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| Coreia do Sul quer criar 1 milhão de empregos em quatro anos 06 de janeiro de 2009 Fonte: G1 O governo da Coreia do Sul anunciou um plano para investir 50 trilhões de wons (cerca de US$ 38 bilhões) e criar quase 1 milhão de empregos ao longo dos próximos quatro anos. O governo gastará cerca de 43 trilhões de wons e incentivará o setor privado a investir o restante, segundo anunciou o Ministério de Estratégia e Finanças, após a primeira reunião do ano entre o presidente Lee Myung-bak e seu gabinete. O plano inclui a construção de ferrovias e represas, além de obras em quatro grandes rios e instalações energeticamente eficientes. Técnicos do governo vão discutir nas próximas semanas as formas de levantamento dos recursos para a execução do plano. O governo anunciou também que fornecerá apoio financeiro para o desenvolvimento e a distribuição de motores automotivos ecológicos. | |||||||||||
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| SkyScraperLife | ||
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| Produção industrial recua 5,2% em novembro, maior queda desde maio de 1995 06 de janeiro de 2009 Agência Brasil A produção da indústria brasileira recuou 5,2% em novembro, após retração de 1,7% verificada em outubro. O resultado, divulgado hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representa a maior queda na atividade fabril desde maio de 1995 (-11,2%). Somente em outubro e novembro, a queda acumulada no setor é de 7,9%. O mesmo movimento foi verificado na comparação anual, interrompendo um ciclo de 28 meses de taxas positivas. Em relação a novembro de 2007, a produção da indústria brasileira sofreu um recuo de 6,2%, o mais intenso desde dezembro de 2001, quando houve queda de 6,4%. De acordo com o documento do IBGE, essa desaceleração “evidencia um aprofundamento do ritmo de queda da atividade e um alargamento do conjunto de segmentos com decréscimo na produção”. Na passagem de outubro para novembro houve retração em 21 dos 27 ramos pesquisados e em todas as categorias de uso. Segundo o instituto, os setores que mais influenciaram o resultado foram o de veículos automotores (-22,6%), máquinas e equipamentos (-11,9%), edição e impressão (-14,8%), indústrias extrativas (-10,9%) e metalurgia básica (-10,2%). Entre as categorias de uso, os bens de consumo duráveis registraram a maior queda desde dezembro de 1997, com redução de 20,4%. Já a produção de bens de capital recuou 4%; de bens intermediários, 3,9%, e de bens de consumo semi e não-duráveis, 0,7%. No acumulado até novembro de 2008, a indústria acumula alta de 4,7% em relação ao verificado no período de janeiro a novembro de 2007. Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 4,8%. | |||||||||||
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| Empresas ligadas à cultura poderão contar com apoio financeiro 06 de janeiro de 2009 Agência Sebrae Apoiar micro e pequenas empresas do segmento da economia da cultura no desenvolvimento e implantação de produtos e processos novos ou com melhorias tecnológicas. Esse é o objetivo da Encomenda do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Sebrae e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançada em dezembro para vigorar neste ano de 2009. As inscrições estão abertas até 30 de janeiro. Trata-se de uma seleção pública de instituições interessadas em obter apoio para projetos de inovação ligados à criação, produção, circulação, difusão e consumo de bens e serviços culturais nas cadeias produtivas da música, audiovisual ou editorial. Para isso, serão comprometidos recursos não-reembolsáveis no valor de R$ 4 milhões. A seleção das entidades para o apoio financeiro ocorrerá em duas fases. Na primeira, a instituição proponente deverá apresentar uma carta de manifestação de interesse, explicitando o escopo em que atua e os produtos e serviços prestados pela entidade, assim como disponibilidade de equipe, de infra-estrutura, portfólio de projetos voltados para o segmento da economia da cultura e investimentos de parceiros locais. A proponente que tiver a carta de manifestação selecionada estará habilitada para apresentar seu projeto. Essas propostas podem ter solicitação de apoio financeiro de, no mínimo, R$ 300 mil, e, no máximo, R$ 500 mil. Esses limites não devem considerar valores de contrapartida e outros aportes ao projeto. A apresentação da carta de manifestação de interesse deve ocorrer até o dia 30 de janeiro. O resultado dessa