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Old 5th October 2006, 23:53   #1
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Hillock Residence


Celas Plaza


Celas Plaza

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Quote:
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Hospital Pediátrico Regional de Coimbra

Render


Foto de 02/2007


Algumas fotos da obra (já têm alguns meses mês...)









e isto são representações da globalidade do empreendimento

Avenida Central


Nova Faculdade de Psicologia, a ser construída no Polo II





Novo Edificio do Conservatorio de Coimbra
A ser construído no antigo parque da Ecovia no Vale das Flores (junto aos Sapadores)

Projecto que penso ter sido aprovado:



Outro projecto apresentado:









Celas Plaza




Quote:
Os projectos do futuro Centro de Convenções do Convento de S. Francisco e da Casa da Escrita foram ontem apresentados. Mas as novidades não se ficaram por aqui:

Um campo de golfe, na margem direita a seguir à Ponte da Portela, a pintura e recuperação das fachadas dos edifícios das ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz e uma carreira de transportes colectivos por estas duas artérias eram as surpresas guardadas por Carlos Encarnação para a sessão que tinha como objectivo dar a conhecer projectos fundamentais para a cidade. São eles: o Centro de Convenções e Espaço Cultural, a edificar no edifício do Convento de S. Francisco, a futura Casa da Escrita, o Conservatório de Música de Coimbra e o CoimbraiParque
Mas vamos, primeiro, aos projectos novos para a cidade:

Quote:
A autarquia vai definir uma zona junto à Ponte da Portela (margem direita) para a construção de um campo de golfe.

Segundo Carlos Encarnação, “Coimbra não pode esperar mais, pois esta modalidade é um dos pólos fundamentais de atracção turística”. A construção, de acordo com o presidente da Câmara, caberá a uma das entidades privadas que tem apresentado o projecto.

Quanto às ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz, é para continuar “o sopro de reabilitação significativa” que está a ser efectuado no Centro Histórico da cidade.

E, como a autarquia ainda não está satisfeita, vão ser recuperadas e reabilitadas as fachadas de todos os edifícios destas duas artérias. Por último, a passagem, de novo, de uma carreira dos SMTUC, através de um veículo próprio, nas ruas que estão há alguns anos fechadas ao trânsito.
Quote:
Casa da Escrita
O edifício tem, na opinião de Carlos Encarnação, “uma carga simbólica muito grande do neo-realismo”.
O arquitecto João Mendes Ribeiro, que é o autor do projecto de transformação da habitação em Casa da Escrita, não poupou elogios a uma casa que, depois de pronta, irá acolher “um escritor convidado”.
Concluído o projecto, a Câmara Municipal de Coimbra irá lançar ainda este ano o concurso para que, em 2008, arranquem as obras no imóvel que pertencia aos herdeiros do poeta João José Cochofel.
O projecto será candidatado às verbas do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN).
Quote:
Centro de Convenções

Sem dúvida alguma, o projecto mais emblemático do segundo mandato de Carlos Encarnação.

Resolvida a questão do pedaço de terreno onde irá ser construído o auditório, o qual se encontrava em zona protegida do Convento de Santa Clara-a-Nova, é intenção do presidente da Câmara Municipal de Coimbra levar por diante a obra.
Mas, de que forma? Carlos Encarnação já comunicou à Empresa Municipal de Turismo, “e irei dar disso conta também à autarquia e à Assembleia Municipal”, de abrir o seu capital social a verbas privadas.
“Mas onde 51 por cento continuarão na posse da câmara”, garantiu.
A forma de atrair os capitais privados é colocar nas mãos da empresa o futuro Centro de Congressos.
Para colocar de pé este projecto, em cujo Carrilho da Graça tem vindo a trabalhar há alguns anos, a câmara irá candidatar o projecto às verbas do QREN.
O valor total da intervenção, onde irá surgir um auditório que permitirá a realização de todo o tipo de espectáculos para 1.146 pessoas e um restaurante num edifício autónomo, deverá rondar os 20 milhões de euros.

Um quarto deste valor será gasto num parqueamento coberto para 557 automóveis a ser edificado na zona onde existe actualmente um parque de estacionamento (no lado direito da rotunda do Portugal dos Pequenitos).


Nova Igreja no Bairro do Ingote

Quote:
Terreno já há, falta a verba para colocar a obra de pé. Em plena festa de S. Pedro, a Câmara Municipal de Coimbra assinou o acordo de cedência de um terreno com uma área de 5700 metros quadrados para a construção da futura Igreja e Centro Paroquial e Social do Ingote

