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Thread: Gravataí (RS) / Expansão da Fábrica da GM

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    Default Gravataí (RS) / Expansão da Fábrica da GM

    Expansão da Fábrica da GM


    Números do Projeto

    Investimento - US$ 1 bilhão
    Aumento na Capacidade - Ampliação em 50%
    Capacidade Total - 250 mil + 130 mil = 380 mil carros por ano

    Imagem da Fábrica da Gm em Gravataí - Região Metropolitana de Porto Alegre



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  3. #2
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    Zero Hora
    22 de março de 2009 | N° 15915

    GM prepara investimento de US$ 1 BI em Gravataí

    Montadora e governo gaúcho negociam ampliação de fábrica para lançar novo carro no RS

    Com investimento estimado em US$ 1 bilhão, está sendo finalizado um acordo da General Motors com o governo do Estado para ampliar o Complexo Automotivo de Gravataí. Com a expansão, a produção na unidade aumentaria em pelo menos 50% – seriam ao redor de 130 mil veículos por ano além da capacidade atual, situada em torno de 250 mil – com a fabricação de um novo modelo de carro.

    Pelas tratativas realizadas até agora, o modelo ainda precisa passar pela aprovação da Assembleia Legislativa. Caso seja aprovado, será um reforço considerável para a estrutura industrial do Estado, que tem no setor de autopeças um de seus pontos mais fortes. A expectativa de fontes próximas da negociação é de que o anúncio seja feito na primeira semana de abril. Serão negociados financiamentos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banrisul para a implantação da nova unidade. Conforme a previsão, seriam R$ 350 milhões do BNDES e mais R$ 150 milhões do Banrisul.

    Outra contrapartida do Estado serão incentivos fiscais, com redução na cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas 25% do tributo devido será pago na venda imediata. Na produção atual da unidade, há isenção total de ICMS. Até as possíveis alterações decorrentes da reforma tributária em discussão no Congresso foram abordadas.

    Essas conversas foram iniciadas em outubro de 2008 e envolveram pelo menos dois altos executivos da GM – José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente no Brasil, e Luiz Moan, diretor de assuntos institucionais –, além da cúpula da Secretaria da Fazenda do Estado. O primeiro documento assinado entre as partes tem data de dezembro de 2008. Quase 10 anos depois do início das operações do complexo de Gravataí, que começou a operar em 20 de julho de 2000, o modelo de montagem com os fornecedores de partes – chamados de sistemistas – instalados na mesma área da linha de produção confirma.

    Iniciadas justamente durante o período de agravamento da turbulência global, que afetou dramaticamente a situação da GM mundial, as negociações levam em conta a estratégia da montadora, que enfrenta pesados prejuízos na operação internacional. No ano passado, a GM teve prejuízo de US$ 30,9 bilhões, o segundo pior da história da empresa. No ano anterior, havia registrado perdas de US$ 38,7 bilhões. A companhia recebeu ajuda do governo dos EUA e se comprometeu com um plano de reestruturação que prevê, entre outros pontos, o reforço nas operações rentáveis. No Brasil, a GM vem apresentando resultados muito positivos nos últimos balanços, e o Complexo Automotivo de Gravataí é uma espécie de oásis de ganhos para uma corporação em dificuldades.

    A assessoria de imprensa da GM disse a direção da GM não tem comentários a fazer.

  4. #3
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    Blog Polibio Braga
    22/03/09

    GM surpreende com mega-investimento de US$ 1 bilhão no RS

    Há mais de um mês a governadora Yeda Crusius vem guardando o maior segredo sobre investimentos novos que estão desembarcando no RS, mas neste domingo o jornal Zero Hora deu o “furo” e revelou que o segredo tão bem guardado é do projeto de US$ 1 bilhão previsto pela GM para Gravataí. O complexo automotivo da empresa aumentará a produção em 50%. Com isto, a produção para 250 mil automóveis por ano, segundo apurou a repórter Marta Szefredo, de ZH. Yeda deu o sinal verde em dezembro.

    . Apesar da crise mundial, a GM decidiu que fará seu novo carro no Rio Grande do Sul.

    . O surpreendente investimento previsto pela GM no RS veio em boa hora, porque o Estado não pode contar com tres enormes empreendimentos na área florestal - Aracruz, VCP e StoraEnso - adiados em função da crise mundial. Os tres investimentos, gigantescos, são tres vezes maiores do que aquele previsto agora pela GM, mas o poder multiplicador, exponencial e dinâmico sobre o conjunto da atividade industrial do Estado é infinitamente maior.



    . O acordo com o governo estadual dependerá da aprovação da Assembléia Legislativa (incentivos fiscais) e de negociações que estão sendo ultimadas com o BNDES (R$ 500 milhões) e Banrisul (R$ 150 milhões). O Banrisul já avisou que dará o empréstimo.

  5. #4
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    Zero Hora
    23 de março de 2009 | N° 15916

    Plano da GM tem potencial de 2 mil vagas

    Projeto estimado em US$ 1 bilhão está em negociação com o governo do Estado

    Vai depender do modelo de produção adotado na nova linha de montagem o aumento de empregos permitido pela ampliação do Complexo Automotivo de Gravataí. O investimento estimado em US$ 1 bilhão está em negociação entre o governo do Estado e a direção nacional da General Motors (GM).

