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Thread: Porto Velho (RO) / Usina Hidrelétrica de Jirau

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    Default Porto Velho (RO) / Usina Hidrelétrica de Jirau

    Usina Hidrelétrica de Jirau


    Ivestimento - 8,7 Bilhões
    Capacidade - 3.300 MW
    Término - 2013

  2.   
     
  3. #2
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    UOL
    12/05/2008 - 18h58

    Apenas dois consórcios vão disputar Jirau, confirma Aneel

    Marcado para a próxima segunda-feira (19), o leilão para a construção da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), terá apenas dois participantes. Conforme antecipou o Valor Econômico, irão disputar a concessão o Consórcio Jirau Energia e o Consórcio Energia Sustentável do Brasil. Os dois foram os únicos a apresentar a documentação exigida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    O Consórcio Jirau Energia é o mesmo que venceu, em dezembro do ano passado, a disputa para a construção da usina Santo Antônio, a primeira do complexo do Madeira. O grupo conta com seis participantes: Odebrecht Investimentos em Infra-Estrutura (17,6%), Construtora Norberto Odebrecht S/A (1%), Andrade Gutierrez Participações S/A (12,4%), Cemig Geração e Transmissão S/A (10%), Furnas Centrais Elétricas (39%) e o Fundo de Investimentos e Participações Amazônia Energia - formado pelos bancos Banif e Santander (20%).

    Do outro lado, o Consórcio Energia Sustentável realizou uma união de forças para tentar barrar o grupo liderado por Odebrecht e Furnas, que no primeiro leilão surpreendeu pela agressividade de sua proposta. Fazem parte do segundo grupo: Suez Energy South América Participações (50,1%), Camargo Corrêa Investimentos em Infra-Estrutura (9,9%), Eletrosul Centrais Elétricas (20%) e Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf (20%).

    Segundo a Aneel, 32 concessionárias de distribuição se inscreveram para a compra da energia gerada em Jirau. No entanto, a relação dessas empresas só será divulgada após o depósito das garantias exigidas.

    Com capacidade de gerar 3.300 megawatts de energia, Jirau deverá iniciar a operação em janeiro de 2013. O valor total do investimento para a construção da usina foi definido em R$ 8,7 bilhões pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

  4. #3
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    Agência Estado
    19/05/08

    Consórcio Energia Sustentável vence leilão da usina Jirau

    O consórcio Energia Sustentável do Brasil, constituído pelas companhias Suez (50,1%), Camargo Corrêa (9,9%), Eletrosul (20%) e Chesf (20%), venceu o leilão da hidrelétrica de Jirau, do rio Madeira. A proposta do grupo foi de R$ 71,40 Mwh, um deságio de 21,6% sobre o preço-teto de R$ 91/MWh da licitação.

    O consórcio destinará 30% da energia da usina ao mercado livre. Esse é o porcentual máximo que poderia ser destinado a esse segmento. Com base nessa divisão da energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aplicou um fator redutor no cálculo da tarifa, que será cobrado pelo mercado cativo, formado pelas distribuidoras de energia. Assim, a tarifa que será efetivamente cobrada na venda da energia para distribuidoras cairá de R$ 71,40 - o preço da oferta vencedora - para R$ 71,37.

    Em comunicado distribuído nesta segunda, simultaneamente ao anúncio do vencedor, o grupo Suez, líder do consórcio, informa que tentará antecipar o início das operações da usina de 2013 para março de 2012. "A meta é iniciar a construção o mais rápido possível, logo após a emissão da licença de instalação", informa a nota.

    O comunicado também informa que, com as otimizações feitas pelo consórcio em relação ao projeto original, será possível reduzir em R$ 1 bilhão o custo da obra civil. A estimativa do governo é de que a construção de Jirau custará R$ 8,7 bilhões.

    A Suez também relata que os sócios do consórcio já subscrevam R$ 2,5 bilhões com o capital na sociedade e o restante será viabilizado por meio de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Odebrecht: resultado do leilão de Jirau surpreendeu

    O diretor de investimentos em infra-estrutura da Odebrecht, Irineu Meirelles, disse que o resultado do leilão da usina de Jirau, no Rio Madeira, "surpreendeu". "Tivemos uma postura agressiva, que foi maior até do que em Santo Antonio (outra usina do Rio Madeira, cujo leilão foi vencido pelo consórcio da Odebrecht). Fomos até o limite das sinergias das operações dos reservatórios", disse o executivo.

    A empresa integra o Consórcio Energia, formado por Odebrecht Investimentos em Infra-Estrutura (17,6%), Construtora Norberto Odebrecht (1%), Andrade Gutierrez (12,4%), Centrais Elétricas de Minas Gerais (Cemig) (10%), Furnas Centrais Elétricas (39%) e Fundo de Investimentos Amazônia Energia II, formado pelos bancos Banif e Santander (20%)

    Segundo Meirelles, o consórcio poderia ser bem mais agressivo se a energia assegurada de Jirau fosse maior. "Fizemos uma consulta à Aneel se poderíamos contar com um aumento da energia assegurada e nos falaram que não podíamos", disse ele. A energia assegurada de Jirau é de 1.975 megawatts (MW) médios

    De acordo com o executivo, a derrota em Jirau não terá repercussão negativa para a construção da hidrelétrica de Santo Antonio. "A vitória traria benefícios. Iríamos otimizar os trabalhos que estamos executando atualmente, mas infelizmente não deu. Vamos esperar a estratégia empresarial deles", disse o diretor.