São mais de 5700 metros quadrados de terreno, no valor de 107.800 euros, junto à Escola do 1.º Ciclo do Ingote. O desejado espaço para a construção da Igreja e do Centro Paroquial e Social já é uma realidade, falta agora a verba para avançar com a obra. Para o padre Fernando Gonçalves, há que «dar um passo de cada vez», agora que está concretizado o acordo de cedência do terreno pela Câmara Municipal de Coimbra.
«Deus nos inspirará a ir buscar as fontes. A Reitoria da Igreja de Nossa Senhora de Fátima [que tem responsabilidade jurídica, canónica e civil da capela de S. Pedro] não tem qualquer hipótese de pagar. Aqui também não há dinheiro», sublinhou.
Sem prazos para colocar a empreitada no terreno, Fernando Gonçalves acredita que com «coragem e confiança em Deus» se irão encontrar soluções que colocarão de pé a desejada igreja.
Enquanto tal não acontece, o culto religioso cumpre-se numa espécie de “loja-capela” instalada há cerca de duas décadas no lote 17 do bairro. É lá que todos os sábados, às 8 e meia da noite, muitos vão assistir à missa do padre Fernando, apesar de haver quem opte por procurar «outras comunidades». Mesmo assim, «a capelinha enche», continuou Fernando Gonçalves, que há quase três anos convive de perto com as comunidades do planalto.
«É uma comunidade heterogénea, com classes carenciadas e também muita gente boa», sublinhou, elogiando a comissão administrativa da capela pela sua dedicação.
Com a construção da nova igreja e centro paroquial criam-se também melhores condições para dar catequese às crianças. Hoje, oscilam entre os 20 e 30 inscritos, mas, noutros tempos, o número já foi mais significativo, adiantou o reitor de Nossa Senhora de Fátima, indicando «um certo envelhecimento» da população dos bairros. No entanto, realçou, com as novas construções nas zonas vizinhas ao Ingote e à Rosa a esperança é que se assista a um rejuvenescimento.

Bairro do Ingote

Ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz

Galeria subterrânea desde o Largo da Portagem até à Praça 8 de Maio:

(Projecto recusado)








Aeródromo de Poiares

Quote:
É um projecto que para muitos é «uma loucura», mas para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares «é um sonho concretizável», «que vai transformar a face da nossa terra e do próprio distrito». Falamos do aeródromo do Bidoeiro que dentro de quatro anos deverá estar operacional

“O sonho comanda a vida”. As palavras do poeta aplicam-se em Vila Nova de Poiares. O sonho aconteceu e já está a tomar forma, com a construção da pista de 2.300 metros, uma operação que conta com o apoio do Regimento de Engenharia de Espinho.

Jaime Soares, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, foi o homem do sonho. «Não se consegue só num mandato, mas espero vir a acabá-lo», afirma. Em causa está um projecto que o próprio autarca considera gigantesco, mas que é passível de concretização. A prova está nos trabalhos que decorrem no terreno, que começaram com a desmatação do “plateau” da serra e que já se concentram na construção da pista.
O local é considerado pelo autarca como «o ideal» para «um aeródromo com todas as condições», cujas potencialidades terão «duas fases distintas de aproveitamento».
A primeira prende-se com o combate aos fogos florestais. Um projecto caro a Jaime Soares, comandante dos bombeiros de Vila Nova de Poiares e também presidente da Federação Distrital de Coimbra dos Bombeiros.
«Na região só temos a pista de Seia», lembra Soares, apontando a centralidade territorial da freguesia de Lavegadas e a proximidade/vizinhança com a barragem da Aguieira, fundamental para um abastecimento célere dos aviões anfíbios e mistos usados no combate aos fogos florestais. «Estamos a dois minutos da Aguieira», diz, sublinhando o quanto é importante a rapidez de intervenção dos meios aéreos em situação de fogo na floresta, seja na fase inicial de deflagração, seja numa altura em que as chamas atingem proporções mais relevantes e a força dos meios aéreos é fundamental para debelar o fogo.

Voos charter

Trata-se do aproveitamento da infra-estrutura a criar para receber voos charter e imprimir uma dinâmica nova e diferente em termos de rapidez de acessos, que hoje em dia não existe, afirmando-se como uma terceira via, entre os aeroportos do Porto e de Lisboa. «Uma pista que possa atingir cerca de 2.500 metros permite a aterragem de todo o tipo de aviões, com 100, 200 passageiros». Mas tendo «em conta que o país é pequeno», o afluxo previsto por Jaime Soares relativamente ao Bidueiro centra-se em voos charter com capacidade para entre 40 e 80 passageiros. «Uma situação agradável em termos de excursões, de equipas que se deslocam, para a região, para participarem em congressos ou fazerem turismo».

«Aquela pista, depois de devidamente preparada e infraestruturada, pode constituir uma inquestionável plataforma de apoio para toda a região», defende o autarca de Poiares, apontando para as potencialidades, em termos de turismo, gastronomia e artesanato que oferecem o Buçaco, Luso, Góis, Arganil, Lousã, Penacova e, fundamentalmente Coimbra, «a grande atracção» em termos turísticos, no entender de Jaime Soares, que «não tem uma infra-estrutura desta natureza». «Poiares pode vir a ser, para o distrito e fundamentalmente para a cidade de Coimbra, uma importante plataforma de apoio», localizada a escassos 23 quilómetros de distância, ou, como prefere sublinhar o presidente da autarquia, a «um quarto de hora, se porventura resolvermos o problema da Estrada da Beira».
Se em si a obra é «uma loucura», mas saudável e importante para a região, os custos de toda a empreitada, envolvendo pista, torre de controlo e estruturas adjacentes que importa construir, poderão ser considerados faraónicos. «A custos de uma administração directa, mais barata, poderá ficar, no mínimo num milhão de contos», de acordo com as contas de Jaime Soares.

OBRAS EM CURSO - Estudos Artísticos na Casa das Caldeiras



Quote:
Casa das Caldeiras, espaço intimamente ligado à história da fotografia em Coimbra, irá acolher no ano lectivo 2008/2009 a licenciatura em Estudos Artísticos da FLUC.

