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Thread: Notícias da Copa de 2014

  1. #151
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    Copa 2014.org
    23/09/09

    BNDES apresenta linhas de financiamento para a Copa

    Além de arenas, banco pretende financiar obras de infraestrutura e desenvolvimento urbano

    Nesta terça-feira (22/9), o gerente do Departamento de Desenvolvimento Urbano e Regional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Rodolfo Torres, divulgou as condições de financiamento disponibilizadas pelo banco para a Copa 2014.

    O BNDES não pretende apenas financiar arenas, mas toda a infraestrutura e desenvolvimento urbano do país. Segundo Torres, o banco pensa nos benefícios que as obras podem trazer para o desenvolvimento urbano. “Há uma necessidade de apoio em cada cidade-sede. Às vezes o que falta é investimento para que aconteça um casamento perfeito entre as partes”, disse.

    Linhas de financiamento
    Durante a Rodada de Negócios Copa 2014, Torres divulgou as linhas de financiamento e os custos financeiros que o BNDES deve disponibilizar para cada investidor. A Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), a taxa de risco de crédito e a remuneração básica do banco são as condições de financiamento.

    A TJLP é fixada em cerca de 6% ao ano. A remuneração básica vai de 0 a 1,8%. Com as arenas públicas será diferente. Esta última taxa pode ser fixada em 0,9%. A taxa de risco de créditos varia de acordo com o perfil do investidor.

    Estádios particulares
    Para os estádios particulares a taxa de risco de crédito pode variar de 0 a 3,57% ao ano, no entanto, o banco pretende manter as mesmas condições que oferecerá aos estádios públicos.

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  3. #152
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    Copa 2014.org
    24/09/09

    Copa 2014 deve gerar renda de R$ 65 bi, diz consultoria

    Outra estimativa é o aumento de 20% do fluxo turístico entre 2009 e 2014

    A Copa de 2014 pode gerar R$ 65 bilhões de renda. A estimativa é de uma consultoria contratada pelo Comitê Organizador Local (LOC), entidade criada pela Fifa para organizar o Mundial do Brasil.

    Segundo cálculos da consultoria, durante a Copa o país receberá aproximadamente 600 mil turistas, que gastarão U$ 5,5 mil ao longo de 15 dias – ou cerca de US$ 3,3 bilhões (R$ 6,27 bilhão). Ainda de acordo com a consultoria, o Mundial promoverá um aumento de 20% no fluxo de turismo entre 2009 e 2014.

    As informações foram reveladas pelo diretor do Departamento de Planejamento de Programas Sociais do Ministério do Planejamento, Mauro Cezar Nogueira Nascimento, em audiência pública promovida pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle sobre os preparativos para a Copa do Mundo de 2014.

    Nascimento também afirmou que o governo federal é fiador de uma série de contratos firmados com a Fifa para investimentos em estádios e infraestrutura das doze cidades que receberão os jogos, além de firmar uma série de compromissos, como facilitar a passagem pelas fronteiras e conceder isenção tributária para redes de comunicação.

    Segundo Nascimento, o governo federal está promovendo uma série de reuniões com representantes das cidades-sede dos jogos. Nesta primeira etapa, estão sendo identificados problemas nos estádios e no transporte urbano, em portos, aeroportos e na rede hoteleira. A próxima etapa será dedicada à promoção turística, com foco na imagem que o País quer transmitir com a Copa.

  4. #153
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    Copa 2014.org
    26/09/09

    Para Fifa, Brasil está atrasado com as obras da Copa

    Jérôme Valcke alerta o país e nega acusações ao Morumbi


    O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, cobrou o Brasil pela demora do início das obras visando à Copa 2014. Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", Valcke alertou que o Comitê Organizador do Mundial (LOC) não deve esperar o fim da Copa da África para iniciar as obras, como parece estar fazendo.

    "Após a África do Sul, o Brasil terá apenas três anos para a Copa das Confederações e apenas quatro para o Mundial. O trabalho precisa ser acelerado", afirmou. "Hoje, o que o Brasil está fazendo é esperar o fim da Copa de 2010 para começar a trabalhar."

    Valcke insiste que o Brasil deve fechar os estádios que serão usados para a Copa para que as reformas sejam realizadas. "Não há como fazer as reformas necessárias enquanto jogos estão ocorrendo."

    O secretário classificou de "estúpidas" as acusações de que ele estaria causando problemas para o Morumbi por questões políticas. No início da semana, deixou claro que o novo projeto do São Paulo não permite que o Morumbi receba a abertura da Copa. "Queremos mudanças nos planos, mas não há forma de pensar que São Paulo não receberá jogos da Copa do Mundo. Se alguém me perguntar quais cidades na Itália deveriam receber jogos da Copa, sabemos que é Roma e Milão. Na França, Paris e Marselha. No Brasil, Rio, São Paulo e Brasília terão de receber jogos. Não há dúvidas", comentou.

    A Fifa chega no Rio hoje (25/9) para uma reunião com o Comitê Executivo. O objetivo é a preparação para 2010 e o futuro do futebol nos Jogos Olímpicos.

