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| Governo do Estado do RS 14/07/08 Governadora participa de anúncio da empresa Demuth como parceira da Aracruz A governadora Yeda Crusius participou na manhã desta segunda-feira (14) do anúncio da participação da empresa gaúcha Demuth Woodhandling no fornecimento do pátio de processamento de madeira da nova unidade da Aracruz Celulose em Guaíba. "Mais uma vez a Aracruz nos traz uma notícia de parceria com empresa gaúcha, cujo resultado é a geração de renda e desenvolvimento da economia do Rio Grande do Sul", destacou Yeda. Yeda Crusius observou que é com orgulho que assiste mais uma parceria de empreendimento da Aracruz Celulose com uma empresa fornecedora. "Ao contratar a Demuth Woodhandlig, indústria gaúcha de Portão, a Aracruz está cumprindo a promessa de utilizar fornecedores que trouxessem o maior multiplicador a fim de gerar mais empregos e conseqüentemente, impulsionar o progresso, como é o caso da instalação da empresa em São José do Norte, que passa a ser um ponto de ligação com o mundo", acrescentou. A governadora ressaltou ainda o fato de a Aracruz priorizar a responsabilidade social. "A prova é a contratação de mão-de-obra feminina para as obras de construção civil. Com esta determinação, a Aracruz demonstra ter superado muros e fronteiras", enfatizou Yeda. Segundo ela, é com orgulho que, a cada dia, não somente os integrantes do governo estadual, mas o povo gaúcho, acompanham a concretização da instalação da Aracruz no Estado. "Além de contribuir para o desenvolvimento da economia do Rio Grande do Sul, pois pelos números citados já podemos vislumbrar o aumento do ICMS, o que é fundamental para o atendimento das demandas sociais tão necessárias para a população", enfatizou. Para a governadora, além da contribuição para o desenvolvimento social, com a geração de empregos, a Aracruz ainda tem o mérito de desenvolver quatro portos, como o de São José do Norte, totalmente inovador, e demais multiplicadores do transporte fluvial, a empresa ainda tem responsabilidade com o meio ambiente. "É uma planta que possui valor econômico e responsabilidade social e que, certamente, é um complexo que forma a Aracruz um dos empreendimentos que pode receber o selo de o maior do mundo", afirmou. Contratação local A Aracruz Celulose está contratando a Demuth Woodhandling para fornecer serviços no pátio de processamento da madeira da nova fábrica que será instalada na unidade Guaíba, que deverá produzir 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano. Além da nova linha de produção, a expansão contempla ainda a ampliação da base florestal e a implementação de um projeto hidroviário para o transporte de madeira e celulose, o que inclui a construção de porto e terminais. De acordo com o presidente da empresa Walter Nunes, a geração de empregos durante a expansão da empresa chegará a 7 mil vagas até 2009. Para isso, a Aracruz deverá investir R$ 15,5 milhões em um programa de qualificação profissional, em parceria com o governo do Estado, prefeituras e outras entidades, a fim de treinar e capacitar cerca de 10 mil trabalhadores em 22 municípios. Demuth A Demuth Woodhandling, empresa gaúcha localizada em Porto Alegre e Novo Hamburgo, foi contratada pela Aracruz Celulose para ser a fornecedora do pátio de processamento da madeira da nova unidade da Aracruz Celulose em Guaíba. A empresa gaúcha é a única indústria no hemisfério sul com capacidade para fabricar todos os equipamentos e instalações necessários para a picagem. No processo do preparo da madeira destinadas a empresas produtoras de celulose utiliza madeira de eucalipto reflorestada. Além disso, terá as maiores linhas individuais de produção de cavacos do mundo. De acordo com diretor-presidente da empresa, Fredo Demuth, o objetivo é privilegiar a mão-de-obra local e dos municípios próximos. Nos próximos meses, devem ser criados mais 300 postos de trabalhos. Fredo acrescentou que, além de atender a Aracruz Celulose, além de outras indústrias no Brasil e exterior, o objetivo da companhia é gerar valor em três dimensões: econômica, social e ambiental.
