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| UOL 08/10/2009 - 09h35 Membro do COI pede desculpa por críticas do prefeito de Tóquio a Rio 2016 O vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o japonês Chiharu Igaya, pediu desculpas pelos comentários do prefeito de Tóquio, Shintaro Ishihara, contra a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, informou nesta quinta a agência "Kyodo". Igaya apresentou suas desculpas ao presidente do COI, o belga Jacques Rogge, ao presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e ao brasileiro João Havelange, ex-presidente da Fifa. O prefeito de Tóquio, cidade que também era candidata a sede olímpica em 2016, disse no domingo que, por trás de cada voto dos membros do COI, há "movimentos políticos" e afirmou que o Rio de Janeiro venceu por "razões políticas obscuras". Além disso, Ishihara acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter prometido a compra de aviões militares franceses para atrair o voto de alguns eleitores do COI e de ter feito "promessas encantadoras" aos países africanos. O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016 manifestou na quarta a sua rejeição às declarações do governador e prefeito de Tóquio e as definiu como "inapropriadas e sem elegância". "Além de lamentáveis, essas declarações são contra as regras determinadas pelo COI", acrescentava a mensagem brasileira. O Rio de Janeiro foi escolhido como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 na sexta-feira passada, em Copenhague, em uma votação do COI na qual a cidade venceu Chicago, Tóquio e Madri, eliminadas nesta ordem.
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| Copa 2014.org 08/10/09 Rio lança site para fiscalização da Olimpíada Iniciativa da prefeitura carioca visa dar transparência aos gastos com os Jogos de 2016 A partir de hoje (8/7) a população poderá acompanhar pela internet o cronograma dos projetos e os gastos com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. A prefeitura carioca lançou o site Transparência Olímpica, que apresenta a descrição e a legislação correlata dos projetos dos Jogos e permite o monitoramento das obras e programas. O dossiê da candidatura também está no site. As competições da Olimpíada acontecerão em quatro regiões da cidade: Barra da Tijuca, Copacabana, Deodoro e Maracanã. Estas áreas receberão investimentos das três esferas de governo – municipal, estadual e federal. Segundo a prefeitura carioca, a intenção é também colocar no site os repasses estaduais e federais. O gerenciamento dos dados do site ficará a cargo do Comitê Organizador Rio 2016.
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| Revista Isto É 10/10/09 Entrevista - Sérgio Cabral "Acabou-se a fracassomania" O governador do Rio diz que sediar a Olimpíada de 2016 é resultado de parceria inédita dos três níveis de governo e recupera a autoestima do carioca Depois da vitória do Rio de Janeiro para sediar a Olimpíada de 2016, é hora de levantar a manga da camisa e trabalhar. Os desafios são grandes e vão exigir dos governantes empenho para honrar os compromissos assumidos com o Comitê Olímpico Internacional. Entre as prioridades dessa empreitada estão a despoluição da Baía de Guanabara e a questão da segurança pública. À frente de tão grandioso desafio está um político que sempre acreditou que o Rio levaria essa: o governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB). Desde já, ele adianta que a maior obra a ser realizada será a ligação do metrô da Gávea à Barra da Tijuca. Se conquistar o título de primeira cidade a sediar uma Olimpíada no continente rendeu ganhos de popularidade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apresentar credenciais para a boa realização do evento pode significar para Cabral, de 46 anos, uma grande chance de reeleição no ano que vem. Nesta entrevista à ISTOÉ, ele fala das primeiras providências nessa caminhada olímpica e aponta o destino que Lula poderá ter ao fim de seu segundo mandato: o cargo de secretário- geral da ONU. ISTOÉ - Qual a primeira providência a ser tomada para iniciar a preparação para a Olimpíada? Sérgio Cabral - O mais importante é que os três níveis de governo mantenham o discurso afinado. A orientação do Comitê Olímpico Internacional é dar uma acalmada e aguardar a chegada, em novembro, de 15 executivos que irão montar um cronograma de sete anos de trabalho. Como o Rio terá a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo em 2014, na qual a cidade vai sediar a final e também vai ter o centro de mídia, acredito que vamos chegar a 2016 com muito pouca ou nenhuma sofreguidão. ISTOÉ - Qual a empreitada mais difícil? A despoluição da Baía de Guanabara? Cabral - Esse processo está andando muito bem. Temos uma programação de saneamento para os próximos três, quatro anos. Mas já fizemos