é um desses casos. Para 2016, os dois locais fazem parte do projeto. Para abrigar as Olimpíadas, a Marina da Glória, por exemplo, requer obras permanentes e de adequação, segundo o dossiê, que custariam US$ 22 milhões (em cotação atual). Com o estádio de remo, o custo seria de US$ 20,5 milhões. Ricardo Leyser, secretário especial do Rio-2016 do Ministério do Esporte, explica que a cidade aprendeu com a experiência de ter sediado o Pan-Americano. "Para o Pan, foram cometidos alguns erros. Muitas vezes, se tentou resolver problemas e pendências anteriores aos Jogos durante a competição. E o Pan pagou o preço por projetos estranhos à necessidade esportiva. Agora, estamos fazendo as coisas com mais planejamento, analisando o uso posterior e a necessidade das obras", reconheceu. Quanto ao Iphan, Leyser revela que o trabalho está sendo realizado em conjunto. "Estamos trabalhando juntos, e as mudanças são tratadas diretamente com eles. Não teremos problemas". O superintendente do Iphan no Rio, Carlos Fernando de Andrade, diz que as duas obras problemáticas de 2007 já não são mais problemas para 2016. "As obras na marina estão sendo discutidas, mas não devem ser problemas, pois a previsão é de obras menores. Os fingers que seriam usados nas Olimpíadas já constavam no projeto original e só não tinham sido construídos. Agora, as estacas para a garagem náutica devem ser retiradas", comentou. Andrade também negou que o estádio de remo seja outra dificuldade. "Sobre o estádio de remo, todas as estruturas propostas para 2016 são temporárias. Apenas exigimos a demolição de uma lage, o que já aconteceu", explicou. Outro ponto que não deu certo há dois anos foi a despoluição das lagoas da Barra - a competição de esqui-aquático, inclusive, estava prevista para a Barra, mas foi transferida para a Lagoa Rodrigo de Freitas. O dossiê olímpico lista a despoluição da Lagoa de Jacarepaguá, que fará divisa com a Vila Pan-Americana e com o Parque Olímpico de Jacarepaguá, além de obras na lagoa Rodrigo de Freitas, a um custo de US$ 165 milhões, já previstos pela Cedae (Conpanhia Estadual de Águas e Esgotos) em parceria com a iniciativa privada. Além disso, outros aspectos também levantam comparações entre 2007 e 2016. Nos transportes, por exemplo, o projeto de 2016 prevê a criação de três corredores exclusivos de ônibus chamados BRTs (Bus Rapid Transport, em inglês), que ligariam a Barra da Tijuca, coração dos Jogos, às Zonas Norte e Sul, além de Deodoro. Para o Pan, estavam previstos a ampliação do metrô até a Barra, mas o sistema de transporte efetivamente usado foi baseado em ônibus. Já a Vila Olímpica e de Mídia (que abrigará imprensa e oficiais durante os Jogos) seguem o mesmo conceito da Vila Pan-Americana: a criação de empreendimentos imobiliários gigantescos, que durante as Olimpíadas serviriam para acomodar os envolvidos com a competição e depois virariam moradia de alto padrão. O problema, porém, é que um ano e meio após o Pan, o local continua desabitado. Outro local que pode complicar a vida dos organizadores é o autódromo de Jacarepaguá, que será destruído para dar lugar ao Parque Olímpico. Para o Pan, a obra das três instalações construídas no local - Arena Multiuso, Parque Aquático Maria Lenk e Velódromo - foi interrompida diversas vezes por ações judiciais contra alterações no autódromo. O novo Parque Olímpico abrigaria competições de ginástica, ciclismo, desportos aquáticos (incluindo a construção de um novo estádio, já que o Maria Lenk é muito pequeno para a natação olímpica), basquete, judô, taekwondo, lutas, handebol, hóquei e tênis. O plano, segundo o Comitê Olímpico Brasileiro, é que o local seja erguido mesmo com a derrota da candidatura carioca, para abrigar centros nacionais de treinamento de esportes como handebol, basquete, tênis e hóquei, por exemplo. As dificuldades para isso não seriam apenas as ações judiciais para salvar o autódromo, mas a desapropriação da área. Uma comunidade carente, por exemplo, cerca o autódromo de Jacarepaguá.
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