    Projeções de sindicalistas e especialistas, combinadas ao histórico de aumento de vagas na própria unidade gaúcha da GM, situam a geração de vagas entre mil e 2 mil. Edson Dorneles, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, ficou entusiasmado com a possibilidade que representa a ampliação da fábrica.

    – É uma notícia bastante positiva, considerando o cenário. Estivemos com o Jaime Ardila (presidente da GM do Brasil e Mercosul) e falamos da necessidade de que unidade tivesse um novo projeto, um novo carro. Até parece que ele atendeu nosso pedido – brincou Dorneles.

    Baseado no que chama de “conta de padaria” (cálculo simplificado, sem levar em conta aproveitamento integral da mão-de-obra atual), Dorneles estimou que um aumento de produção acima de 50% poderia levar o número de trabalhadores no complexo de Gravataí dos atuais 5 mil para mais de 7 mil. Para reforçar a conta, dados da montadora mostram que em 2006, quando a produção subiu de 120 mil para 210 mil carros por ano, houve contratação de 1,5 mil pessoas só na GM, sem contar as demais atividades.

    – A organização em condomínio, o compartilhamento das estruturas e a alta tecnologia empregada dão à unidade de Gravataí um alto grau de eficiência – destacou o sindicalista, citando como exemplo uma prensa com mais de 20 operações simultâneas que, em 2000, no início das operações, só existia na Toyota no Japão.

    José Roberto Ferro, especialista em indústria automotiva, reitera que não é possível projetar aumento de mão-de-obra exatamente igual ao da produção. Um dos motivos é o fato de que o pessoal administrativo, de suporte e de manutenção tende a ficar estável:

    – Número de vagas geradas é muito variável, depende de quantos turnos serão criados, do uso da capacidade, do grau de automação.

    Ferro vê como tendência a expansão da produção das montadoras para mercados emergentes como Brasil e China, além de outros contemplados com o deslocamento da produção.

    – Nos últimos dois anos, todas as marcas ganharam dinheiro nesses mercados. Além disso, é sobre as nações mais ricas que o impacto da crise tem se abatido com mais força – disse.

    Avaliando apenas o Brasil, ressalvou Ferro, não haveria necessidade de expansão de capacidade, em decorrência da queda da demanda e da redução das exportações. No entanto, o desempenho no país é melhor para praticamente todas as montadoras, o que se transforma num ímã do interesse em novos projetos.

    O que está na mesa

    As características do projeto de ampliação da GM em Gravataí:

    > Investimento de US$ 1 bilhão
    > Lançamento de um novo modelo
    > Produção adicional de 130 mil unidades ao ano
    > Financiamento de R$ 500 milhões, R$ 350 milhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 150 milhões pelo Banrisul
    > Incentivos fiscais estaduais, mantendo pagamento de um quarto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido sobre a venda direta
    > Ampliação das instalações físicas do Complexo Automotivo de Gravataí, que poderiam até duplicar
    > Acordo entre a montadora e o governo do Estado seria submetido à Assembleia Legislativa

  6. #5
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    Zero Hora
    23 de março de 2009 | N° 15916

    Área para ampliação já está definida

    Já existe local planejado para receber a ampliação da unidade da General Motors em Gravataí. É uma área com aproximadamente 80 hectares – o terreno do complexo automotivo chega a quase 400 hectares – situada antes da fábrica atual, tomando Porto Alegre como referência. A confirmação do projeto ainda depende de detalhes finais. Até contatos preliminares para um encontro entre o presidente mundial da GM, Richard Wagoner, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estão em andamento.

    Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), Paulo Tigre, a consolidação de um projeto como o da expansão da GM no Rio Grande do Sul, num momento como o atual, seria muito importante:

    – Investimentos sempre são bem-vindos. Sabemos que a GM passa por um momento delicado em nível mundial, mas também temos informações de que a operação no Estado é muito rentável. Com boa infraestrutura e tecnologia desenvolvida, o Estado pode continuar a atrair investimentos.

    Na avaliação de Tigre, o Rio Grande do Sul vive um bom momento, com a confirmação dos investimentos da Braskem na planta de polietileno verde e da Petrobras, que aplicará pesados recursos para melhorar a produção da Refap, em Canoas.

    – São oportunidades que surgem em meio à crise, uma chance também de quebrar paradigmas a partir do Estado – completa.

    Como o acordo desenhado entre o governo do Estado e a direção nacional da GM inclui incentivos fiscais (redução na cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), não deverá escapar da polêmica que cercou outros projetos semelhantes. Elvino Bohn Gass, líder da bancada de PT, a mais numerosa da oposição na Assembleia, já ensaia a cautela com que a proposta pode ser recebida, embora evite o tom mais duro adotado em episódios anteriores:

    – Não se trata de não dar estímulos, mas de evitar que seja tão concentrado, para poucas e grandes empresas.

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