seleção acontece em fevereiro e em março os interessados devem enviar a proposta de projeto. Todos esses prazos e o regulamento completo podem ser encontrados em documento no site Inovação e Tecnologia — Sebrae. O prazo de execução do projeto será de até 24 meses, podendo ser prorrogado a critério da Finep e do Sebrae. Com esse financiamento poderão ser apoiadas despesas correntes, como material de consumo, software, instalação e manutenção de equipamentos, passagens, diárias e participação em eventos. Também serão apoiadas despesas de capital como equipamento, material permanente e material bibliográfico, obras e reformas. Além disso, o recurso poderá ser empregado em despesas operacionais e administrativas destacadas na Lei de Inovação (Lei no 10.973/04). | |||||||||||
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| Empresas que querem crescer têm apoio de novo programa 06 de janeiro de 2009 Agência Sebrae Elas já superaram grandes obstáculos. Estabelecidas há algum tempo, com problemas básicos de gestão resolvidos, chegou a hora de pensar mais alto, de solucionar outras questões e de focar ações no crescimento. Para apoiar empresas neste estágio, surgiu o 'Programa Sebrae para Empresas Avançadas', composto por soluções que abordam vários temas de interesses desses empresários como Gestão Financeira, Inovação e Internacionalização. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho, existem aproximadamente 312 mil pequenas empresas no País. O programa irá atender empreendimentos com dois ou mais anos de vida, que já tenham ultrapassado a fase inicial de consolidação no mercado. Para a gerente da Unidade de Capacitação Empresarial do Sebrae Nacional, Mirela Malvestiti, além dessas características, há um requisito fundamental para que uma empresa participe do novo programa. “Vamos trabalhar com empresas que aceitam o desafio do crescimento e que almejam realizar vôos maiores”, explica a gerente. Na visão de Mirela, o empresário à frente desse tipo de empreendimento tem como característica a inquietude e a busca de uma gestão cada vez mais eficiente. “Queremos atingir um público composto por empresários que se orgulham do seu negócio, que têm ambição pelo futuro e vontade de fazer mais. São pessoas que pretendem vender mais e, em conseqüência, gerar empregos e renda e contribuir para o desenvolvimento do País”, observa Mirela. Tempo para planejar Em geral, os negócios que formam o público-alvo do ‘Programa Sebrae para Empresas Avançadas’ superaram questões básicas de gestão, só que ainda esbarram em outros problemas para progredir, como a necessidade de melhorar a qualificação dos seus profissionais, o pouco uso da inovação e a dificuldade para se internacionalizar. Esses empreendimentos normalmente possuem um modelo de gestão familiar. Significa que na maior parte das vezes o empresário precisa estar atento ao conjunto das questões cotidianas do seu negócio. Ao mesmo tempo, não delega funções a seus trabalhadores, por considerar que apresentam baixa qualificação. "Pela impossibilidade de descentralizar alguns procedimentos administrativos, o empresário fica preso ao dia-a-dia e não consegue dedicar o tempo necessário ao planejamento, a fim de que a sua empresa cresça", explica a gerente Mirela. O 'Programa Sebrae para Empresas Avançadas' atende tanto à necessidade de formação do corpo gerencial das empresas quanto à pouca disponibilidade dos empresários para se submeter a uma extensa programação de cursos. Por esse motivo, um dos focos do projeto são consultorias dentro da empresa, assim podem ser beneficiados o empresário e seus funcionários. Com esse atendimento é possível identificar questões positivas ou negativas referentes ao crescimento da empresa. "Esses empresários se concentram mais na busca por resultados aplicados e aprender por meio de cursos não é a maior motivação deles", observa Mirela, com base em estudos feitos pelas unidades do Sebrae na Federação. Com a correria da vida moderna e a necessidade de uma presença intensa no seu estabelecimento, esses empresários dispõem de pouco tempo livre para deixar o ambiente de trabalho e se dedicar ao aprendizado. Eles demandam um aprendizado mais próximo de sua realidade profissional e ações cujos resultados possam ser medidos na prática. As Unidades Estaduais do Sebrae identificaram com empresários que fazem parte do público-alvo do programa uma série de demandas, como necessidade de acompanhamento de resultados, de instrumentos para manter as empresas sob