No ano em que se prepara para integrar as áreas curriculares da fotografia e novos média, a licenciatura em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) viu garantida a Casa das Caldeiras, espaço intimamente ligado à história recente da fotografia, com os Encontros de Fotografia de Coimbra.
Há alguns meses em obras de recuperação/construção de um novo edifício contíguo à Casa das Caldeiras, de acordo com um projecto do arquitecto João Mendes Ribeiro, o espaço deverá ser disponibilizado aos Estudos Artísticos para funcionamento no ano lectivo 2008/2009.


IPPAR deverá lançar em breve concurso público internacional para a construção do órgão de tubos da Sé Velha

Quote:
Oferecer-lhe um novo órgão de tubos é apenas o primeiro passo. O sonho é maior: oferecer à Sé Velha de Coimbra a dignidade perdida durante 250 anos, justificando a nomeação de Catedral Histórica da cidade com a presença de conimbricenses e turísticas interessados em conhecer a sua história, a sua riqueza e sua importância para a vida religiosa e cultural de Coimbra, e até do país.

É este o objectivo de um grupo de cidadãos da cidade, liderado pelos maestros José Firmino e Joel Canhão e ainda por António Jorge Silva, José Mariz e pelo pároco João Evangelista, que, durante um concerto de Natal, percebeu que a aquisição de um órgão de tubos para a Sé Velha poderia ser o começo de uma revolução para a dignificação daquele edifício emblemático da cidade.

Após algumas reuniões com dirigentes do IPPAR, o esforço começa a dar frutos. Muito brevemente será lançado um concurso público internacional para a escolha de quem irá construir o órgão de tubos que, se tudo correr como previsto, será colocado no guarda-vento, sob a porta principal da Sé Velha. «Não será um órgão qualquer», garantiu ontem aos jornalistas João Evangelista, durante uma visita ao monumento, promovida para apresentar as linhas programáticas definidas para a dignificação da Igreja Catedral de Coimbra.

O pároco está confiante de que dentro de um ano «já haverá novidades» sobre este projecto. E estas, as novidades, não se encerram no órgão de tubos. «Este é apenas o primeiro passo» de um objectivo mais amplo que é «conciliar Coimbra com a sua catedral», depois de um «afastamento» provocado com a decisão de nomear a Sé Nova como Catedral de Coimbra.


Coimbra iParque




Quote:
O Coimbra iParque é um dos grandes projectos da autarquia que vai ter início durante este ano. O projecto recebeu, pela primeira vez, no orçamento camarário para 2007, uma dotação de cerca de quatro milhões de euros para acessos e expropriações de terrenos.

Esta primeira fase do parque empresarial vai ocupar quase 30 hectares de um terreno situado nas freguesias de Antanhol e de S. Martinho do Bispo, nos arredores de Coimbra. O primeiro passo para a implementação do projecto foi dado em Junho passado, quando o estudo de impacte ambiental obteve o parecer favorável do secretário de Estado do Ambiente, dando assim "luz verde" para avançar com a primeira fase do Coimbra inovação Parque.

Promover a inovação em ciência, tecnologia e saúde são objectivos do Coimbra iParque, que irá assumir-se como um centro de desenvolvimento científico, tecnológico e empresarial.

Acelerar o processo de desenvolvimento tecnológico da indústria, criar empregos, ocupação e rendimento, competir com produtos nos mercados nacional e internacional e transformar Coimbra num pólo nacional exportador de tecnologia são outros objectivos do "Coimbra iParque", que pretende ainda promover a implantação, ampliação, modernização e relocalização de empresas industriais de base científica e tecnológica na cidade. in JN


Cinemas na antiga fabrica da Triunfo

(projecto parado)

os renders:













renders da intervenção onde agora se situa a pista de cross e os smtuc
(em frente ao forum coimbra)











NOVA ESTAÇÃO INTERMODAL DE COIMBRA

Projecto fantástico que adorava ver construído



para ajudar a localizar, a ponte à direita na imagem acima é a Ponte-Açude



ficava espectacular a estação construída na própria ponte!!




Centro de Congresso Figueira da Foz (arq.Ricardo Bofill, 2001)


World Trade Center Coimbra - Projecto Recusado









Centro de Congressos do Convento de São Francisco.










Quote:
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Museu Machado de Castro

Renders:







Mais sobre a intervenção


Figueira da Foz - Aparthotel Atlântico

Atlântico Suite Hotel & SPA - edifício existente





Atlântico Suite Hotel & SPA - Renders






:drool:





Estudio Adn
Quote:
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Um outro projecto do Programa Polis que considero interessante: a pedonalização da Avenida João das Regras (que liga a Ponte de Santa Clara ao Portugal dos Pequenitos).