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| Zero Hora 15 de julho de 2008 | N° 15663 Gaúcha ganha disputa contra multinacionais Para montar uma estrutura de processamento de madeira na ampliação da unidade da Aracruz, em Guaíba, uma empresa gaúcha conquistou um contrato de R$ 250 milhões. A Demuth Woodhandling, com unidades em Portão e Novo Hamburgo, venceu uma disputa com multinacionais do setor e fez o maior negócio dos seus 27 anos de existência. O contrato, que foi apresentado ontem pelos executivos das empresas e prestigiado pela governadora Yeda Crusius, representa cerca de 7,2% dos R$ 3,45 bilhões que a Aracruz irá investir somente na unidade fabril da ampliação - no total, o projeto consumirá R$ 4,9 bilhões da fabricante de celulose. O diretor de operações da Aracruz, Walter Lídio Nunes, destacou que o pátio de processamento de madeira montado pela Demuth será o maior do mundo. Nunes também disse que a busca de fornecedores no Rio Grande do Sul atende a um pedido do governo do Estado, embora a escolha das empresas tenha sido exclusivamente por quesitos técnicos de acordo com o executivo. - Não estamos fazendo assistencialismo - disse Nunes, elogiando as qualidades do serviço da Demuth. Segundo Fredo Demuth, diretor-presidente da Demuth, cerca de 1,5 mil pessoas serão contratadas para o projeto, sendo 300 de forma permanente, para fabricação de equipamentos, e outras 1,2 mil para auxiliar na montagem do sistema de processamento de madeira ao longo de 22 meses. A Demuth tem hoje 500 funcionários, e o contrato com a Aracruz representa o faturamento de um ano da empresa, considerando a receita de 2007. - Esse foi o maior negócio da Demuth - diz Fredo. A empresa gaúcha já havia fechado um contrato de R$ 200 milhões com a Votorantim para implantação de um pátio de processamento de madeira da fabricante de celulose em Mato Grosso do Sul. De acordo com Nunes, o cronograma da duplicação da fábrica de Guaíba está sendo cumprido, e a unidade deverá começar a operar em agosto de 2010. Ontem, foi protocolada para análise na Casa Civil denúncia ambiental contra a Aracruz. O mesmo documento, questionando o reflorestamento de uma área de 750 hectares no município de Cachoeira do Sul, foi entregue à Fundação Estadual de Proteção Ambiental e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. De acordo com o advogado e produtor rural Clodory de Oliveira França, o plantio de eucalipto no local irá gerar déficit hídrico e afetar a produção de grãos devido a sua proximidade com a barragem do Instituto Rio Grandense do Arroz, que abastece as lavouras de arroz. A Aracruz informou desconhecer a denúncia.
__________________ Ao matar seus demônios, cuidado para não destruir o que há de melhor em você. Last edited by paolapoa; 15th July 2008 at 22:58. | |||||||||||
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| Prefeitura de Porto Alegre 21/07/08 Smam avalia compensação ambiental das obras da Aracruz A Secretaria Municipal do Meio Ambiente recebeu na tarde de hoje, 21, solicitação da Aracruz Celulose S/A para que a administração do Parque Natural Morro do Osso se manifeste quanto às compensações ambientais previstas para aquela unidade de conservação, tendo em vista as obras de ampliação da fábrica. O pedido atende a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 013/90, que dispõe sobre normas referentes às atividades desenvolvidas no entorno das unidades de conservação, num raio de dez quilômetros. Juntamente com o ofício, que foi uma resposta à correspondência encaminhada pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente (Comam), foi anexado um croqui referente à localização do empreendimento. A solicitação foi entregue ao secretário municipal do Meio Ambiente Miguel Wedy por uma comissão composta pelo secretário estadual do Meio Ambiente, Carlos Otaviano Brenner, da diretora-presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Ana Maria Pellini, do diretor de operação da Aracruz Celulose S/A, Walter Lidio Nunes, e do gerente florestal daquela empresa, Renato Alfonso Rostirolla.
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| Zero Hora 24 de julho de 2008 | N° 15672 Pelotense dá início a obras em Guaíba Contrato com Aracruz deve ampliar receita de construtora gaúcha É com a largada nas obras de infra-estrutura da unidade a ser erguida pela Aracruz Celulose em Guaíba, em contrato orçado em quase R$ 30 milhões, que a Construtora Pelotense comemora os 50 anos da empresa, completados ontem. O serviço, que deve gerar 300 empregos no auge das obras, mudou o perfil de negócios da construtora. Até 2007, 80% do faturamento vinha basicamente de obras civis, segundo o diretor comercial da empresa, Paulo Ponte. Com o contrato fechado com a papeleira, metade da receita de 2008 virá dos serviços prestados ao setor industrial. A construtora deve encerrar 2008 com crescimento de 50% sobre o faturamento de 2007, gerenciando recursos próximos de R$ 130 milhões. Os gastos públicos em estradas também trazem boas perspectivas à empresa, avalia o presidente da construtora, Luis Roberto Ponte, ex-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e ex-secretário de Desenvolvimento do Estado. - Hoje, há um grande avanço na duplicação de rodovias, e isso ainda deve durar alguns anos. O que, além de importantíssimo para salvar vidas, é um segmento em que atuamos fortemente - analisou Ponte, ontem, na sede do Sinduscon/RS, na Capital, onde foi comemorado o cinqüentenário da construtora. Além dos ganhos diretos com a obra da Aracruz em Guaíba, Ponte avalia que o investimento das papeleiras na Metade do Sul e as obras navais em Rio Grande ainda trarão mais fôlego ao setor da região como um todo.
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| Zero Hora 08/08/08 Terminal portuário de celulose Acaba de ser concluído o estudo e o relatório de impacto ambiental (EIA/Rima) da construção do terminal portuário de celulose de R$ 120 milhões da Aracruz em São José do Norte. O documento agora está sendo analisado pela diretoria da empresa e deverá ser entregue à Fepam nas próximas semanas. Um dos aspectos mais complexos para o início das obras do píer é a necessidade de remoção de um navio afundado há 28 anos, a cerca de 40 metros do cais. Diante do mistério que ronda a embarcação, não se sabe ao certo o que está nos porões do Avanti, a operação de retirada pode demorar de três a quatro meses, devido aos cuidados ambientais necessários. As três maiores empresas especializadas nesse tipo de operação no mundo - as holandesas Smit Tak, Svitzer e a brasileira Belove - receberam carta-convite da Aracruz. A definição da companhia escolhida para a empreitada deve ocorrer no final do mês.
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