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| Outstanding Member ![]() Join Date: Sep 2006 Location: Coimbra
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| As empresas do sector dos transportes ocupam os últimos lugares no "ranking" de responsabilidade climática das firmas portuguesas, elaborado pela Euronatura - Centro para o Desenvolvimento Sustentado. No topo das melhores surge a Vodafone. ![]() O projecto "Responsabilidade Climática em Portugal: Índice ACGE 2005" visa avaliar a resposta das empresas portuguesas ao desafio das alterações climáticas, através de um índice que contempla vários níveis. ![]() Foram escolhidas 58 empresas dos 25 sectores mais relevantes em termos de emissões de gases com efeitos de estufa (duas ou mais por cada sector, excepto na refinação de petróleo, que inclui apenas a Petrogal), cobertas e não cobertas pelo Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE), participando ainda no "ranking" os CTT, único participante voluntário da edição deste ano. Da lista das 20 empresas mais bem classificadas não consta nenhuma ligada ao sector dos transportes, sejam eles rodoviário, marítimo ou ferroviário, tendo sido analisadas companhias tão diferentes como a Patinter, a Transportes Luís Simões, a Avis Rent-a-Car, a Europcar, a Transisular, a Portline, os STCP, a Carris, a CP, a Fertagus, o Metropolitano de Lisboa, o Metro do Porto, a Rede Nacional Expresso e a Eva. "Apenas na aviação civil seleccionamos a TAP por ter algumas medidas positivas", disse a responsável pelo estudo, Ana Rovisco, acrescentando que nenhuma das empresas de transportes elaborou inventários de emissões de gases. Estes inventários "são fundamentais para saber como actuar. É preciso saber quanto e onde se emite para definir objectivos de redução", salientou a especialista da Euronatura, sublinhando também as vantagens económicas para a maioria das empresas. Os sectores químico, das tintas, da construção civil, das cerâmicas e do têxtil e a distribuição de combustíveis também não conseguiram aceder à lista dos 20 mais bem classificados. Telecomunicações são mais amigas do ambiente A Vodafone, incluída no campo das telecomunicações com a TMN, a PT Comunicações e a Novis, foi a empresa que obteve melhor pontuação global, por apresentar "uma excelente política de combate às alterações climáticas". "Esta empresa pertence a um sector que está longe de ser alvo de regulamentação específica do que se conclui que a sua responsabilidade climática não depende deste tipo de mecanismos, mas sim de uma atitude pró-activa que a leva a incluir as questões climáticas nas várias vertentes analisadas", salientou a Euronatura. Em segundo lugar na lista surge a cimenteira Cimpor. A outra cimenteira que constava da lista dos seleccionados, a Secil, recusou-se a participar no estudo, tal como a Santos Barosa (sector do vidro) e a Mota Engil (construção). A Euronatura destaca que a Cimpor, que teve uma evolução positiva face ao ano anterior, "demonstra ter um papel activo uma vez que contabiliza, para além de outras medidas implementadas, as emissões indirectas provenientes da electricidade compradas a terceiros". Nas 20 primeiras posições surgem 12 empresas que não estão representadas no CELE, nem têm obrigações legais de minimização das suas emissões de gases com efeito estufa. Apenas 29 das 59 empresas avaliadas elaboram um inventário destes gases, sendo que 13 delas fizeram-no de forma voluntária, precisamente por não estarem incluídas no CELE.
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| Senior Member ![]() Join Date: Sep 2006
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| Muitas das frotas são muito antigas o que contribui para as emissões serem ainda maiores!
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