Prof, em relação à 5ª fase do Parque Verde, as únicas informações que consegui obter foram as seguintes:
SRU vai lançar dois concursos

SRU lançará em duas semanas dois concursos públicos internacionais. Um para escolher o parceiro privado que actuará na 1.ª Unidade de Intervenção, outro para seleccionar quem desenhará o documento estratégico para a 2.ª. Este consórcio será também o parceiro privado da intervenção

O presidente da Coimbra Viva – Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) espera dentro de 15 dias poder lançar o concurso público internacional para a escolha do parceiro privado para a 1.ª Unidade de Intervenção (UI) da Baixa. Na mesma altura deverá também ser lançado o concurso público com vista à selecção do consórcio que irá elaborar o documento estratégico da 2.ª UI e que, ao contrário do que aconteceu anteriormente, será também o parceiro privado da intervenção.
Esta é, aliás, uma das grandes novidades desta nova unidade em relação à que inclui o corredor do futuro eléctrico rápido. «Por uma questão de poupança de tempo, de energia e especialmente, para podermos encontrar soluções mais adequadas e mais viáveis financeiramente» a empresa que elaborar o documento estratégico será também o parceiro que acompanhará a SRU na aquisição de imóveis e na realização de obras quando os proprietários não se mostrarem interessados, explicou ontem João Paulo Craveiro ao Diário de Coimbra.
«Quem elaborar o documento irá actuar no terreno», resumiu o presidente da SRU, garantindo que todos os outros passos com vista à participação dos cidadãos nas soluções encontradas serão idênticos na 2.ª UI ao que aconteceu na 1.ª. Ou seja, será elaborado um documento base que será colocado a discussão pública para auscultação dos interessados e só depois será realizado o documento definitivo que será sujeito a aprovação pelo Conselho de Administração da SRU.
Com a 1.ª UI, que engloba a área entre as ruas Praça 8 de Maio, da Sofia e Direita e ainda as da Moeda e João Cabreira em andamento (recorde-se que os proprietários dos imóveis terão de decidir durante o próximo mês de Abril se fazem ou não as obras nos seus prédios), e com a 2.ª UI (entre as ruas da Sofia, Direita, João de Ruão e Rua Nova, incluindo o Terreiro da Erva, num total de 2,5 hectares) já definida, a SRU garante intervenção em três zonas definidas pela Comissão Interdisciplinar da Baixa.
«Preferimos transformá-las em duas grandes zonas, poupando, assim, tempo na intervenção», explicou João Paulo Craveiro, recordando que, entretanto, há proprietários de outras unidades interessados em ir realizando obras nos seus imóveis. Será para eles, mas também para os que, no final das obras, estejam interessados em adquirir prédios ou parcelas que a Câmara de Coimbra assinou ontem mais um protocolo com uma entidade bancária com vista a fornecer-lhes condições mais vantajosas de crédito.

ainda sobre o cinemacity na triunfo:
Quote:
EMPREENDIMENTO - Cinema do futuro à beira-rio


Cinemax e Cinema Dynamique são dois conceitos de salas de projecção, integrados no projecto Cinemacity, que vão chegar aos terrenos da antiga Fábrica Triunfo.

Os terrenos da antiga Fábrica Triunfo vão acolher dois novos conceitos de salas de cinema, o Cinemax e o Cinema Dynamique, num projecto mais amplo intitulado Cinemacity e que está a cargo da SIMO - Sociedade Imobiliária de Cinemas S.A.
Localizado junto à Estação Nova, à beira–rio, o projecto imobiliário Cinemacity, já aprovado pela autarquia, vai começar a ser construído em breve, restando apenas a assinatura do protocolo de cedência de parte do terreno ao município, para abrir um canal de ligação à zona ribeirinha.
A SIMO vai construir um edifício que albergará 11 salas de cinema, duas delas de características tecnológicas especiais. O Cinemax vai oferecer um écran gigante de projecção, enquanto que o Cinema Dynamique está talhado para exibições interactivas a três dimensões, em que a própria cadeira do espectador vibra em sintonia com a acção do filme.
A SIMO afirma que “pretende criar um espaço caracterizado pela inovação dos serviços de animação e diversão, onde fique patente a complementaridade entre as salas de cinema, o comércio dominantemente cultural (livrarias, discográficas, promoção turística, videotecas e comércio multimédia), áreas de divulgação gastronómica e espaços de espectáculos ao ar livre”, bem como estacionamento público.
Este projecto dará continuidade à recuperação de um certo tipo de vivência urbana virada para as margens do Mondego, iniciada no ano passado com o início de funcionamento das infra–estruturas do Parque Verde do Mondego.
O edifício fica inserido numa área de indústrias desactivadas, onde se pretende acentuar a centralidade da zona, substituindo a economia de sector secundário, que imperou na zona durante anos, por actividades do sector terciário.
As máquinas que vão dar início às obras de construção, poderão avançar assim que esteja assinado o protocolo em que os promotores cedem a faixa de terreno onde será aberto o corredor de ligação da Avenida Fernão Magalhães à avenida marginal do rio e por onde passará o eléctrico rápido de superfície (se o respectivo processo for retomado pelo Governo). A área de terreno a ceder à Câmara Municipal de Coimbra abrange 2318 metros quadrados.