  5. #154
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    Copa 2014.org
    26/09/09

    A Copa de 2014 pode mudar o esporte no Brasil

    Álvaro Cotta, especialista em marketing esportivo dá dicas para o planejamento de 2014

    Diretor da Costa & Cotta Marketing Esportivo, ex-diretor de marketing de várias agremiações esportivas, o mineiro Álvaro Cotta vê a Copa de 2014 como uma oportunidade para o país fazer uma verdadeira revolução no mundo do esporte. Presente ao 2º Fórum do Time de Arquitetos da Copa, em Salvador, Cotta sensibilizou sua platéia com dados concretos sobre a renda de estádios, negócios gerados e comparações com o "business esportivo" em outros países. Nesta entrevista, Álvaro revela um pouco de sua experiência


    É possível fazer uma comparação do business esportivo no Brasil com os EUA e a Europa?
    O mercado de negócios esportivos do EUA e Europa são amadurecidos e atingiram números expressivos quando comparados com a realidade brasileira. Apesar de o Brasil avançar rapidamente, sempre haverá uma diferença econômica devido ao mercado consumidor desses mercados e o brasileiro. Entretanto, as oportunidades no país são enormes no futebol e nos esportes olímpicos. Muitos eventos são criados anualmente para atender interesses dos grupos de mídia ou amantes das modalidades.
    Um dos pontos fundamentais para a entrada de novas empresas no marketing esportivo é a contínua formação de novos profissionais qualificados na gestão dos esportes. Também não podemos esquecer do aprendizado do mercado publicitário sobre as ferramentas do marketing esportivo como "alavancagem" dos negócios corporativos.

    A Copa de 2014 pode trazer melhorias na rentabilidade dos clubes e arenas esportivas do Brasil?
    Essa é uma expectativa iminente dos dirigentes dos clubes de futebol no Brasil. Principalmente dos usuários das novas arenas e novos estádios. Acredito que haverá um grande potencial de crescimento e exploração das receitas provenientes dos match days. Porém há escassez de empresas e profissionais no mercado do futebol capazes de desenvolver estratégias e pacotes comerciais visando esse novo negócio no país. A demanda de empresas interessadas na concessão de alimentação, estacionamento, merchandising, mídia digital, ações promocionais, camarotes e área vip será melhor aproveitada pelos clubes preparados para esse cenário. Os projetos dos novos estádios precisam atender tanto as exigências da Fifa para a Copa do Mundo quanto a realidade dos clubes brasileiros para os próximos 30 anos.

    Mas será possível usar os novos estádios para shows e outros espetáculos, eventos religiosos, comércio e serviços. Qual seria a rentabilidade dessas atividades?
    A rentabilidade dos novos estádios será diretamente proporcional ao potencial do mercado local. Estádios com maior utilização para dias de futebol reduzirão a ociosidade, o que resultará em maior potencial de negócios. Por exemplo, o Mineirão atenderá Atlético e Cruzeiro. Em média, cada clube fazem 32 jogos por ano em casa. No total, considerando que cada jogo demanda dois dias de preparação, serão 128 dias de futebol. Por outro lado, a Fonte Nova receberá previamente somente os jogos do Bahia. Isso aumentará significativamente a ociosidade do estádio. Quanto aos shows e eventos, mercados com maior demanda para esses serviços podem conseguir lucratividade anual com os estádios. Todavia, a maioria dos clubes não está atenta à manutenção dessas estruturas. Cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Salvador, Manaus e Natal, cujos estádios são públicos, sempre tiveram os custos de manutenção assumidos pelos órgãos públicos. Após a Copa, uma nova realidade exigirá que os clubes preocupem com a gestão dos estádios e não somente com as receitas.

    Vários estádios brasileiros podem mesmo tornar-se "elefantes brancos"..?
    Esse é um ponto crítico dos investimentos para os estádios da Copa. As cidades sedes foram definidas e a participação dessas cidades na Copa é importante para o país. O potencial turístico e o desenvolvimento econômico dessas regiões serão potencializados. Por isso, não podemos analisar isoladamente os recursos aplicados nas contruções dos estádios. O desafio dos governos, dos arquitetos, das construtoras e dos clubes será elaborar um projeto no qual atenda as necessidades dos jogos para a Copa e a realidade brasileira para os próximos 30 anos. Alguns estádios podem gerar prejuízos operacionais a partir de 2015. Essa perda tem que ser dimensionada.
    Recife e Salvador têm um grande potencial financeiro, porém o governo e os clubes precisam trabalhar juntos nos projetos. Não podemos deixar que os fatores políticos e culturais (rivalidades) do futebol nessas cidades coloquem em risco a viabilidade econômica do projeto. Não há razão para Recife e Salvador construir arenas modernas para uso de um clube somente. Considerando as características do torcedor brasileiro e do produto futebol, os investimentos nos estádios não se justificam para atender apenas uma torcida. O futebol transformou-se em um grande negócio no mundo. No Brasil não pode ser diferente.

