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| Prefeitura de Porto Alegre 04/07/08 Revitalização do Largo vai mudar paisagem do Centro Projeto de lei do Executivo para a revitalização do Largo Glênio Peres, aprovado pela Câmara Municipal, vai implementar uma série de mudanças na área central da cidade, mudando a paisagem e resgatando uma atratividade compatível com o patrimônio cultural e ambiental da região, além de alavancar o potencial econômico. O projeto prevê a colocação de deques no entorno do Mercado Público, com a instalação de mesas e guarda-sóis, cadeiras e floreiras, a recuperação do Chalé da Praça XV, das Ruas Marechal Floriano e José Montaury e a implantação de um bonde turístico, cuja linha sairá da Usina do Gasômetro percorrendo o Centro e indo até o Chalé. A revitalização do Chalé da Praça XV está prevista para iniciar em setembro e vai corrigir a logística do prédio com a retirada da cozinha, que hoje se encontra dentro do prédio tombado pelo Patrimônio Histórico, para dar lugar a um bar, a ampliação do ambiente para mais 120 pessoas e a construção de um café anexo. O gerente do Chalé da Praça XV, Edemir Simonetti, observa que "para o restauro do prédio, a captação de recursos será através da lei de incentivo à cultura e a construção da cozinha será patrocinada ou terá investimento próprio". As obras de revitalização do entorno do Mercado Público devem começar até o final do ano. Reunião entre permissionários e o gerente responsável pelo Programa Viva o Centro, da Secretaria de Planejamento Municipal, Glênio Vianna Bohrer, discutiu de que forma serão definidas as alterações com o objetivo de buscar investimentos através da lei de incentivo à cultura. Para o presidente da Associação dos Permissionários do Mercado Público, Fortunato Garcia Machado, esse projeto foi executado para proporcionar maior conforto aos usuários, incentivar o lazer e o turismo de Porto Alegre: "Com a reestruturação no entorno do Mercado Público, a perspectiva é de que as vendas aumentem". Bonde - A implantação do bonde turístico depende da avaliação da Trensurb, que é a empresa responsável pela parte técnica do projeto. Segundo Bohrer, do Viva o Centro, o projeto do Executivo de revitalização do Largo Glênio Peres traz maior motivação para a realização das melhorias e recuperação dos espaços estratégicos. Com a conclusão das obras do Centro Popular de Compras, os camelôs serão deslocados, liberando as Ruas Marechal Floriano Peixoto e José Montaury, que serão recuperadas a partir de recursos do município e voltarão a ter circulação de veículos.
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| Prefeitura de Porto Alegre 04/07/08 Termo de compromisso viabiliza obra na Santa Casa A prefeitura assinou hoje, 4, um termo de compromisso com a Santa Casa para a implantação de medidas compensatórias que possibilitem a aprovação de estudo de viabilidade urbanística do edifício garagem a ser construído no quarteirão D do complexo hospitalar. A prefeitura foi representada pelo procurador Geral do Município, João Batista Linck Figueira e a Santa Casa pelo seu Provedor, José Sperb Sanseverino, Entre as medidas estabelecidas no termo de compromisso, por conta da Santa Casa, está o alargamento da rua Sarmento Leite, trecho compreendido entre a rua Irmão José Otão e a saída do Túnel da Conceição. Outra exigência é a implantação de semáforo no cruzamento da Sarmento Leite com Irmão José Otão e com a saída do Túnel da Conceição. O termo determina, ainda, que a Santa Casa desenvolva um projeto de arborização para o seu Complexo a ser aprovado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam). Todas os projetos necessários serão submetidos à aprovação da Secretaria de Obras e Viação (Smov), departamentos de Esgotos Pluviais (DEP) e de Água e Esgoto (Dmae) e Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
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| Porto Imagem 04/07/08 Camelódromo aéreo será entregue em agosto Apesar dos diversos adiamentos, a Smic garante que até o final de agosto, entrega à cidade o Centro Popular de Compras. No próximo dia 14, o terminal de ônibus da região metropolitana retornam ao terminal Tamandaré. Neste momento, os 800 camelôs registrados de Porto Alegre estão realizando cursos de empreendedorismo, realizado em parceria com o Sebrae, para que se tornem comerciantes populares. O Camelódromo está sendo recoberto de lajes de cimento branco. Quando concluído, terá a acabamento semelhante ao utilizado no museu Iberê Carmargo, no bairro Cristal.