Arquitectura arrojada

O projecto arquitectónico do Cinemacity, a edificar nos terrenos da antiga Fábrica Triunfo, foi idealizado a pensar num conceito que vai marcar o perfil da zona ribeirinha da cidade. Toda a volumetria será caracterizada por formas e espaços “irreverentes e dinâmicos”.
As maquetas a que o DIÁRIO AS BEIRAS teve acesso, da autoria do gabinete de arquitectura PLARQ (o mesmo que projectou o Estádio Cidade de Coimbra), antecipam o que será o futuro daquele espaço, sem renegar o passado.
O antigo edifício da fábrica Triunfo, agora demolido, marcou uma época na cidade, sobretudo através do que resta das suas fachadas norte e poente, que se mantêm porque assinalam o movimento modernista que se destacou, sobretudo, nos anos 30 e 40 do século XX.
Por outro lado, dizem os arquitectos responsáveis pelo projecto - Pedro Santos, António Monteiro e António Crespo Osório - “um edifício cuja volumetria integra salas de cinema será, pelo menos nessa sua dimensão, necessariamente um espaço encerrado para o exterior, assente na ideia base das fachadas cegas”.
Pelo contrário, nas fachadas norte e sul vão predominar superfícies vidradas. No alçado sul, será ainda instalado um enorme painel dinâmico, que se pretende sempre em mutação, com publicidade e informação dos eventos que vão ter lugar no respectivo complexo.

in diário as beiras (artigo em arquivo)
Quote:
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Mais alguns projectos:

Hillock (Av. Fernando Namora)


Logo ao lado, na mesma avenida


Por trás do edifício da PT




Park View, concluído recentemente (Rua General Humberto Delgado)






Escadas que farão a ligação ao Penedo da Saudade


Condomínio de luxo na Alta, junto à Sé Velha


Gostei bastante do projecto da nova estação intermodal.
Coimbra precisa urgentemente de uma nova estação e a rodoviária também está num estado lastimoso.

Last edited by daniel322; 25th September 2007 at 16:18..
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Kero mais!! Tenho de saber o k se passa na minha 2a cidade Pra semana ja vou aí
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gostei do conservatorio e da celas plaza
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Originally Posted by HugoK View Post
Aeródromo perfila-se como plataforma de apoio a toda a região

É um projecto que para muitos é «uma loucura», mas para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares «é um sonho concretizável», «que vai transformar a face da nossa terra e do próprio distrito». Falamos do aeródromo do Bidoeiro que dentro de quatro anos deverá estar operacional

“O sonho comanda a vida”. As palavras do poeta aplicam-se em Vila Nova de Poiares. O sonho aconteceu e já está a tomar forma, com a construção da pista de 2.300 metros, uma operação que conta com o apoio do Regimento de Engenharia de Espinho.

Jaime Soares, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, foi o homem do sonho. «Não se consegue só num mandato, mas espero vir a acabá-lo», afirma. Em causa está um projecto que o próprio autarca considera gigantesco, mas que é passível de concretização. A prova está nos trabalhos que decorrem no terreno, que começaram com a desmatação do “plateau” da serra e que já se concentram na construção da pista.
O local é considerado pelo autarca como «o ideal» para «um aeródromo com todas as condições», cujas potencialidades terão «duas fases distintas de aproveitamento».
A primeira prende-se com o combate aos fogos florestais. Um projecto caro a Jaime Soares, comandante dos bombeiros de Vila Nova de Poiares e também presidente da Federação Distrital de Coimbra dos Bombeiros.
«Na região só temos a pista de Seia», lembra Soares, apontando a centralidade territorial da freguesia de Lavegadas e a proximidade/vizinhança com a barragem da Aguieira, fundamental para um abastecimento célere dos aviões anfíbios e mistos usados no combate aos fogos florestais. «Estamos a dois minutos da Aguieira», diz, sublinhando o quanto é importante a rapidez de intervenção dos meios aéreos em situação de fogo na floresta, seja na fase inicial de deflagração, seja numa altura em que as chamas atingem proporções mais relevantes e a força dos meios aéreos é fundamental para debelar o fogo.

Voos charter

Trata-se do aproveitamento da infra-estrutura a criar para receber voos charter e imprimir uma dinâmica nova e diferente em termos de rapidez de acessos, que hoje em dia não existe, afirmando-se como uma terceira via, entre os aeroportos do Porto e de Lisboa. «Uma pista que possa atingir cerca de 2.500 metros permite a aterragem de todo o tipo de aviões, com 100, 200 passageiros». Mas tendo «em conta que o país é pequeno», o afluxo previsto por Jaime Soares relativamente ao Bidueiro centra-se em voos charter com capacidade para entre 40 e 80 passageiros. «Uma situação agradável em termos de excursões, de equipas que se deslocam, para a região, para participarem em congressos ou fazerem turismo».

«Aquela pista, depois de devidamente preparada e infraestruturada, pode constituir uma inquestionável plataforma de apoio para toda a região», defende o autarca de Poiares, apontando para as potencialidades, em termos de turismo, gastronomia e artesanato que oferecem o Buçaco, Luso, Góis, Arganil, Lousã, Penacova e, fundamentalmente Coimbra, «a grande atracção» em termos turísticos, no entender de Jaime Soares, que «não tem uma infra-estrutura desta natureza». «Poiares pode vir a ser, para o distrito e fundamentalmente para a cidade de Coimbra, uma importante plataforma de apoio», localizada a escassos 23 quilómetros de distância, ou, como prefere sublinhar o presidente da autarquia, a «um quarto de hora, se porventura resolvermos o problema da Estrada da Beira».
Se em si a obra é «uma loucura», mas saudável e importante para a região, os custos de toda a empreitada, envolvendo pista, torre de controlo e estruturas adjacentes que importa construir, poderão ser considerados faraónicos. «A custos de uma administração directa, mais barata, poderá ficar, no mínimo num milhão de contos», de acordo com as contas de Jaime Soares.
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Originally Posted by ordep View Post
Governo assinou contrato de 140 milhões com Pescanova

O Governo e o grupo espanhol Pescanova assinaram ontem um contrato de investimento no valor de 140 milhões de euros que permitirá criar no concelho de Coimbra a maior unidade de criação de pregado do mundo.

