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| Canadenses ajudarão RS a agregar mais valor das novas florestas Virá ainda este ano ao RS, o diretor do Centro de Pesquisa de Papel e Celulose da Universidade de Toronto, Canadá. O Centro, que já tem acordo com a Universidade de Minas Gerais, em Viçosa, poderá repetir a dose em Porto Alegre. O governo gaúcho interessou os canadenses, porque a atividade de base florestal local ganhará enorme impulso e a idéia é agregar mais valor ao que for produzido nas florestas. O uso das florestas para celulose e papel já está assegurado, mas o governo quer mais. A aprovação da nova lei de zoneamento do RS levou a VCP a confirmar seu investimento de US$ 2 bilhões (duas GMs) e consolidou empreendimento parecido da Aracruz, mas ainda não definiu a posição da Stora Enso, que depende da legislação federal sobre a área de fronteira. Políbio Braga 12/04/2008
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| Primeiro prédio movido a energia elétrica fotovoltaica do Estado A Diâmetro Construções, liderada pelo engenheiro Marcos Raskin, lança ainda neste mês em Porto Alegre o Residencial Gaia, primeiro prédio do Estado, no segmento, movido à energia elétrica fotovoltaica. Ele utiliza a luz do sol para gerar eletricidade, permitindo o funcionamento de equipamentos e sistemas de iluminação sem o recurso ou apenas recurso parcial à energia das concessionárias tradicionais. Gaia terá ainda telhado verde, torneiras de desligamento automático nos lavatórios, coleta e reúso de águas pluviais. O investimento é de R$ 4 milhões, acréscimo de 3% devido às tecnologias ambientais, mas poupará 20% no consumo de água e luz. ...::: Affonso Ritter :::..., 11/04/2008
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| Zero Hora 15 de abril de 2008 | N° 15572 Aracruz confirma nova fábrica de celulose Unidade industrial, parte de investimento de US$ 2,8 bilhões no município de Guaíba, será assinado hoje entre a empresa e o governo do EstadoMenos de uma semana depois de aprovado o novo Zoneamento Ambiental da Silvicultura, a Aracruz deve confirmar hoje a construção de sua nova fábrica em Guaíba. O investimento de US$ 2,8 bilhões aguardava apenas a apreciação do documento para sair do papel. A cerimônia será no Palácio Piratini, pela manhã, e haverá festa e queima de fogos de artifício em Guaíba, à noite. O diretor-presidente da Aracruz, Carlos Aguiar, chegou no começo da noite de ontem a Porto Alegre, mas não quis fazer declarações, por obediência às determinações do mercado de capitais. A empresa tem ações negociadas em bolsa. Em 29 de junho de 2006, Zero Hora informou com exclusividade que o Rio Grande do Sul fora escolhido pelo grupo para um novo projeto. No dia seguinte, a diretoria da empresa e o então governador Germano Rigotto confirmaram o investimento. De lá para cá, por causa do vaivém em torno das regras de plantio no Estado, a Aracruz decidiu que só começaria a construção da obra depois de aprovado o documento que daria previsibilidade ao projeto. O zoneamento ambiental para silvicultura foi aprovado em sessão marcada por discussões entre ambientalistas e integrantes do Conselho Estadual do Meio Ambiente, na quarta-feira passada. O futuro complexo inclui a construção de quatro terminais fluviais (veja quadro). Na nova unidade, a Aracruz produzirá 1,3 milhão de toneladas de celulose branqueada a partir do eucalipto, além das 500 mil toneladas que já fabrica na atual unidade, a antiga Riocell, adquirida da Klabin em 2003. A Aracruz é a primeira das três grandes empresas produtoras de celulose com investimentos no Rio Grande do Sul a confirmar a construção da planta industrial. A VCP Celulose, do grupo Votorantim, também informou, na semana passada, que, com a aprovação do zoneamento, anunciaria nos próximos meses o local onde instalará uma fábrica. A sueco-filandensa Stora Enso, com 9 mil hectares plantados e enrolada na burocracia exigida para a compra de terras em zona de fronteira, não precisou data para anunciar a unidade. Os planos da Aracruz Geração de novos empregos Na obra: 5,5 mil diretos Na operação: mais de 1,2 mil diretos e 11,8 mil indiretos Salto na produção de celulose: De 450 mil toneladas por anopara 1,8 milhão Aumento na área de plantio: De 110 mil hectares para 250 mil hectares, incluindo área de 90 mil hectares de reserva nativa
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| Vai para o canteiro de obras a segunda nova loja instalada no Rio Grande do Sul em 2008 pela gigante Wal-Mart. O supermercado da bandeira Nacional deve ser aberto no segundo semestre na Avenida Plínio Brasil Milano, bairro Boa Vista, em Porto Alegre. O novo empreendimento será a 21ª filial do Nacional na Capital. Neste ano, o Wal-Mart já inaugurou outra operação em Porto Alegre - o Big Zona Sul, que recebeu R$ 47,6 milhões em investimento.
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| Zero Hora 15 de abril de 2008 | N° 15572 Alívio da BR-116 emperra na burocracia Ainda nos primeiros passos para ser concretizada, a Rodovia do Parque (BR-448), uma alternativa à saturada BR-116, preocupa municípios da Região Metropolitana e do Vale do Sinos. Mesmo com recursos garantidos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), há receio de atraso na obra por causa de exigências legais. A licitação do projeto foi anunciada pelo governo federal em março de 2006. Há duas semanas, foi aprovada a extensão de 22 quilômetros da rodovia, paralela à 116, entre Esteio e a Capital. Agora, o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) precisa autorizar o início do projeto de engenharia. - O momento é de apreensão. Estamos acompanhando de muito perto o andamento da rodovia. Há um processo de licenciamento ambiental que deve ser complicado, e sequer começou - afirma o secretário de Planejamento Urbano de Canoas, Oscar Escher. Toda a ansiedade está no fato da BR-448 ser peça-chave na reforma urbana planejada para Canoas. O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, também teme que a questão ambiental possa atrasar o cronograma. Mas, para ele, 2008 ainda se mantém como o ano da licitação da obra. O obstáculo poderia vir de Brasília. - Soube que há um debate para tirar do PAC a construção da Rodovia do Parque, ou para reduzir os recursos da obra. Por isso, temos de estar mobilizados para não perder nada - destaca. A Secretaria de Planejamento Urbano de Esteio acredita nos prazos, mas ressalva a complexidade do projeto. - Essa obra é gigantesca e mais complexa do que se imaginava. Confiamos que não haverá recuo até por causa da mobilização das prefeituras - diz a secretária Bernadete Konzen. Prazos estão mantidos, garante engenheiro Ontem, o superintendente regional do Dnit no Estado, Marcos Ledermann, foi a Brasília para dar início ao projeto de engenharia, que definirá como será feita a nova estrada. Segundo ele, o estudo necessário para o início do projeto está para ser aprovado. - Com o estudo de viabilidade aprovado, chamo o consórcio vencedor para tocar o projeto, o que deve levar 120 dias. Espero lançar o edital de construção até o final de 2008 e começar os trabalhos no início do ano que vem - estima Ledermann. Conforme ele, a entrega da BR-448 continua projetada para 2010. Apesar da burocracia, ele garante que há vontade em todos os setores envolvidos de agilizar o empreendimento, orçado em R$ 500 milhões.
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