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| Zero Hora 10 de abril de 2008 | N° 15567 Saneamento Carazinho pode ter obra de drenagem em 2008 Um projeto de saneamento que aguarda execução desde 2001 para ser realizado na Rua Carazinho pode receber recursos federais até o final do ano. A obra de substituição de parte da rede de pluvial na via foi escolhida pela população como prioridade no Orçamento Participativo, mas estava na gaveta do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) por falta de verbas. Em 2006, o plano foi incluído no Programa Saneamento para Todos. Já aprovado pelo Ministério das Cidades, o projeto deve ser beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contemplado com R$ 1,2 milhão. Segundo o diretor de Obras e Projetos do DEP, Sérgio Zimmermann, os recursos são esperados para o segundo semestre. Está prevista a substituição parcial da rede coletora da Carazinho. A via dispõe de um sistema de drenagem urbada época da implantação do loteamento original, há cerca de 50 anos. As redes atuais apresentam sérios problemas, tanto de insuficiência hidráulica, devido ao significativo aumento da urbanização da região, como de conservação. Novas tubulações devem ser implantadas no lado par da via, entre as vias Caçapava e Lavras, onde há o entroncamento com a rede existente. A população beneficiada segundo o DEP, é de cerca de 18 mil. A Carazinho faz parte da sub-bacia hidrográfica do Canal São Vicente, pertencente à bacia hidrográfica do Arroio Dilúvio. Ao encaminhar as propostas, que incluem outras obras de ampliação e substituição da rede pluvial na cidade para o Programa Saneamento para Todos o DEP elencou obras essenciais à cidade, considerando os sistemas de micro e macro-drenagem, o Plano Diretor de Drenagem Urbana e o Sistema de Proteção Contra Inundações. -
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| Zero Hora 11 de abril de 2008 | N° 15568 Guaíba deverá abrigar complexo penitenciário Doação de terreno para erguer cadeia estadual deflagrou o início de um projeto que prevê três presídios Uma assinatura do prefeito de Guaíba, Manoel Stringhini, promete trazer alívio à carência de 9,3 mil vagas nas prisões gaúchas. Em uma solenidade no Palácio Piratini, em Porto Alegre, o prefeito doou ontem uma área que a Secretaria da Segurança Pública (SSP) pretende transformar em um complexo penitenciário. Aprimeira etapa prevê que os 72 hectares às margens da BR-116, próximos à praça de pedágio, receberão uma cadeia masculina estadual para 672 apenados. A SSP se comprometeu a, até o fim do ano, dar a partida nas obras - asseguradas graças a uma parceria com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), responsável por 80% dos R$ 15,9 milhões de investimento. Segundo o secretário José Francisco Mallmann, as terras também têm a chance de abrigar outras duas casas prisionais: uma penitenciária federal com 208 vagas, já confirmada para Guaíba, e uma prisão para 256 mulheres, ainda sem município certo. O conjunto de prisões integra um pacote que prevê o início da construção de sete novas cadeias, com capacidade para abrigar 2,9 mil presos. O governo federal pretende assegurar a maior parte das verbas para todas as obras. - Serão presídios modernos em que quase não haverá chances de fuga. Se presídios trouxessem insegurança, Charqueadas seria a campeã de violência no Estado - descreve o secretário. A governadora Yeda Crusius insiste que o conjunto de novas cadeias vai além de se preocupar apenas em criar vagas para diminuir o déficit carcerário gaúcho. Para ela, a iniciativa também se volta para a necessidade de resgatar os presos do crime. - As penitenciárias inauguram uma nova era no Rio Grande do Sul. Numa sociedade em que cresce a violência, nós precisamos de presídio tanto quanto precisamos de escolas e hospitais - afirma. Yeda saúda a decisão de Stringhini, que aceitou ceder a área para uma obra que costuma ser considerada impopular. É um gesto, conforme interpretação do Piratini, para ajudar a convencer outros municípios a aceitar prisões em seus limites. O governo quer erguer outras oito cadeias de regime fechado, em 2009 e 2010, para acabar com a falta de vagas. Antes de confirmar a doação de terras ao Estado, o prefeito enfrentou resistências da população. A primeira opção era uma área de 936 hectares onde a montadora Ford construiria sua fábrica, nos anos 90, antes de trocar o Rio Grande do Sul pela Bahia. A Associação Comercial, Industrial e Rural de Guaíba e outras entidades rejeitaram a idéia com o argumento de que o terreno deveria servir para investimentos industriais. A mudança na localização diminuiu a reação dos moradores. Para o prefeito, as prisões se tornaram necessárias para atacar a insegurança e respeitar a Lei de Execução Penal, que manda os presos cumprirem pena próximo de suas famílias. - Em uma cidade com cerca de 100 mil habitantes, seria hipocrisia se eu não manifestasse apoio à construção. Guaíba tem mais de 300 presos - afirma.