O projecto da Pescanova vai permitir a criação de 300 postos de trabalho numa fábrica de processamento de pescado que produzirá 7.000 toneladas por ano, segundo comunicado do Ministério.

Considerado Projecto de Interesse Nacional, a fábrica mais que duplica a produção interna, destinando-se 99 por cento ao mercado comunitário.
O projecto da multinacional Pescanova foi contestado pelos ambientalistas, por estar previsto para uma zona de Rede Natura 2000, um instrumento legal que visa garantir a preservação de espécies e habitats considerados prioritários a nível europeu.

Segundo a Quercus, o projecto já tinha sido chumbado em Espanha (Cabo Tourinan, Galiza) por estar na Rede Natura e agora está previsto para Mira, uma zona com o mesmo estatuto definido por legislação europeia e nacional.
O projecto da unidade de aquicultura entrou na semana passada em consulta pública, depois do Instituto do Ambiente ter declarado a conformidade do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) apresentado.

O Estado Português vai contribuir para o investimento da Pescanova com cerca de 40 milhões de euros e unidade da Pescanova deverá entrar em funcionamento antes de 2008.
Quote:
Concepção e Construção de Piscina Descoberta e Equipamento de Apoio no Parque Verde

A Sociedade CoimbraPolis lançou um concurso público para a concepção e contrução de uma piscina descoberta e quipamento de apoio a instalar no Parque Verde Mondego, margem esquerda, nos terrenos da antiga Quinta da Várzea.

Este concurso prevê a elaboração do programa de conteúdos e utilização, o projecto geral da arquitectura, a construção da piscina e equipamento de apoio e a execução de todas as infraestruturas necessárias ao seu funcionamento, num valor base de € 500.000,00.

A piscina e o respectivo equipamento de apoio, pela sua relação com o Rio, constitui-se como um elemento de grande atractibilidade para usufruto da zona ribeirinha podendo oferecer aos utentes uma alternativa à praia fluvial.

Prevê-se ainda a possibilidade do projecto conter uma piscina para crianças e um bar esplanada.

Convento de São Francisco

Quote:
Originally Posted by Lourenco View Post
Não tenho a certeza, mas penso que o projecto era este.





Quote:
Originally Posted by Lourenco View Post
Projecto para o Centro de Congressos do Convento de S. Francisco.








Quote:
Originally Posted by daniel322 View Post






Pelos vistos é para o terreno ao lado do Palácio da Justiça. Agora com a futura construção do novo tribunal é de supor que esse terreno fique livre pois serve de estacionamento aos funcionários do tribunal..

Para ajudar a localizar:





Envolvente:



Simulação da passagem aérea: (lado esq da foto)

Quote:
Originally Posted by daniel322 View Post
Em relação ao projecto da torre apresentada, eis como ficaria a zona caso fosse aprovada:





Sobre a requalificação da Avenida Marginal:

Quote:
60 milhões de euros vão construir uma nova Coimbra

Nem A, nem B, mas um complexo de interface intermodal e, ainda, de requalificação urbana.

Modernidade, luz, espaços verdes, são alguns dos termos que podem classificar o projecto do interface intermodal (Estação Central) e de requalificação urbana entre Coimbra A e Coimbra B. Os projectos foram ontem apresentados numa sessão bastante participada, na câmara de Coimbra e irão ficar em exposição num espaço nobre da cidade - ainda a definir - para ser visto e avaliado pelo público.

A área a intervencionar foi definida à partida pelo protocolo assinado no âmbito do Projecto “Estações com Vida - Coimbra”. Mas dada a importância de tal intervenção, o estudo - realizado pela equipa liderada por Joan Busquets, coadjuvado pela Broadway Malyan e na rede viária por Álvaro Secofoi - foi alargado às zonas envolventes, em particular ao eixo que une as duas estações, nas zonas marginal e interior a norte do Mondego.

Joan Busquets, que explicou todo o projecto, garantiu que o conjunto vai ser envolvido por muitas árvores, muito verde, muitos espaços pensados para as pessoas. E vai ter parques de estacionamento para 1.500 viaturas, espaço para todas as formas de transporte - táxis, metro, autocarros -, e muitas outras funções.

Vai ter um conjunto de edifícios para vários fins, sendo que o maior será rodeado por um enorme terraço–jardim.

Neste complexo multimodal e multifuncional vão estar integrados a nova estação ferroviária de Coimbra, o interface multimodal que inclui o terminal rodoviário e o interface metropolitano ligeiro do Mondego.

Sobre a área de estacionamento serão construídos edifícios e espaços para equipamentos colectivos de hotelaria, comércio, serviços e lazer, uma residência universitária e um condomínio vocacionado para as chamadas residências assistidas, bem como áreas destinadas à saúde.

A área de serviços incluirá a sede da Metro Mondego, os serviços regionais da Refer e um edifício para a câmara de Coimbra.

E, ainda, um pavilhão multiusos (Arena) para cinco mil pessoas e que pode acolher espectáculos, concertos, convenções, entre muitas outras iniciativas.