    Como poderia ser equacionado o projeto comercial para as novas arenas? Soluções como "naming rights", publicidade, fidelização de público e turismo em estádios podem ser fontes de recursos para os clubes do Brasil?
    Antes do planejamento comercial e identificação das propriedades que os novos estádios oferecerão para os clube, os dirigentes precisam encontrar modelos econômicos de rentabilidade futura para essas arenas após a Copa. Muitos clubes e dirigentes estão anciosos para receberem as novas receitas e investir os recursos nas contratações de atletas. Entretanto, quem vai pagar a manutenção desses estádios. Os governos estão sustentando o futebol brasileiro a muitos anos. Alguns clubes mais, outros menos. Agora chegou o momento dessa ruptura. O recurso público nos novos estádios é necessário. Pode até ser compreensível dentro de um programa de desenvolvimento do país e do futebol a partir da Copa do Mundo. Mas o governo não pode continuar pagando os custos operacionais dos estádios. Então, os clubes precisarão de profissionais na gestão dos estádios para que esse patrimônio seja valorizado.

    "O potencial mercadológico do esporte é incalculável. E precisa ser mais debatido e estudado"

    O que deve mudar para que o Brasil potencialize o marketing do futebol?
    O potencial mercadológico do esporte (futebol e especializado) é incalculável. E precisa ser mais debatido e estudado. O Brasil já entendeu que é preciso melhorar a gestão do esporte nacional. O esporte é um produto, um negócio, um entretenimento. O dilema está na busca das soluções. Esse processo de mudança terá erros e acertos. Filosofias e conceitos divergentes fortalecerão o debate. Mas um ponto fundamental para encontrar soluções com menores riscos está em um planejamento de médio e longo prazo. Para isso, é preciso informação. E o Brasil tem pouca informação sobre a atividade esportiva. Acredito que as grandes empresas estatais contribuiriam muito para o esporte nacional se decidisse investir em um grande estudo nacional do esporte, futebol e especializado. Através desse estudo, que precisa ser atualizado anualmente, os dirigentes das entidades esportivas e a população encontrariam caminhos para a definição de um modelo aprimorado para a gestão do esporte nacional.

    Como os clubes e governantes poderiam fomentar a indústria cultural vinculada ao futebol e à Copa?
    Futebol é cultura. Faz parte da cultura brasileira durante 365 dias do ano. Em média, 86% da população brasileira torce para um time de futebol. Futebol é paixão. E paixão traz emoção. Há uma grande sinergia entre o futebol e a cultura. Infelizmente, o futebol não está preparado para explorar essa sinergia. A gestão da maioria dos clubes está focada dentro das quatro linhas. Para mim, isso é um erro. Pois somente um clube será campeão. E somente cinco chegam à Libertadores todo ano. Se continuarmos alimentando que o único objetivo dos grandes clubes é o título, fortaleceremos um comportamento de pensamento no curto prazo. Hoje, um clube para ser campeão brasileiro precisa planejar e se preparar, dentro e fora de campo. Pode levar três, quatro ou cinco anos. A nova realidade do futebol não permite que todos os clubes disputem títulos. E isso ainda não foi compreendido pelos dirigentes e pelos torcedores. Anos atrás, as chances eram mais abrangentes. A profissionalização aumentou a diferença entre os clubes.
    A cultura pode contribuir com a valorização da marca do clube gerando novos negócios e receitas que reforçam o orçamento financeiro.

  6. #155
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    Copa 2014.org
    29/09/09

    Para gestor da Copa, demolição do Machadão é inevitável

    Presidente do Comitê da Copa aponta fragilidades estruturais do estádio natalense

    O presidente do Comitê da Copa 2014 em Natal, Fernando Fernandes, questionou a polêmica em torno da demolição do estádio Machadão, em entrevista ao "Rádiojornal 96" nesta segunda-feira (28/9). Seguno Fernandes, o etádio foi construído sobre um embasamento de cloreto de sódio (sal), e os eventuais investimentos para reformá-lo seriam ineficientes.

    Para Fernandes, não há problemas em demolir o Machadão já que estádios do mundo inteiro estão sendo substituídos por estruturas melhores. Segundo ele, os investimentos financeiros feitos nos últimos anos não resolveram os problemas estruturais do estádio. O governo municipal investiu, há três anos, mais de R$ 20 milhões em adequações. Para deixá-lo em conformidade com as exigências da Fifa seria necessária uma reforma que custaria entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. “O Machadão é obsoleto, a estrutura treme e está acabado”, afirmou Fernandes.

    Projeto
    Sobre o projeto do Rio Grande do Norte para a Copa, Fernandes afirmou que continua o mesmo apresentado à Fifa e CBF. “Um projeto que visa à reestruturação do bairro de Lagoa Nova, construção de um novo Centro Administrativo, reurbanização da área e construção de centros comerciais”, afirmou.

    A demolição do Machadão para a construção do Arena das Dunas deve ser feita no segundo semestre de 2010. Os entulhos devem ser usados na própria obra. “Existem estudos sendo feitos para reutilização dos entulhos na produção de asfalto, concreto para ser aplicado na construção do estádio e vias laterais”, afirma.

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