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| "O historiador" ![]() Join Date: Oct 2006
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| Dois estádios, dois hotéis, uma marina, habitação e espaços verdes fazem parte de um novo projecto proposto para a zona ribeirinha de Pedrouços, concebido pela Contacto Atlântico, o mesmo ateliê a que pertence o arquitecto André Caiado, antigo responsável pelo projecto de reconversão daquela zona no âmbito da candidatura portuguesa à realização da Taça América em vela, que decorrerá em Junho, em Valência (Espanha). Ontem à tarde, a Administração do Porto de Lisboa (APL) afirmou que o projecto - divulgado pela Lusa - ainda está em estudo, visto que o plano urbanístico apresentado não foi considerado como a melhor solução. Fonte oficial da APL explicou que o projecto da Contacto Atlântico "não irá ser concretizado nos moldes em que se encontra e os autores já sabem que não é para levar por diante". O plano de urbanização proposto por aquele ateliê prevê a construção de uma "cidadezinha" numa frente de cinco quilómetros entre a Torre de Belém e a Ribeira do Jamor, em Oeiras, numa área de cerca de 600 mil metros quadrados. Da proposta constam a construção de dois estádios, dois hotéis e edifícios com capacidade para mais de 4500 pessoas, a recuperação da marina junto à Docapesca,serviços e espaços verdes. Teresa Ramires, do ateliê de arquitectura, explicou que estão também previstas infra-estruturas para acolher o "Estoril Open" e o circuito mundial de vela da "World Sailing League", projectos do empresário João Lagos. À Lusa, o "pai" do "Estoril Open" disse que as instalações definitivas poderão ser construídas em Pedrouços dentro de dois anos, embora o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, já se tenha mostrado contra o projecto (ver caixa). A APL confirma que o estudo "existe há quase um ano" e é do conhecimento do Governo, que o avaliou "nos últimos meses", mas considerou que "não é a melhor solução" para a zona. "A APL vai avaliar, a partir de agora, a forma de adequar o mais possível as ocupações para aquela zona e a forma de concretizar um projecto", disse a mesma fonte, sem esclarecer se será o mesmo ateliê a realizar o novo estudo. Entre as intervenções previstas no projecto estão a recuperação da marina, actualmente desactivada, a construção de dois estádios, um de maior e outro de menores dimensões, dois hotéis e habitação. Apesar de ter divulgado o projecto - e embora esteja consciente de que terá de ser apreciado e aprovado por vários ministérios -, Teresa Ramires disse que "nada disto é certo, porque ninguém sabe ao certo o que o Governo vai decidir". Ainda assim, mantém que esta é uma boa oportunidade de revitalizar uma das já poucas zonas da cidade com esta proximidade ao rio. Isaltino não concorda O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, já se manifestou contra a instalação de um complexo desportivo na zona ribeirinha de Algés, afirmando que "não se enquadra no plano estratégico de Oeiras". "A zona ribeirinha não é compatível com a instalação de equipamentos de ténis. É para estar desafogada e ser usufruída pelos cidadãos", disse. Isaltino Morais explicou que teve conhecimento, há alguns meses, durante uma reunião com a Administração do Porto de Lisboa, de que havia uma proposta de João Lagos, mas adiantou que a autarquia ainda não foi ouvida. "Se é na frente ribeirinha de Algés, a Câmara de Oeiras já manifestou que é um tipo de equipamento que não é compatível com o plano estratégico" e "rejeita liminarmente" a sua instalação. Contactado pela Lusa para saber o valor de mercado dos terrenos na zona, João Ferreirinho, responsável pela agência Remax Ocidental, adiantou que "o valor dos terrenos depende do que se lá pode construir". "Pelo que sei, o Plano Director Municipal não permite construir ali e, se não for alterado, os terrenos não valem nada". Nuno Bravo, da Century 21, considerou que "a zona tem um potencial grande. Se houver projectos de construção os preços disparam", disse. Fonte: JN
__________________ Que merdeka, aqui não mando nada!!! | |||||||||||
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| Alpinismo é que é! ![]() Join Date: Jan 2007 Location: Portuguese Capital of the nice girls - Lisbon, Portugal
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| espaços verdes ficam sempre bem
__________________ sou a mais saborosa bolacha | |||||||||||
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| Senior Member ![]() Join Date: Sep 2006
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| Se o Isaltino diz não eu digo não!
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| Senior Member ![]() Join Date: Sep 2006
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| O director do Estoril Open em ténis, João Lagos, recebeu hoje com tristeza a notícia da exclusão do projecto do complexo na zona ribeirinha de Pedrouços, mas recusa liminarmente a alternativa de Barcarena. O presidente da Administração do Porto de Lisboa (APL), Manuel Frasquilho, revelou à agência Lusa que a reconversão da zona ribeirinha vai excluir o projecto idealizado por João Lagos para as novas instalações do Estoril Open, alegando problemas com a legislação relativa aos terrenos e a oposição do município de Oeiras, presidido por Isaltino Morais. O edil já reagiu com satisfação a esta decisão da APL, lembrando à Lusa que se mantém em estudo "há vários anos" o "projecto para um grande complexo de ténis" na zona de Barcarena, ideia que João Lagos rejeita, embora esteja aberto a outras soluções. "Não associo o meu nome a disparates", frisou João Lagos, em declarações à Lusa, destacando que o projecto de Barcarena está idealizado para "terrenos que não têm dimensão suficiente para um torneio da envergadura do Estoril Open". João Lagos não se quer responsabilizar por uma gestão "que dê problemas todos os dias" e dar a cara por uma "exploração falida", mas aceita conversar com Isaltino Morais para encontrarem, em conjunto, uma outra solução. "Se dependesse só de mim, já havia uma solução. Vou manter-me fiel na defesa das minhas convicções e o projecto de Barcarena não tem viabilidade. Neste momento, não tenho qualquer alternativa, mas quem sabe dentro de 15 dias...", ironizou João Lagos, acrescentando que está obrigado a ter "uma grande capacidade de imaginação". Para o director do Estoril Open, Barcarena foi uma alternativa aventada "há seis anos ou mais" e que "abortou" por nunca se ter chegado a uma decisão definitiva ao longo deste período. "O facto de o problema se ter arrastado até foi positivo, pois serviu-me para chegar à conclusão de que Barcarena é uma solução inviável. O mundo evolui, o tempo passou e o projecto desactualizou- se. No presente, tenho a plena convicção de que esse local não serve", reiterou o empresário. Quanto ao futuro do torneio português, João Lagos voltou a recordar que o calendário do circuito "continua a fazer dieta" e até 2009 sofrerá um "emagrecimento" que pode colocar em risco o Estoril Open. "Estou a ver que o problema das infra-estruturas do torneio é só meu e até hoje não consegui resolvê-lo. A solução da zona ribeirinha era maravilhosa e proporcionaria a Portugal, e ao concelho de Oeiras, um dos melhores e mais bonitos complexos de ténis do Mundo", lamentou João Lagos. O empresário garante que "toda a gente ganhava" com a solução de Pedrouços, mas agora vê-se forçado a regressar à estaca zero:"quando chegar a Portugal (está em viagem no estrangeiro) vou inteirar- me das razões desta decisão. Penso que mereço a atenção de uma satisfação pessoal". Fonte: Lusa http://infordesporto.sapo.pt/Informa...207_357766.asp
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