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Thread: Cruz Alta (RS) / Fábrica de Laticínios

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    Default Cruz Alta (RS) / Fábrica de Laticínios

    Fábrica CCGL

    A Cooperativa Central Gaúcha Ltda - CCGL investirá R$ 129 milhões em uma unidade de produção de queijos e secagem de soro de leite, em Cruz Alta...

    Números do Projeto

    Investimento - 129 milhões
    Empregos - 555 entre diretos e indiretos
    Início - 2011

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  3. #2
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    Governo do Estado do RS
    02/09/08

    CCGL investe mais de R$ 200 milhões em produção de laticínios

    A Cooperativa Central Gaúcha Ltda - CCGL investirá R$ 129 milhões em uma unidade de produção de queijos e secagem de soro de leite, em Cruz Alta, com financiamento de R$ 104,4 milhões do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE, como segunda fase do investimento iniciado em 2006. O projeto foi entregue nesta terça-feira (2), na Casa do BRDE na Expointer.
    A nova fábrica gerará 555 empregos, sendo 185 diretos e 370 indiretos, e beneficiará 160 mil famílias de produtores rurais - na maioria, mini, pequenos e médios agricultores familiares - de diversas regiões do estado, associados às 40 cooperativas que formam a CCGL. "No total, serão beneficiadas 655 mil pessoas, o que atesta função social do BRDE de financiar projetos que tragam ganhos à qualidade de vida das comunidades onde atua. Vem, plenamente, ao encontro dos propósitos do banco", salienta o presidente da instituição Mario Bernd.

    O início das operações desta segunda fase está previsto para 2011. "O BRDE foi de extrema importância para viabilizar o empreendimento. Percebeu que o projeto não contempla apenas a instalação de uma indústria, mas busca, sobretudo, levar conhecimento e novas tecnologias ao produtor rural que está integrado", enfatiza o presidente da CCGL, Caio Vianna, ao destacar que o projeto vem sendo discutido com as cooperativas integradas. "O Banco tem o foco no fomento socioeconômico e, por isso, atua em sintonia com os propósitos da cooperativa", completa.

    Com as novas instalações, a capacidade de processamento de leite fluído da cooperativa passará de um milhão de litros por dia para 2,7 milhões de litros por dia. A produção de queijo deve chegar a 100 toneladas diárias, e a de soro de leite em pó, a 55 toneladas. Derivado da produção do queijo, o soro é utilizado como insumo pela indústria alimentícia. Do total investido, R$ 83,5 milhões serão usados na aquisição de máquinas e equipamentos, R$ 16,3 milhões em construções civis, R$ 16,5 milhões como capital de giro e R$ 12,6 milhões com outras despesas. O projeto visa, inicialmente, o mercado interno.

    O investimento enquadra-se no Programa Integrado de Laticínos - Prolat, do BRDE, que apóia desde o produtor familiar até a agroindústria do leite. O objetivo do Prolat é oferecer melhores condições tecnológicas, proporcionando emprego e incremento na remuneração aos pequenos e médios produtores. "O setor de lácteos é um dos que mais agrega valor e que tem em sua base de fornecedores o pequeno produtor", destacou Mario Bernd.

    Unidade de beneficiamento leiteiro receberá mais recursos

    O BRDE também liberará mais R$ 18 milhões para a conclusão do projeto de implantação de uma unidade de beneficiamento de leite da CCGL, iniciada em 2006, também em Cruz Alta. A unidade, que contempla a produção de leite em pó, leite evaporado e butter-oil (óleo de manteiga usado em indústrias alimentícias), teve R$ 70 milhões dos R$ 113,1 milhões investidos financiados pelo BRDE. No decorrer da implantação, foram necessárias adaptações e complementações nas obras em relação ao projeto inicial, o que resultou em um aumento de 5,9 mil metros quadrados na área construída, além de outras adequações na infra-estrutura do complexo.

    Fundada em 1976, a cooperativa chegou a industrializar 70% do total de leite coletado no estado, contribuindo para que a produção gaúcha crescesse de 913 mil litros por dia, no ano de sua fundação, para 3,06 milhões por dia em 1996. O objetivo era criar uma alternativa econômica para os produtores rurais através da integração, diversificação e racionalização da produção, proporcionando a fixação das famílias no meio rural e o aumento de sua renda.

    Na década de 1990, a CCGL afastou-se temporariamente da industrialização de leite e concentrou suas atividades no apoio à comercialização e exportação de grãos. A cooperativa atua como holding administradora do Complexo Portuário Termasa e Tergasa, localizado no porto de Rio Grande, e é hoje a principal operadora nesse segmento: através desses terminais, movimenta 74% da soja exportada e 95% do trigo expedido do RS, além de outros produtos, como milho, arroz e cavaco de madeira.

  4. #3
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    Zero Hora
    03 de setembro de 2008 | N° 15715

    CCGL acelera ampliação de indústria

    Mais R$ 129 milhões serão investidos para a produção de queijo

    A primeira fase ainda nem entrou em operação, e a Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) já colocou lenha para esquentar a segunda etapa de sua indústria em Cruz Alta. Ontem, na Expointer, a empresa entregou ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul projeto de financiamento de R$ 129 milhões para garantir o repasse o mais cedo possível.

