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| Instituto do Ambiente propõe alterações ao projecto da CRIL O Instituto do Ambiente (IA) emitiu na semana passada um novo parecer relativo às alterações do projecto para o último lanço da Circular Regional Interna de Lisboa (CRIL), entre a Buraca e a Pontinha, onde recomenda à empresa Estradas de Portugal que «contemple» na obra aspectos relacionados com a minimização de impactes ambientais. A notícia surge na edição desta quarta-feira do jornal Público, que, citando o Ministério do Ambiente, garante ainda que estes aspectos já haviam sido propostos na Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável emitida em 2004. «O que se verificou é que não estavam presentes nas alterações do Projecto», explicou um porta-voz do ministério, acrescentando que a Estradas de Portugal tem agora que incorporar estas recomendações nas alterações entretanto feitas. O que, adiantou, não significa que o início das obras fique comprometido. De resto, também o Ministério das Obras Públicas refere que as recomendações do IA não têm qualquer interferência ao nível de hipotéticos atrasos no lançamento da obra, «têm é que ser tidas em conta», afirmou um assessor. O Instituto do Ambiente recomenda que o projecto de execução da obra contemple «medidas de protecção acústica» e uma «análise cuidada da drenagem subterrânea, em particular na zona em que o túnel da Venda Nova intersecta o antigo leito da ribeira de Benfica». É ainda recomendado um «projecto de integração paisagística» e análises aos níveis de poluição do ar e aos aspectos geológicos. http://diariodigital.sapo.pt/news.as...id_news=251470
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| Ao ler um estudo da camara de Gaia sobre a mobilidade na AMP e em Gaia, reparei numa nova auto-estrada (A32), peskisando descobri esta noticia no JN: Traçado da futura A32 desagrada a autarquias Contrariando a vontade das câmaras municipais de Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vila Nova de Gaia, o Governo aprovou já o traçado da futura auto-estrada (A32) - ligação entre Oliveira de Azeméis e Vila Nova de Gaia -, optando pela alternativa que se encontra mais a nascente, que a maioria dos municípios envolvidos rejeitam. A Autarquia de Arouca é a única a aplaudir esta decisão. Durante a discussão pública da Declaração de Impacte Ambiental, as três autarquias, lideradas por sociais-democratas, tomaram uma posição unânime na defesa do designado traçado "A", argumentando que este era o que melhor se articulava com a rede viária existente, o que permitia um melhor ordenamento do território e o que respeitava os espaços que tinham sido reservados para o efeito nos respectivos planos directores municipais. Mas o Governo, através do secretário de Estado, Humberto Rosa, emitiu a Declaração de Impacte Ambiental favorável ao designado traçado "B+B1" Uma declaração com efeitos vinculativos a nível do licenciamento que, na prática, obriga a Estradas de Portugal a licenciar este traçado. O documento seguiu já para as autarquias envolvidas, para que a população o possa consultar. Em breve, estará também disponível no site do Instituto do Ambiente. O presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, considera que se trata de "uma escolha errada". Mas, adianta, "não vai ser por mim que vai ser criada qualquer guerra para justificar o atraso no início da obra". Castro Almeida, presidente da Câmara de S. João da Madeira, que também se mostra contrário ao traçado escolhido, não adianta muitos comentários à decisão afirmando, apenas, estar a analisar "a melhor forma de defender os interesses do concelho". Opinião contrária tem o presidente da Câmara de Arouca, Artur Neves, considerando que o Governo foi sensível "às pretensões dos municípios do Interior". O autarca adianta que foram tidos em conta os projectos e estudos técnicos, que levam as estruturas governativas a privilegiarem os municípios do Interior, "em consonância com o que devem ser os desígnios nacionais". Quase 20 freguesias O traçado A, que compreende uma distância total de 33 quilómetros, atravessava 19 freguesias e estava mais próximo das grandes redes viárias como a Estrada Nacional (EN1). O Traçado B+B1, por sua vez, tem 35 quilómetros, atravessando 18 freguesias. Prevê, igualmente, um percurso favorável ao interior da região. Parte do concelho de Oliveira de Azeméis, passando por Pindelo (Lavoura e Cova da Bouça), Nogueira do Cravo (Monte Redondo, Coelheira e Cimo de Vila), Macieira de Sarnes e Cesar. Já no que diz respeito ao concelho de Santa Maria da Feira, atravessa Milheiros de Poiares, Romariz, Pigeiros, Guisande, Louredo, Gião, Vila Maior e Canedo. Em Vila Nova de Gaia, a via passa por Sandim, Crestuma, Olival, Pedroso e Vilar de Andorinho. Estão, ainda, previstos dez viadutos ao longo do traçado. SR P.S- a noticia é antiga | |||||||||||
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| Nunca se pode agradar a todos!