Ligar Coimbra ao rio

Tudo isto, garantiu Joan Busquet, permite modificar - ou modernizar - a relação de Coimbra com o comboio e com todos os outros transportes urbanos ou não. “As estações na Europa não são vocacionadas apenas para o comboio.
Elas assumem uma função muito mais abrangente ao integrarem os autocarros, os taxis, os metros, bem como outras respostas ao nível da hotelaria, da saúde ou da terceira idade, por exemplo”, explicou o arquitecto catalão, garantindo que o novo complexo intermodal de Coimbra vai permitir, também, uma ligação da cidade ao rio.

E foi a pensar nessa ligação que um outro projecto pretende revolucionar toda a área do Arnado e zona ribeirinha. Assim sendo, entre Coimbra B e Coimbra Cidade será concretizado um projecto de requalificação e inovação urbana. Mais uma vez, marcados pela criação de amplos espaços públicos vocacionados para o contacto com o rio e - não se pode esquecer - pelo desenvolvimento da rede do Eléctrico Rápido de Superfície, como Carlos Encarnação prefere chamar–lhe.

E porque - dizem os promotores - o dinheiro não cai do céu... a aposta no imobiliário não foi esquecida. Desta forma, os terrenos a desafectar da actividade ferroviária irão acolher um complexo urbanístico.

Mas a requalificação não podia deixar de lado a Estação Nova. Que é, como se tem reconhecido nos últimos anos, uma “mancha” que é necessário “limpar”. E será, com o projecto dos arquitectos Alberto Castro Nunes e António Maria Braga, transformada em Fórum Municipal Miguel Torga. Um centro onde irão nascer espaços dedicados ao comércio de características culturais, agregados a zona de restauração, lazer e espaços públicos.

A obra (pública) que deverá estar concluída dentro de dois anos e meio.
A parte imobiliária, de acordo com o mesmo responsável, vai avançar à medida que os privados forem procurando o projecto. E, conforme fez questão de sublinhar, “já há contactos avançados” nesse sentido.
Afinal, a segunda fase do projecto irá arrancar (também) com os dinheiros desta “parceria” entre o público e o privado.
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Originally Posted by Lourenco View Post
Na zona da Solum, junto ao ITAP, foram colocadas placas a indicar a construção de uma nova urbanização de nome Fonte da Quinta da Chieira.
Já andei a procurar no site da construtora (Obrecol) mas não consigo encontrar informações sobre o projecto.
Se alguém tiver alguma informação sobre a obra e puder partilhar, eu agradecia.

Já agora, para quem não estiver a ver bem qual o local a que me refiro, aqui fica a localização no google earth. No canto superior esquerdo está o estádio.


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Plano de Pormenor da Arregaça com “luz verde” para avançar

O Conselho de Ministros ratificou ontem a suspensão parcial do Plano Director Municipal de Coimbra e o estabelecimento de medidas preventivas na área de intervenção do Plano de Pormenor da Arregaça.

Significa esta decisão que, durante dois anos, a autarquia terá “luz verde” para implementar naquela zona todos os projectos que para ali tem previstos, nomeadamente a tão esperada passagem do eléctrico rápido.

Em finais de 2005, durante uma visita ao Vale da Arregaça com elementos do Conselho da Cidade, João Rebelo admitia que o Plano de Pormenor dificilmente se concretizaria se o Governo não avançasse claramente com o projecto do, agora, Sistema de Mobilidade do Mondego.

Álvaro Maia Seco, presidente do Conselho da Administração da Metro Mondego, em declarações recentes ao Diário de Coimbra, confirmou que a primeira fase do projecto – que engloba aquela zona – deverá ser lançada o mais breve possível. Para além disso, a resolução do Conselho de Ministros de ontem é também bem clara nesta matéria.

«A referida suspensão tem, ainda, como objectivo promover a necessária articulação com a criação de novas acessibilidades e o enquadramento de novos meios de transporte, nomeadamente o Metro Mondego, opções que são incompatíveis com as directrizes estabelecidas no PDM em vigor para a área em causa», pode ler-se.

Zona verde e hotel com piscina

A passagem de tram-trains pela Arregaça é fundamental para a concretização dos objectivos da Câmara de Coimbra para a zona do Vale da Arregaça.

Um conjunto de projectos ambiciosos que constam do Plano de Pormenor, muito embora, como confirma a resolução do Conselho de Ministros, o documento esteja ainda em elaboração.

Essencialmente, o que se pretende é fazer desaparecer as instalações da fábrica da Sociedade de Porcelanas; prolongar a Avenida da Lousã até ao Calhabé – lado a lado com a linha do eléctrico rápido - e criar uma enorme zona verde, com equipamentos desportivos e de lazer, que será uma espécie de prolongamento do Parque Verde do Mondego.

Um hotel com piscina, a construir numa fracção da actual Sociedade de Porcelanas, é outro dos equipamentos marcantes para aquela zona que, recorde-se, engloba as instalações da União de Coimbra. Está, aliás, prevista uma intervenção de fundo nas instalações daquela entidade, nomeadamente no campo de futebol.

Voltando ao Sistema de Mobilidade do Mondego, para além da mudança de bitola e requalificação da linha, o que está previsto para aquela zona é a criação de três paragens, uma junto ao futuro hotel, outra a meio do vale e, por fim, uma junto ao campo do União de Coimbra, bem perto do Bairro Norton de Matos.