bastante. Recebemos a estação Alegria do Caju com 400, 500 litros por segundo de tratamento primário. Hoje temos 2.600 litros por segundo de tratamento secundário. Por isso, Paquetá não tem mais praia suja e outras praias estão em nível de balneabilidade que não tinham há 30 anos. Talvez a obra mais ambiciosa seja uma que não está no projeto levado ao COI. É a ligação do metrô entre Gávea e Barra da Tijuca. ISTOÉ - E a segurança pública? Cabral - O Rio já mostrou a capacidade de realizar eventos internacionais em segurança. O Pan provou isso. Eu disse aos membros do COI: se quiserem fazer os Jogos Olímpicos em segurança, é possível alcançar esse objetivo em dois meses. Com o nível de entendimento com o governo federal, ponho 40 mil homens da Força Nacional de Segurança nas ruas. Mas o que queremos é mudar a política de segurança. Queremos chegar a 2016 com a cidade tranquila antes, durante e depois do evento. Para isso, estamos combatendo a corrupção na polícia, melhorando a política de gratificação dos policiais, investindo em tecnologia. Conseguimos empréstimo do BNDES para interligar todas as delegacias online. Até 2010 vamos acabar com as carceragens em delegacias, através da casa de custódia. Será o primeiro Estado a alcançar essa meta. ISTOÉ - O presidente falou em transformar todas as favelas em bairros. Cabral - Esse é o grande caminho. A ministra Dilma (Rousseff) inclusive visitou o Complexo do Alemão com esse objetivo. Como o tempo de mazelas e absurdos foi muito grande, tivemos nesses 15 anos um aumento significativo de comunidades carentes sem condições mínimas. O que estamos fazendo no Alemão, em Manguinhos e na Rocinha, além de facilitar a formalização das empresas, é qualificar os jovens, levar cultura. ISTOÉ - Mas essa meta anunciada pelo presidente Lula não é ambiciosa demais? Cabral - Certamente, mas é essa meta que nós devemos perseguir. Com persistência, com tenacidade, mas sabendo que não há solução fácil. Muitas vezes, aqui no Rio, os políticos optaram pelo atalho. Esse é o caminho do populismo, da desorganização do Estado. O que estamos fazendo é reorganizar o Estado. ISTOÉ - O sr. acha que havia muita gente que não acreditava nesse resultado? Cabral - O presidente falou que no Brasil há muitos pessimistas e que alguns desses dormem, guardam o sapato e no dia seguinte acham que o sapato já está velho. O cara diz: não vai dar no meu pé. Tinha gente que dizia que Obama estava chegando e por isso os EUA ganhariam. O rei da Espanha e o primeiro-ministro japonês também estavam lá. E acabamos ganhando. Acho que acabou essa fracassomania que era muito forte no Brasil e no Rio. Das minhas realizações, a maior foi recuperar a autoestima do carioca. ISTOÉ - Como se verificava esse baixoastral? Cabral - Antes, o cara ia para o bar e das duas uma: ou reclamava da vida, dizendo que os investimentos estavam saindo, que ninguém queria se instalar aqui, ou então discutia quem tinha razão, o presidente, o governador ou o prefeito. Os três não se entendiam. Chegamos ao ponto aqui em que a filha de governador do Estado organizou uma claque e foi para a porta do hotel vaiar o presidente. Em 2007 e 2008, o presidente Lula esteve no Rio dezenas de vezes e em nenhuma dessas vezes o prefeito esteve ao meu lado para recebêlo. Não era nem uma questão de política, era de educação. Acabamos com essa época de choramingos. ISTOÉ - Como é ter sobre os ombros a responsabilidade de fazer tantas realizações em sete anos? Cabral - Mesmo que o Brasil inteiro tenha comemorado de uma forma extraordinária, acho que ainda não caiu a ficha. As pessoas sentem que é uma coisa importante, mas nem elas, nem eu, nem o presidente Lula, nem o prefeito Eduardo Paes ainda temos a exata noção do que isso representa para a cidade e o País nos próximos anos. É uma doce responsabilidade. Isso era tudo o que Tóquio, Madri e Chicago gostariam de ter. ISTOÉ - É possível medir os benefícios com o simples anúncio de que o Rio será sede olímpica em 2016? Cabral - Se somássemos todos os recursos de comunicação dos governos federal, estadual e municipal, essa verba não pagaria nem 5% da mídia espontânea que o Rio recebeu nesses últimos dias. A imprensa do Azerbaijão, Cazaquistão, Rússia, França, Estados Unidos. O que isso significa? É uma atmosfera favorável para o turismo, para os investimentos. ISTOÉ - Com o presidente Lula dominando a cena, o sr. não se sentiu preterido nas comemorações pela escolha do Rio como sede olímpica? Cabral - É natural que o presidente seja destacado, porque é o grande líder e entrou de corpo e alma nessa tarefa. Então, é mais do que justo. Além disso, ele sempre tem a gentileza de fazer referências a mim. ISTOÉ - Ele foi o responsável? Cabral - Essa vitória não seria possível sem ele, o presidente é o grande padrinho dessa estrondosa vitória. Agora, houve também