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| Zero Hora 05 de julho de 2008 | N° 15653 Prometido em 2000, restauro nem começou Estação Ferroviária abrigaria centro com galeria de arte e restauranteEm um sábado, dia 8 de janeiro de 2000, o então ministro dos Transportes Eliseu Padilha participou em Pelotas da solenidade de assinatura do termo de entrega do prédio da Estação Ferroviária à prefeitura. Hoje, oito anos e seis meses depois o imóvel construído em 1884 permanece abandonado, depredado e sem uso. A antiga estação já foi invadida, incendiada, serviu de abrigo para moradores de rua, teve paredes, vidros e portas demolidas, pichadas ou furtadas. Na tentativa de afastar os vândalos, a prefeitura mandou cimentar portas e janelas. A tática ajudou a conter a deterioração do prédio, mas não ajudou em sua recuperação. Ao assumir o prédio de 15 cômodos e dois andares, a prefeitura, com a ajuda da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pretendia instalar ali o Museu do Trem e o Instituto de Estudos Europeus. O projeto arquitetônico do restauro, feito na Alemanha, previa restaurante, sala de conferências, biblioteca e galeria de arte. Na época, a empolgação com o restauro deu origem a um audacioso projeto de restabelecimento do transporte ferroviário no sul do Estado. A idéia era instalar uma linha turística de 100 quilômetros entre as cidades de Pedro Osório, Capão do Leão, Pelotas e Rio Grande, até os molhes da barra, na Praia do Cassino. - Naquela época assumimos o compromisso de tocar o projeto de revitalização da estação, mas tempos depois saí do governo, perdi os contatos e a coisa parou - comenta o ex-prefeito de Pelotas Otelmo Demari Alves, que recebeu o prédio da RFFSA. O novo impulso para realizar a obra pode vir de uma liminar obtida em 2003 pelo Ministério Público Federal (MPF) que obrigou a prefeitura a elaborar um plano de restauração e preservação da antiga estação. Atualmente o projeto está em fase de conclusão na Secretaria de Urbanismo (Seurb), mas não sairá do papel antes de 2009. - A partir de 4 de julho ficamos proibidos de abrir qualquer licitação, por isso tentaremos um acordo com o MPF para dar início às intervenções necessárias após o período eleitoral - adianta o secretário Luciano Oleiro. Além das limitações legais, a administração busca alternativas para a falta de recursos para tocar a obra, orçada em R$ 1 milhão. Ao contrário do planejado em 2000, o imóvel restaurado seria usado por entidades ligadas à administração pública, como o Serviço de Atendimento ao Consumidor e a sede regional do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).
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| Zero Hora 05 de julho de 2008 | N° 15653 Chalé da Praça XV será recuperado Obra está prevista no projeto de revitalização do Largo Glênio PeresUma nova etapa no projeto de revitalização do centro da Capital começa a ser planejada. A Câmara de Vereadores aprovou o projeto de lei do Executivo que prevê a revitalização do Largo Glênio Peres. Entre as mudanças, está contemplada a recuperação do Chalé da Praça XV, que deve ter início em setembro. Uma das principais alterações será na cozinha, que deve dar lugar a um bar. Além disso, o espaço será ampliado em 120 lugares e terá um café anexo. Todo o projeto de revitalização do Centro tem a intenção de mudar a paisagem da região, recuperar o patrimônio cultural e ambiental e incrementar seu potencial econômico. Estão previstas ainda a colocação de deques no entorno do Mercado Público - com a instalação de mesas e guarda-sóis, cadeiras e floreiras - , a recuperação das ruas Marechal Floriano e José Montaury e a implantação de um bonde turístico, cuja linha sairia da Usina do Gasômetro, percorrendo a área central até o Chalé. As obras no Mercado Público deverão começar até o final do ano. O presidente da Associação do Comércio do Mercado Público, Fortunato Garcia Machado, salienta que o projeto foi executado para proporcionar maior conforto aos freqüentadores e incentivar o lazer e o turismo na Capital. - Com a reestruturação do entorno do Mercado Público, a nossa perspectiva é de que as vendas aumentem - enfatizou. Recursos serão buscados na Lei de Incentivo à Cultura De acordo com Glênio Vianna Bohrer, gerente responsável pelo Programa Viva o Centro, da Secretaria de Planejamento Municipal, os investimentos deverão ser angariados por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Ele destaca que o projeto de revitalização do Largo Glênio Peres deverá motivar a realização da recuperação dos espaços estratégicos do Centro. A implantação do bonde turístico ainda depende da avaliação da Trensurb, empresa responsável pela parte técnica do projeto. Já a recuperação das ruas Marechal Floriano Peixoto e José Montaury, que voltarão a ter circulação de veículos, precisa contar com recursos do município. Isso só será possível após transferência dos camelôs para o Centro Popular de Compras, o Camelódromo.
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