  5. #4
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    Agência Brasil
    01/07/08


    Consórcio que perdeu leilão de Jirau pede cancelamento da habilitação do grupo vencedor

    Brasília - O Consórcio Jirau Energia, que perdeu a disputa pela construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), apresentou recurso à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pedindo o cancelamento da habilitação concedida ao grupo vencedor.

    O Consórcio Energia Sustentável do Brasil (Cesb), formado pelas empresas Suez Energy, Camargo Corrêa, Eletrosul e Chesf, venceu o leilão realizado em maio, apresentando deságio de 21,6% no preço-teto fixado pela Aneel para o megawatt-hora da usina. O grupo que perdeu era formado pelas empresas Furnas, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Cemig.

    A principal irregularidade constatada, segundo o recurso encaminhado à Aneel, é a falta de documentos exigidos pelo edital, como inscrição de cadastro fiscal das empresas e certidões negativas, além de apresentar certidões com data de validade vencida.

    O Consórcio Jirau Energia também diz que os documentos de habilitação do consórcio vencedor não foram apresentados por seu representante legal e que, por isso, não podem ser recebidos nem examinados pela Aneel. Outras irregularidades apontadas são a falta de assinaturas em procurações e de identificação do técnico responsável pelo edital.

    O recurso foi apresentado à Comissão Especial de Licitação da Aneel, que deverá comunicar oficialmente os vencedores sobre as reclamações. Caso a comissão não considere as irregularidades suficientes para anular a habilitação, o recurso será analisado pela diretoria da agência, que deverá decidir até o dia 23 deste mês, data marcada para a homologação final do resultado do leilão.

    No documento encaminhado à Aneel, o Consórcio Jirau Energia também diz que vai acompanhar de perto os atos da empresa vencedora do leilão, referindo-se especialmente a declarações feitas na imprensa sobre a mudança da localização da Usina de Jirau, “a fim de certificar-se de que a legislação relevante e o edital serão estritamente respeitados”.

    Após ser anunciado vencedor do leilão, o Cesb anunciou que pretende deslocar em 9,2 quilômetros o local de construção da usina, o que possibilitaria uma economia de R$ 1 bilhão no projeto. As mudanças no projeto só devem ser apresentadas oficialmente à Aneel em janeiro.

    O Consórcio Energia Sustentável do Brasil informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda está avaliando o recurso e que irá encaminhar todos os documentos necessários à Aneel para comprovar que não houve irregularidades.

  6. #5
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    22/07/08

    Aneel homologa consórcio da Suez como vencedor de Jirau

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou nesta terça-feira o resultado do leilão de venda da concessão da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO), após negar recurso contra a venda feito pela construtora Odebrecht.

    A decisão não afasta, no entanto, um possível novo recurso da Odebrecht contra o consórcio vencedor do leilão de Jirau, liderado pela Suez Energy, com 50,1 por cento, e composto ainda por Camargo Corrêa (9,9 por cento ) e as estatais Eletrosul (20 por cento) e Chesf (20 por cento).

    Nessa primeira tentativa de reverter o resultado, a Odebrecht questionou a venda para o consórcio Energias Sustentável, sem entrar no mérito do projeto, informou a assessoria da Aneel.

    A homologação do leilão era necessária para a assinatura do contrato de concessão do empreendimento que acrescentará ao sistema elétrico brasileiro uma capacidade de geração de 3.300 megawatts a partir de 2013. O consórcio vencedor já afirmou no entanto que vai antecipar a operação para 2011, se não houver mais recursos do consórcio derrotado.

    Segundo informou no final da semana passada o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o prazo para assinatura do contrato de concessão será antecipado de dezembro para entre agosto e setembro. O governo considera o projeto fundamental para garantir o abastecimento de energia nos próximos anos.

    Somente após a assinatura do contrato o consórcio perdedor poderá questionar o projeto básico apresentado pela Suez, que mudou em 9 quilômetros a localização da construção da hidrelétrica, alterando um estudo feito por Odebrecht e Furnas em 2001.

    "Depois da assinatura do contrato de concessão, o projeto básico será analisado pela Aneel, nessa ocasião poderá ser aceito ou rejeitado (pela agência)", explicou o diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman, ao ler seu voto a favor da homologação do leilão.

    De acordo com o presidente do consórcio vencedor, Victor Paranhos, se não houver mais recurso da Odebrecht, as obras poderiam ser iniciadas em setembro, quando será aberta uma "janela hidrológica", ou seja, começa o período de estiagem de chuvas na região, viabilizando a obra.

    O consórcio defende a mudança de projeto argumentando que o objetivo foi reduzir custos e impacto ambiental.

    O complexo hidrelétrico do rio Madeira é formado por duas hidrelétricas, Santo Antonio e Jirau. O primeiro leilão, da usina de Santo Antônio, com capacidade para 3.150 megawatts, em dezembro, foi vencido pelo consócio Furnas/Odebrecht, que vinha desenvolvendo o projeto básico das duas usinas desde 2001.

    A Odebrecht concorreu por Jirau com o mesmo consórcio e perdeu. Desde então, ameaça entrar na Justiça contra as alterações feitas pela Suez.

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