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| É uma obra «muito falada porque é pouco construída» e «apenas» o município da Figueira da Foz já deu alguns passos no terreno para que Coimbra, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz fiquem ligadas ao longo do rio Mondego. Miguel Ferreira, um dos arquitectos responsáveis pelo projecto da ciclovia, falava ontem, em Montemor-o-Velho, no âmbito de uma conferência promovida pela Cooperativa Teatro dos Castelos, defendendo que a obra, mais do que ser uma forma de ligar os três centros urbanos, é um projecto que permite dar outra vida ao vale do Mondego, «repensando este território». «O sentido da ciclocia é o de aproximar as populações ao rio e preencher o vazio que existe neste momento no vale do Mondego», explicou, defendendo ser «urgente olhar para este vazio de outra forma». E ter uma visão diferente significa partilhar a agricultura – que em Montemor continua a ser uma sector que «movimenta capitais mas não movimenta pessoas» – com outras áreas, como a cultura e o desporto, «potenciando o que já existe» e «dando novo significado ao vale». Exemplificando, Miguel Figueira falou da possibilidade de ligar a ciclovia com os centros de estágio, as praias fluviais, o centro náutico, o Portugal dos Pequenitos, os hipódromos, os centros históricos, entre outras ofertas que existem nas proximidades do rio, entre Coimbra e a Figueira da Foz. Ideias que não são novas – muito pelo contrário – mas também não são concretizadas. Segundo o arquitecto, apenas o município da Figueira da Foz já deu alguns passos no terreno com a construção de «um pequeno troço», e Montemor «mostra vontade» esperando que, neste concelho, «quando arrancarem as obras no centro náutico e no leito abandonado, arranquem também com a ciclovia». Datas para a conclusão não há, até porque, explica, este é um projecto que não se pretende seja construído em contínuo, mas faseado, por forma a que um dia «todos os pequenos troços se unam» de Coimbra à Figueira da Foz. Ao todo são 43 quilómetros de via para bicicletas, o que, em tempo, representa uma ligação de pouco mais de duas horas (a uma velocidade média de 20Km/ /hora), entre os três centros urbanos. O encontro de ontem foi o culminar do Quarteirão Primavera, uma iniciativa da Cooperativa Teatro dos Castelos que permitiu, ao longo de toda a estação, levar um sem número de espectáculos culturais a Montemor-o-Velho. As iniciativas – exposições, concertos, uma mostra de vídeo, teatro e conferências – pretenderam «levar visitantes à parte abandonada da vila (a zona do casco do castelo», explicou Júlio Sousa Gomes, da cooperativa, sublinhando que esse objectivo «foi conseguido». in Diário de Coimbra Last edited by daniel322; 14th October 2006 at 16:41. | |||||||||||
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| O projecto já está aprovado pela maioria dos accionistas, por isso o traçado entre Lousã e Serpins do Metro Ligeiro de Superfície (MLS) vai mesmo ficar de fora, optando-se com uma solução de rodovia para fazer a ligação da Lousã a Serpins e às restantes freguesias do concelho que, no entender da administração da Metro Mondego (MM), traz muitas vantagens. Ontem, em conferência de imprensa, a administração da MM apresentou a solução que, considera, é financeiramente muito mais barata e permite uma maior abrangência em termos de utilizadores. A solução apresentada passa pela utilização de transportes rodoviários que farão a ligação de todas as freguesias com a Lousã, sede de concelho, de onde partirá o metro em direcção a Coimbra. Esta solução permite que as freguesias de Foz de Arouce, Casal de Ermio, Serpins e Vilarinho passem a dispor de um meio de transporte rodoviário que, até aqui, é praticamente inexistente. Com este serviço o número de utilizadores do metro será muito maior uma vez que de um universo de pouco mais de 1700 habitantes (de Serpins), o metro passará a estar ao dispor de mais de cinco mil habitantes (correspondentes aos habitantes das quatro freguesias). Falta “um sinal da tutela” Aprovada que está esta a versão definitiva dos documentos do concurso internacional do MLS, entregue a 30 de Novembro ao Governo, parecem estar reunidas as condições para o lançamento do concurso público internacional, esperando os administradores «um sinal da tutela». E nem um Governo em gestão parece abalar as convicções dos administradores em que o concurso seja lançado muito brevemente. «Todos os cenários convergem no sentido de que o metro vai ser brevemente lançado a concurso internacional», disse José Mariz. Por outro lado, assegurou, «este é um acto administrativo e na fase actual ele não vai a Conselho de Ministros», disse afirmando que o processo necessita apenas de um despacho conjunto do secretário dos Transportes e Comunicações e do secretário de Estado do Tesouro e das Finanças. José Mariz acrescentou, de resto que, «este é um processo que está em curso» e não é uma solução que «um Governo em gestão fosse apressadamente tirar de qualquer gaveta para lançar». Questionado sobre a possibilidade de impugnação do concurso público por Fernando Carvalho, presidente da Câmara Municipal da Lousã, que já manifestou esta intenção como forma de manifestar o seu desagrado com a exclusão do troço Lousã/Serpins, os administradores asseguram que, e invocando os estatutos da sociedade, a aprovação necessita apenas do voto da maioria dos accionistas, o que já aconteceu. Imagem do Marco Bruno ![]() | |||||||||||