Durante a visita ao local, em 2005, João Rebelo admitiu a necessidade de conciliar interesses privados e públicos neste processo. Isto porque uma forma de viabilizar a concretização do plano de pormenor passa pela construção de projectos imobiliários, sobretudo moradias e apartamentos, em diferentes zonas do Vale da Arregaça.

Acrescente-se que a resolução do Conselho de Ministros foi tomada ainda na perspectiva de que a intervenção que está a ser preparada para a Arregaça resulta da «necessidade de valorização e qualificação urbano-ambiental da zona, que se assume como elemento essencial da estrutura verde do município». O estabelecimento de medidas preventivas, adianta-se ainda, servem para «evitar que a alteração das circunstâncias e das condições existentes possa limitar a liberdade de planeamento, comprometer ou tornar mais onerosa a execução do futuro Plano de Pormenor».
Já vi uma vez o projecto do Hotel para o local da sociedade de porcelanas. Era ambicioso, não tenho a certeza dos dados mas era um edificio na ordem dos 10 pisos e 4 ou 5 estrelas se não estou em erro..
Finalmente se vêm as coisas a mexer :banana: esta zona é um desastre urbano

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Originally Posted by O Prof Godin View Post


Plano desenvolvido pelo arquitecto Paulo Fonseca, cmc, em 2004
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Originally Posted by daniel322 View Post
Quem visita a cidade procura, primeiro que tudo, os locais mais emblemáticos, os que respiram História. Para que, embora turistas, possam também fazer parte dela.

Passeiam-se, descontraídos, pelas ruas de Coimbra, mapa na mão, olhar curioso e atento a cada pormenor. As perguntas não variam muito de uns para outros – quais os recantos mais característicos, transportes, restaurantes, recordações para levar…

Máquina fotográfica ao pescoço, olham a Torre da Universidade – para quase todos o centro histórico, a verdadeira Coimbra, num encontro entre o cinzento das ruas estreitas e o surgir da luz em espaços amplos.

A cidade continua a atrair anualmente milhares de visitantes. “É um destino barato”, diz João Pereira, com um sotaque do norte.

Por esta altura, as ruas tornam-se mais movimentadas por estrangeiros, que procuram conhecer a urbe e a sua história. Contudo, os comerciantes denunciam decréscimo na clientela, embora, paradoxalmente, a afluência de visitantes continue a ser elevada.

Por toda a cidade, as mais variadas línguas invadem o ar quente do Verão. Ora em grandes grupos, ora em família, espanhóis, franceses, italianos, ingleses e, também chineses, andam por aí à descoberta.
Não só pretendem conhecer a cidade, mas simultaneamente a região. “Coimbra tem história, tem locais bonitos para ver, é um sítio bom para descontrair, mas pretendo conhecer outros pontos do país”, sublinha um visitante, residente em Lisboa.

Diferentes ofertas para os turistas

Entre as grandes apostas turísticas na cidade, destacam-se as visitas guiadas pela Alta, as casas de fado, o autocarro Funtastic e as viagens no barco Basófias,

A região é um atractivo para os visitantes no que se refere ao mar e às praias, à ruralidade, aos rios e às serras, à monumentalidade religiosa e pagã, sem esquecer o artesanato e a gastronomia.
Nos meses de Verão, “são os turistas que fazem o negócio, representando 99 por cento das vendas”, afirma uma empregada da Casa de Artesanato, na Sé Velha.
“Em termos de negócio, esta é a melhor altura do ano, em que conseguimos repor as contas da balança”, realça.

Um funcionário do Café Praça Velha garante também ser no Verão que “há mais movimento, graças aos turistas”.
Daí, que não se sinta, no comércio, a falta dos residentes e dos estudantes. Os turistas são, nesta altura, a maioria nos restaurantes da Baixa.


foto by Luís Silva

Tradição e história

Os estrangeiros procuram algo relacionado com a cidade, e com o resto do país, e dirigem-se a lojas de artesanato.
A cidade fascina-os - por isso, levam sempre alguma recordação e histórias para a terra, a país, de onde vêm, insistindo em transportar no regresso alguma saudade dessa Coimbra que “tem mais encanto na hora da despedida”.

A cidade é sempre um “tesouro por descobrir, sem dúvida um destino a explorar”, para quem pretende fugir aos tradicionais destinos de férias e ao turismo de massas.

Mais e melhor turismo

Os turistas, quer nacionais ou estrangeiros, vão chegando, aos poucos, aos postos de turismo espalhados pela cidade.
As dúvidas são quase sempre as mesmas: locais para conhecer, restaurantes onde saborear a comida típica portuguesa e da região e ainda um sítio calmo para dormir.
Segundo os dados disponíveis, a partir de Julho a média de turistas sobe para cerca de 200 por dia. Vêm sobretudo de Espanha, França, Holanda, Bélgica e Austrália.
O sector é um dos mais importantes da economia portuguesa e, em Coimbra, não é excepção.
Mais de 30 entidades aderiram ao projecto “Coimbra Card”. De acordo com os responsáveis pelo de turismo, promover mais e melhor os pontos de interesse que Coimbra e a região oferecem, atraindo mais pessoas a visitá-los, são os objectivos da iniciativa.
À venda desde o dia 15 de Julho, o cartão dá descontos nos transportes e nos monumentos a visitar.

Notícia completa aqui

Last edited by daniel322; 25th September 2007 at 16:19..
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Old 6th October 2006, 00:08   #5
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