um conjunto de fatores, como uma delegação que tem o Lula, o governador, o prefeito, o Pelé, o Paulo Coelho, o (Carlos Arthur) Nuzman, que é muito respeitado e é um obstinado. Mas o presidente tem excelente conceito internacional, o que pode até definir seu futuro. ISTOÉ - Como assim? Cabral - Não se surpreenda se no último ano de governo do presidente Lula algum chefe de Estado lançar seu nome para secretário-geral da ONU. Ouvi isso em Copenhague e em outros lugares. Isso aconteceria pelas credenciais do grande político que consegue fazer a ponte entre o Hemisfério Norte e o Hemisfério Sul. E também do grande homem público que faz o link do capital com o trabalho. O grande responsável pelo esvaziamento do G-8 e valorização do G-20 foi ele. ISTOÉ - Quanto essa parceria já rendeu em investimentos? Cabral - Se somarmos os investimentos diretos da União aqui, nesse momento devem chegar a mais de R$ 5 bilhões. Se contarmos com os indiretos, com as empresas como Nuclebras, Petrobras e Eletrobrás, chegamos a algo entre R$ 46 bilhões e R$ 50 bilhões. ISTOÉ - O sr. acredita que o eleitor prefere esse tipo de aliança pragmática, em torno de resultados? Cabral - Claro, ele quer resultado, quer que a vida dele melhore. Que o transporte, a educação e a saúde ganhem qualidade, que a violência diminua. Ele passou muitos anos com a contestação estéril. Não faltou gente do PMDB, companheiros que me procuraram, dizendo que eu deveria ser candidato a presidente da República. Disse que não. De coração, não quero botar nenhuma ambição pessoal à frente do projeto Rio de Janeiro. O PMDB nacionalmente tem que estar com o presidente Lula e com a ministra Dilma e não por uma questão pragmática, mas por uma questão conceitual. ISTOÉ - Isso não significa dizer que o eleitor deixou de lado a ideologia? Cabral - O eleitor percebe a ideologia de quem faz uma política optando sempre pelo campo popular, de governantes que não são elitistas. Políticos que acham que é importante fazer o teleférico no Complexo do Alemão, porque o morador de lá demora 50 minutos para descer do alto do morro. Acham importante fazer o Arco Rodoviário porque vai gerar empregos na Baixada Fluminense. O eleitor tem essa leitura na qual está embutida a ideologia. ISTOÉ - Como evitar que o custo da Olimpíada se multiplique, como aconteceu no Pan? Cabral - Um terço das obras já está em andamento, outro terço já está contratado e do restante vamos tratar a partir de agora. Todos os gastos estarão num site que fará com que o cidadão possa conferir a transparência desse processo.
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| Zero Hora 13/10/09 Turismo Olímpico Como as cidades- sedes de olimpíadas melhoraram seus cartões-postais e aumentaram o fluxo de visitantes O Rio de Janeiro irá comemorar em sete anos uma metamorfose sem precedentes com a realização dos Jogos Olímpicos de 2016. Uma história que poderá ser vista, tocada e experimentada de perto por quem quiser caminhar pelas ruas e praias da mais famosa cidade brasileira. Voltará o Rio a ser a cidade maravilhosa, venerada nas canções da bossa nova? Se depender do planejamento para a Olimpíada 2016, a resposta é sim. Para receber as delegações e os milhares de espectadores dos jogos, a cidade começa a se mexer para mudar profundamente. O Rio pretende amenizar a violência desenfreada, o caos das ruas e virar exemplo de urbanismo, de esporte e de respeito ambiental. Tudo para ficar agradável ao olhar estrangeiro. Mais que isso: o comitê organizador e os administradores públicos querem erguer na cidade não apenas uma estrutura para os jogos, mas um legado olímpico, que poderá ser aproveitado tanto pelos moradores quanto pelos turistas por muito tempo. – Os próprios espaços olímpicos viram atrações fortes aos visitantes. Aliado à beleza do Rio de Janeiro, os jogos serão um grande impulso ao turismo – acredita Jeanine Pires, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Turismo. Esse é um dos principais argumentos para defender a realização dos jogos. Serão anos de exposição nos veículos internacionais de comunicação. Tempo que vai atrair interesse de pessoas de todo o mundo e, com elas, dólares. A exemplo de Barcelona, que sediou os Jogos em 1992, o Rio de 2016 quer se reinventar e promover suas belezas. A seguir, saiba como ficará a cidade depois dos jogos e como as outras sedes ainda hoje colhem os frutos do trabalho e continuam vivas na memória dos turistas.
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| Brazilians Models ![]() Join Date: May 2009 Location: Gyn-Brazil
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| Q pena ter tão poucos brasileiros Espero realmente que com as olimpíadas,o metrô chegue até a barra, o T3 do galeão seja construído e que despoluem a baía de guanabara.
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