    Apesar de a etapa já estar prevista desde o início, o aquecido mercado do leite no país fez a cooperativa andar a passos mais largos. Com diversos projetos e ampliações em andamento no país se refletindo nas encomendas de máquinas industriais do setor, a CCGL resolveu não correr o risco de atrasar alguma etapa da nova fábrica por falta de equipamentos. Há dois anos, receber uma encomenda de maquinário não levaria mais de oito meses, segundo o presidente da CCGL, Carlos Vianna. Hoje, pode levar um ano e meio.

    – Não queremos ver o projeto atrasar por este motivo. A falta de equipamentos poderia prorrogar o investimento por três, quatro anos.

    Outra meta que Vianna assegura que não será alterada é a de exportações. Manter a unidade com metade da produção no mercado interno e metade embarcada para fora do país, ainda no começo de 2009 é o plano.

    – Venezuela, Oriente Médio, Argélia, Ásia e México são destinos potenciais. Iniciada a produção, em outubro, esperamos no máximo receber em 180 dias a autorização do Ministério da Agricultura para começar a exportar.

    No próximo mês, quando a indústria entrar em operação, haverá capacidade para processar 1 milhão de litros dia. Com a segunda fase, em 2011, passará para 2,7 milhões. Além do leite, a receita de expansão inclui leite e soro em pó e queijo. Sob o guarda-chuva da marca CCGL, pelo menos outras duas devem ser criadas. É a diversidade de produtos, assegura Vianna, que ajudará o produtor a evitar perdas.

    Com o trabalho dos operários se aproximando do fim no km 148 da rodovia Cruz Alta-Ijuí (RS-342), as contratações também se intensificam. Das 300 vagas que devem ser geradas no começo das atividades, 60% já foram preenchidas. O restante ainda está em seleção.

    O auxiliar administrativo Gilnei Muratt, 18 anos, foi um dos que já conquistaram seu lugar. Depois de nove meses de estágio na cooperativa, ele foi efetivado em julho no seu primeiro emprego fixo.

    Segundo Muratt, o emprego permite que ele se mantenha na cidade e curse Administração na Universidade de Cruz Alta (Unicruz).
    Last edited by paolapoa; 10th October 2008 at 02:56.

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    Zero Hora
    10 de outubro de 2008 | N° 15754

    Reforço no pólo leiteiro gaúcho

    Evento marcou inauguração da CCGL no município de Cruz Alta

    Fogos de artifício e balões azuis e brancos emolduraram ontem a inauguração da indústria de leite em pó da Cooperativa Central Gaúcha Limitada (CCGL) em Cruz Alta, no noroeste do Estado. A unidade, que custou R$ 120 milhões, terá capacidade para processar até 1 milhão de litros de leite por dia.

    Ao prestigiar a solenidade, a governadora Yeda Crusius afirmou:

    – Uma indústria como essa, organizada por cooperativas, tem um grande significado porque é formada por pequenos produtores. É a planta inicial e temos o projeto de que seja duplicada, trazendo benefícios a todo o Estado.

    Além do empreendimento CCGL, outros cinco estão previstos para entrar em operação até o fim de 2009 no norte e noroeste gaúchos: Nestlé, Bom Gosto, Perdigão, Parmalat e Italac. Quando concluídos, colocarão o Rio Grande do Sul entre os principais pólos leiteiros do país. Com a perspectiva de gerar mais lucro aos produtores, essas fábricas representam um investimento de R$ 388 milhões e cerca de 1,4 mil empregos, pelo menos.

    Produtor em Augusto Pestana, a 55 quilômetros de Cruz Alta, Valdemar Fetter estava entre as centenas de produtores e autoridades impressionadas com os 19,7 mil metros quadrados construídos às margens da rodovia Ijuí–Cruz Alta (RS-342). Fetter espera que o impulso ao pólo leiteiro eleve os ganhos dos atuais R$ 0,40 por litro de leite.

    A produção de leite em pó ainda não está sendo em andamento, mas, conforme o presidente da CCGL, Caio Vianna, faltam apenas ajustes para o início das operações na próxima semana. A princípio, cerca de 500 mil litros de leite serão industrializados a cada 24 horas. Vianna espera que até o começo de 2009 a fábrica processe entre 700 mil e 800 mil litros de leite ao dia.

    – É uma obra que enche de orgulho a todos aqueles que formam as cooperativas – disse o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado, Rui Polidoro Pinto.

    Na primeira fase, inaugurada ontem, foram criados 250 empregos diretos e 1,4 mil indiretos. Como subproduto do leite em pó, também sairá da fábrica o butter oil, óleo de manteiga utilizado pelas indústrias alimentícia e cosmética. Na segunda fase, já projetada, pelo menos R$ 100 milhões serão aplicados para construção de uma queijaria, dobrando as vagas de trabalho para 500 e elevando a captação total de leite a 2,5 milhões de litros por dia.

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