controle, definição de planos de ação com cronogramas, metas e indicadores e implantação de ferramentas para acompanhamento e avaliação de resultados. Soluções O 'Programa Sebrae para Empresas Avançadas' se divide em dois tipos de soluções, uma para temas específicos e outra integrada. As Soluções para Temas Específicos são 'Estratégias Empresariais', 'Encontros Empresariais', 'Decisão Empresarial na Visão Sistêmica', 'Gestão Financeira: do Controle à Decisão', 'Gestão da Inovação – Inovar para Competir' e 'Planejando para Internacionalizar'. A integrada chama-se 'Ferramentas de Gestão Avançada' e é composta de workshops e consultorias. O 'Programa Ferramentas de Gestão Avançada' será desenvolvido com base em dez pilares como o diagnóstico da performance e da competitividade da empresa, o desenvolvimento de um plano empresarial, a definição de objetivos estratégicos, a implantação de um modelo de gestão baseado em indicadores e metas e o acompanhamento sistemático da execução e dos resultados. A solução, que deve ser implementada no primeiro semestre de 2009, terá 209 horas totais, das quais 136 horas de consultoria em cada empresa participante. "Os fundamentos para implantação e monitoramento dos resultados vão permitir uma ação mais eficaz para que as empresas participantes alcancem os objetivos que tanto almejam, que é crescerem e se tornarem cada vez mais fortes e presentes no mercado", afirma Rosângela Angonese, consultora do Sebrae no Paraná, que coordenou o desenvolvimento do Programa Sebrae para Empresas Avançadas. Fundamentada nesses pilares, a 'Solução Ferramentas de Gestão Avançada' tem como propostas levar conhecimentos sobre gestão empresarial para os participantes por meio de estratégias como palestras, capacitações em áreas chave da gestão empresarial, consultorias individuais e encontros que estimulam o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre empresários. Excelência de gestão O 'Programa Ferramentas de Gestão Avançada's é composto de três fases. Na primeira, há o diagnóstico da empresa, que ocorre com base nos Fundamentos da Excelência da gestão usados pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), no Modelo Internacional de Avaliação de Gestão Empresarial, com referência no Prêmio Malcom Balridge, e na Avaliação dos Sete Critérios de Excelência de Gestão de Negócios. Os Critérios de Excelência são adotados por muitas organizações de Classe Mundial e construídos em conceitos essenciais à obtenção da excelência no desempenho. Entre os conceitos estão presença da cultura da inovação, visão de futuro, responsabilidade social, valorização das pessoas e conhecimento sobre o cliente e o mercado. Na segunda fase, o consultor visitará as empresas para conversar com os empresários sobre sua situação atual e planos para o futuro. "Com base nessas análises, se identificarão as potencialidades de melhoria e se poderá concluir se o Programa atende às necessidades da empresa naquele momento", explica Rosângela Argonese. As informações obtidas servirão de base para a elaboração de um Projeto Empresarial para o participante do programa e de indicadores de resultado. Na terceira fase do 'Programa Ferramentas de Gestão Avançada', acontecerá o monitoramento mensal dos resultados e a implantação de projetos ou plano de ação específicos, workshops sobre gestão empresarial nas áreas de Finanças, Clientes, Pessoas e Processos e consultoria individualizadas para implantação de projetos específicos com foco nos temas dos workshops e Encontros Empresariais. | |||||||||||
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| Fundo soberano chinês reduz investimentos 06 de janeiro de 2009 Folha Online O fundo soberano chinês, que nos últimos meses fez vários investimentos sem sucesso no exterior, decidiu frear os gastos. "O CIC (China Investment Corporation) ajusta os projetos feitos no início do ano desde setembro, quando o sistema financeiro internacional entrou em grave crise", afirmou Zhang Hongli, vice-presidente do organismo. "Hoje em dia, o mais importante é a liquidez. Tentaremos, na medida do possível, não investir", acrescentou. O CIC foi inicialmente dotado de 200 bilhões de dólares. Do valor, um terço deveria ser investido em ativos estrangeiros, principalmente em carteiras de produtos financeiros. No entanto, várias participações, como no fundo de investimentos americano Blackstone ou no banco Morgan Stanley, resultaram em fiasco. | |||||||||||
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