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| Desde finais de Novembro de 2006 que a variante à Estrada Nacional 365-2 está cortada, na freguesia da Lapa, concelho do Cartaxo, por questões de segurança. As fortes chuvadas que caíram na altura afectaram a estabilidade de uma barreira sustentada por pedra e arame levando à decisão da Estradas de Portugal (EP). A via rápida é a principal ligação a Aveiras de Cima (Azambuja). O Presidente da Câmara do Cartaxo, que teve uma reunião com os responsáveis da empresa, disse na última reunião do executivo que os trabalhos de consolidação da barreira poderão demorar mais dois meses. Segundo Paulo Caldas a intervenção inclui a realização de estudos geotécnicos das barreiras de ladeiam a estrada para o reforço estrutura e a melhoria da sinalização. “A obra está muito atrasada, dados os erros cometidos no projecto inicial”, referiu. http://www.omirante.pt/index.asp?idE...Action=noticia
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| O Grupo Parlamentar do CDS na Assembleia da República quer explicações do Governo sobre a construção da Variante às Estradas Nacionais 205 e 210, que ligará futuramente a Zona industrial de Lameiros, ao Nó de Acesso à Auto – Estrada A 7, em Morgade, na Vila de Arco de Baúlhe. Se o actual projecto não sofrer mudanças, para os habitantes da freguesia da Faia, o acesso à futura Via Rápida só será possível no sentido Faia-Auto-Estrada, não sendo possível à população daquela freguesia realizar o percurso no sentido contrário ( Faia – Cabeceiras de Basto). Pior do que isso, é que o troço da nova via que passa na freguesia da Faia, irá eliminar o único acesso ao cemitério local, sendo necessária a construção de um novo acesso, cuja proposta que está em discussão, prevê a realização de um longo percurso para aceder àquela infraestrutura. Oitenta por cento da população local está contra. 80% da população da Faia está contra a obra A Estradas de Portugal ( EP) tem projectada a construção de uma variante às Estradas Nacionais 205 e 210, ligando a zona industrial de Lameiros ao Nó da Auto – Estrada, em Morgade no Arco de Baúlhe. A nova via trará consideráveis melhorias , às acessibilidades a Cabeceiras, permitindo aos condutores evitar o estrangulamento de trânsito que é passar pelo centro da Vila de Arco de Baúlhe, para quem se desloca da A 7 para Cabeceiras, ou em sentido contrário. Porém e para os habitantes da Faia, o acesso à futura variante apenas será possível para aceder no sentido Faia – Auto – Estrada, não sendo possível aos habitantes da freguesia realizar o percurso no sentido contrário ( Faia – Cabeceiras). Pior, é que o troço da nova via que passa na freguesia da Faia, irá eliminar o único acesso ao cemitério local, sendo necessária a construção de um novo acesso. E a proposta da Estradas de Portugal, implica que os habitantes locais façam um longo percurso para aceder ao cemitério. Perante este cenário, a população elaborou um protesto escrito, com a assinatura de 344 habitantes da terra, o que corresponde a 80% da sua população. CDS/ PP questiona Câmara de Cabeceiras e empresa Estradas de Portugal A propósito deste assunto, os Deputados do CDS/PP na Assembleia da República, dirigiram através do Presidente da Assembleia, dois requerimentos à Câmara Municipal de Cabeceiras e à empresa pública Estradas de Portugal. Os parlamentares desejam em concreto saber da autarquia “qual o envolvimento que teve na elaboração deste projecto? Qual a posição sobre a proposta apresentada pela Estradas de Portugal? Se considera que estão salvaguardados os interesses dos habitantes da Faia? E que posição irá a autarquia de Cabeceiras tomar de modo a defender os interesses dos seus munícipes. http://www.jornalregional.com/?p=cfc...49bc62a26830c9
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