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| Plug Maior fabricante de equipamentos para telecomunicações do país, a gaúcha Datacom espraia suas operações em Porto Alegre. A empresa ativou novo laboratório no Tecnopuc. E busca engenheiros para reforçar suas tropas. -
__________________ Ao matar seus demônios, cuidado para não destruir o que há de melhor em você. Last edited by paolapoa; 11th April 2008 at 14:58. | |||||||||||
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| Zero Hora 11 de abril de 2008 | N° 15568 VCP acelera implantação de fábrica na Zona Sul Com a aprovação do zoneamento para o plantio de florestas de eucaliptos, indústrias de celulose aceleram o processo de instalação no Estado. A Votorantim Celulose e Papel (VCP) retomará o estudo de impacto ambiental (EIA) a fim de obter licença prévia para a fábrica que pretende construir na Zona Sul, com investimento de US$ 2 bilhões. O documento é concedido pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). Os trabalhos de elaboração do EIA estavam em fase final, mas foram suspensos há cerca de um ano devido à indefinição quanto às regras para se implantar florestas no Estado - situação contornada com o zoneamento aprovado. A intenção é de que o estudo da empresa fique pronto no segundo semestre deste ano, quando será anunciado também o local que receberá a planta industrial, informa o diretor florestal da VCP, José Maria de Arruda Mendes Filho. Disputam o empreendimento os municípios de Arroio Grande, Capão do Leão, Cerrito, Pelotas, Pedro Osório e Rio Grande. Para abastecer a fábrica, a empresa já tem 48 mil hectares de terra plantados com eucalipto e pretende chegar a 140 mil. Somente neste ano, o plano é plantar 22 mil hectares. - É um plano ousado, mas a expectativa é de cumprir a meta com tranqüilidade - afirma José Maria de Arruda Mendes Filho. A Aracruz, que já tem licença prévia para ampliar a fábrica de Guaíba, também considerou a aprovação do zoneamento um avanço. O projeto ainda depende da aprovação final dos acionistas da empresa para sair do papel. A reunião estava marcada para dezembro, mas a interrupção da concessão de licenças decorrente da falta de zoneamento contribuiu para que fosse adiada. Agora, a empresa aguarda a normalização do fluxo de concessão de licenças de plantio para dar seguimento ao seu plano industrial. O investimento no projeto é de US$ 2,8 bilhões. Já a Stora Enso, que planeja se instalar na Fronteira Oeste, informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que considerou a aprovação do zoneamento "determinante para as regras a serem seguidas no projeto de base florestal", mas ressaltou que "a decisão sobre uma fábrica depende de outros fatores e pertence a outra etapa do empreendimento". Entre os entraves ao projeto está a necessidade de uma decisão do Conselho de Defesa Nacional autorizando a escrituração das terras compradas pela empresa na região fronteiriça. Segundo dados da Associação Gaúcha das Empresas Florestais, a área de plantio industrial no Estado já atingiu 560 mil hectares, principalmente para abastecer a indústria moveleira, e deverá chegar a 1 milhão nos próximos cinco anos, com destaque para a indústria de celulose, matéria-prima para produção de papel fabricada a partir de madeira
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| Indústria gaúcha de biodiesel, paralisada, ameaça ir embora do RS A novíssima indústria gaúcha de biodiesel ameaça fechar as portas e ir embora do RS. As fábricas já pararam a produção. Caso o governo gaúcho não equalize rapidamente suas condições tributárias em relação ao biodiesel produzido nos outros Estados, as fábricas atuais de biodiesel irão para fora do RS. São sete as usinas de biodiesel gaúchas já instaladas ou a se instalarem. As que já estão instaladas: Oleoplan, Veranópolis, a primeira do RS; Brasil Ecodiesel, Rosário, a maior do RS e segunda maior do Brasil; BSBios, Passo Fundo; Granol, Cachoeira do Sul. A Caixa RS, que pilota as ações do governo gaúcho na área, espera por muito mais. . As que vão se instalar: Biotec, Nova Santa Rita; Cooperbio, Frederico Westphalen; Tejedor, Cruz Alta . O impasse atual relaciona-se com o crédito presumido do ICMS. . A falta de isonomia em relação aos outros Estados, fez com que Granol, Oleoplan, BSbios e Brasil Ecodiesel não participassem do último leilão de venda de biodiesel para a Petrobrás. . O RS é o maior produtor brasileiro de biodiesel. A fábrica da Granol, de Cachoeira, é a mais moderna do mundo. O RS tem capacidade instalada para produzir 400 milhões de litros de biodiesel por ano, mas a produção está virtualmente paralisada por causa do impasse. . Com a adição de 3% de biodiesel ao diesel, a partir de julho, o consumo brasileiro irá a 1,2 bilhão de litros, sendo 120 milhões no RS. O Brasil consome 40 bilhões de litros de diesel (4 bilhões no RS). Políbio Braga
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