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| Um invisual que queira saber o percurso que deve fazer até determinado sítio vai passar a poder ouvir a resposta na máquina de validação do bilhete do futuro metropolitano ligeiro de superfície de Coimbra. Ou ainda, para as pessoas que se desloquem, por exemplo, em cadeiras de rodas, o sistema de informação, que já está a ser desenvolvido pela Metro Mondego, vai possibilitar que a pessoa saiba se a rua onde vai sair é inclinada ou não. Se for, pode, através do telemóvel, do computador ou através da própria máquina de validação, escolher outra paragem. E a rua pode até nem ser íngreme, mas se as pessoas portadoras de deficiências motoras preferirem ficar à porta de casa, o sistema de informação, que foi ontem apresentado à imprensa, inclui dados sobre a proximidade de praças de táxis nas paragens do futuro metro. E não é ficção científica, é simplesmente a utilização das novas tecnologias: "Esta é muito diferente das outras", afirmou Paula Trigueiros, engenheira da empresa Ideógrafo, durante a apresentação do projecto. Para além desta investigadora e do arquitecto João Redondo, da mesma empresa, a Metro Mondego escolheu ainda como parceiro o Núcleo Regional do Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral. O presidente do Conselho de Administração da Metro Mondego, José Mariz, realçou o facto da Metro Mondego "lançar este projecto com três anos e meio de antecedência". Isto, numa altura em que o projecto ainda corre o risco de ser inviabilizado pela Câmara Municipal da Lousã, que se recusa a aceitar que a ligação não chegue até Serpins. Mas, apesar disso também, o concurso público internacional já foi lançado, em Fevereiro. Ainda na sessão de apresentação do projecto, denominado "Mondego - Informação em Movimento (MIMO), Paula Trigueiros explicou que "toda a filosofia do trabalho" que está a ser desenvolvido "se baseia no design inclusivo": "Se conseguirmos resolver o problema de quem não vê, conseguiremos resolver os problemas de todos", exemplificou a engenheira. Assim, o projecto vai ser pensado tendo em conta necessidades especiais, que podem ir desde o analfabetismo às deficiências físicas, passando pela atenção requerida pelos idosos e ainda turistas que desconheçam a cidade e a língua. Desta forma, vão ser traçados diversos "perfis", dos quais as pessoas escolherão um quando adquirirem o bilhete que, por sua vez, incluirá um chip que acciona os mecanismos adequados às necessidades em causa. "Que percurso fazer?"; "Haverá avarias na linha?"; "Quanto custa?"; "Quantas paragens faltam?"; "Qual a saída para a rua?"; "Posso sair em cadeira de rodas?" são apenas algumas das perguntas pensadas para o projecto. As respostas podem ser obtidas antes, durante ou depois da viagem, através da Internet, do telemóvel, da máquina de validação, de quiosques e de outros sistemas que serão introduzidos nos comboios. | |||||||||||
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| (already inaugurated) Pavilhão Desportivo e Complexo Olímpico de Piscinas, Coimbra Multipurpose Sports Hall and Olympic Pool Complex, Coimbra ![]() Complexo Municipal de Piscinas, Pedrulha (Coimbra) Municipal Pool Complex, Pedrulha (Coimbra) ![]() Complexo Municipal de Piscinas, S. Martinho (Coimbra) Municipal Pool Complex, S. Martinho (Coimbra) ![]() Habitação para Estudantes, Coimbra Student Housing, Coimbra ![]() | |||||||||||
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| ![]() Aprígio Santos pretende construir um centro comercial, perto do acesso urbano à A14. O investimento previsto é de 85 milhões de euros e criará 1.700 postos de trabalho. A empresa Aprígius, de Aprígio Santos, tem projectada a construção de um centro comercial com 125 lojas, creche, salas de cinema, clínica privada, espaços lúdicos, restauração, entre outras valências. Segundo o DIÁIRO AS BEIRAS apurou, o empreendimento reserva uma área considerável para comerciantes da Figueira que ali pretendam instalar–se. O projecto do presidente da Naval prevê um investimento global que ronda os 85 milhões de euros e a criação de 1.700 novos postos de trabalho. Os terrenos onde o empresário ambiciona construir o centro comercial, com 30 mil metros quadrados de área útil, localizam-se nas traseiras do quartel militar, perto do acesso urbano à A14. Com remetente da Direcção Regional de Economia - entidade a que a Aprígius enviou o pedido de autorização –, a proposta já deu entrada na edilidade figueirense, quinta-feira última. “Trata-se de um projecto de âmbito regional. Como tal, implica a apreciação por parte de diversas entidades, entre as quais a autarquia da Figueira”, declarou Duarte Silva, presidente da câmara. ACIFF vota contra Os terrenos do empresário Aprígio Santos encontram-se numa mancha verde onde a autarquia vai construir um parque de lazer urbano. Duarte Silva confirma, recusando–se, porém, a fazer comentários acerca da posição que a câmara vai tomar. “Primeiro temos de apreciar o projecto, para podermos emitir um parecer”, explicou. A câmara tem agora 25 dias para se pronunciar. Da parte de Aprígio Santos, ouvimos a promessa de que poderá prestar declarações sobre o assunto durante a próxima semana. Entretanto, a direcção da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), uma das entidades chamadas a pronunciar-se, aprovou, por unanimidade, uma declaração que rejeita o empreendimento. Fernando Cardoso, presidente daquela estrutura empresarial, sintetiza os argumentos que conduziram à tomada de posição: “Estamos contra por razões de natureza económica e urbanística. Este projecto prejudica o comércio e a restauração locais e descaracteriza a cidade. Além disso, não traz qualquer mais-valia”. http://www.asbeiras.pt/?area=destaqu...ae9f3a1ebaea13 | |||||||||||
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