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| O primeiro-ministro afirmou hoje que o acordo celebrado entre o Estado português e o Instituto de Tecnologia do Massachusets (MIT, na sigla original) nasceu da ideia política do Plano Tecnológico e insere-se no ambiente de prioridade aos investimentos no conhecimento. "Este acordo representa um ponto de viragem na sociedade e nas comunidades académica e científicas do país", declarou José Sócrates, após o ministro da Ciência, da Tecnologia e do Ensino Superior ter assinado um conjunto de protocolos com o MIT, dos Estados Unidos, nas áreas das engenharias e gestão, envolvendo universidades, laboratórios e empresas nacionais. Perante cerca de duas centenas de convidados, numa cerimónia que decorreu no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o primeiro-ministro sublinhou que o acordo com o MIT "é um ponto de partida" e que nasceu "não de uma ideia vanguardista mas de um ambiente geral que atribui prioridade aos investimentos na ciência e na qualificação dos recursos humanos". "Haverá um antes e um depois ao nível da internacionalização das universidades portuguesas e da comunidade científica nacional. Este acordo marca uma ambição da universidade portuguesa trabalhar num ambiente internacional e competitivo", sustentou José Sócrates. As parcerias com o MIT vão envolver universidades do Minho, Coimbra, Porto, Nova de Lisboa, Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Economia e Gestão, a Faculdade de Economia da Universidade Nova, a Universidade Católica, o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e Empresas, vários laboratórios nacionais e empresas.
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| MIT: Cavaco elogia acordo por ser «aposta na excelência» O Presidente da República, Cavaco Silva, afirmou-se hoje satisfeito com o acordo assinado hoje, em Lisboa, entre o Governo e o instituto norte- americano MIT por tratar-se de «uma aposta na excelência». «Não posso deixar de estar satisfeito quando se trata de uma aposta na excelência. Um dos problemas que temos hoje no ensino em Portugal é a qualidade na parte universitária e ensino superior», afirmou aos jornalistas Cavaco Silva, que hoje termina o Roteiro para Inclusão em Lisboa. Para o Presidente da República, a «aposta de Portugal e de toda a Europa tem que ser na excelência». «Tenho a esperança de que este entendimento entre universidades e MIT possa subir mais um degrau no caminho da excelência», acrescentou. O Governo e o MIT-Portugal assinam hoje um acordo de parceria nas áreas de gestão e engenharia, que envolve sete universidades e um financiamento público global de 32 milhões de euros às instituições nacionais envolvidas. Segundo o acordo, o programa MIT-Portugal envolve centros de investigação, docentes, investigadores e alunos na forma de consórcios entre escolas de engenharia, faculdades de ciências e tecnologia e escolas de economia e gestão em sete universidades portuguesas, incluindo empresas, laboratórios associados e estatais. Diário Digital / Lusa http://diariodigital.sapo.pt/news.as...id_news=246171
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| MIT ajuda a desenhar MBA mas não garante participação futura A Escola de Gestão MIT Sloan vai ajudar, durante os próximos seis a nove meses, as universidades portuguesas a desenharem um programa de MBA de dimensão internacional, mas a sua participação futura no projecto está ainda de- pendente da forma como decorrer esta primeira fase do projecto. Paul Osterman, vice-reitor da escola de gestão norte-americana, afirmou, em declarações ao DN, que irá, nos seis a nove meses que se seguem, desenvolver várias actividades de colaboração com instituições portuguesas e que incluem a definição de um programa de MBA. No entanto, para depois desta fase, não se comprometeu com a manutenção da ajuda. "Podemos colaborar, mas vai depender da forma como decorrer o processo de desenho", disse. Este responsável está presente em Portugal para, durante o dia de hoje, assinar com o Governo português e com diversas universidades nacionais o protocolo de colaboração na área da gestão. No projecto participam directamente a Universidade Nova de Lisboa e a Universidade Católica, sendo igualmente integrados docentes do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). A aceitação por parte das universidades portuguesas em colaborarem na criação de um novo programa de MBA (área em que actualmente são concorrentes directas) foi uma das principais dificuldades e ameaçou a obtenção de um acordo. Paul Osterman disse que esta colaboração "é essencial para que o projecto tenha escala suficiente a nível internacional", reconhecendo contudo que uma das maiores dificuldades na definição do projecto saber o que irá acontecer aos actuais MBA das universidades portuguesas participantes. Para além do MBA, a escola MIT Sloan irá, na área da gestão, organizar seminários e workshops de gestão e desenhar um programa específico em torno do empreendedorismo e da utilização da tecnologia destinado a quadros. Hoje, serão assinados igualmente protocolos de colaboração do MIT nas áreas da engenharia da concepção e sistemas avançados de produção, sistemas de energia, sistemas de transporte e sistemas de bioengenharia. http://dn.sapo.pt/2006/10/11/economi...rante_par.html
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| Reitores não foram ouvidos no acordo Os reitores portugueses não foram informados sobre o acordo entre Governo e a universidade norte-americana Massachusetts Institute of Technology (MIT), que prevê projectos de formação e investigação em engenharia e gestão em sete universidades e 26 centros de investigação. "Há algo indispensável para este tipo de projecto ser eficaz: as pessoas serem postas a falar umas com as outras. E os reitores deviam ter sido informados também", lamenta o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), José Lopes da Silva, acrescentando desconhecer os critérios da escolha das universidades envolvidas. "Fui sabendo pelos colaboradores da minha universidade", refere. O protocolo, que será assinado na quarta-feira, faz equiparar os diplomas das universidades portuguesas aos do MIT. Por ano, haverá 14 contratos com professores e investigadores e 18 bolsas de pós- -doutoramento. Com vigência de cinco anos, irá abranger cerca de 35 novos alunos de doutoramento e 80 estudantes em programas de professional master. Foram escolhidas instituições de excelência nas áreas em causa; as universidades de Lisboa, Porto e Coimbra, Minho, Nova, Técnica e Instituto de Economia e Gestão (ISEG). O financiamento global público ronda os 32 milhões de euros. Às universidades juntam-se centros de investigação como o de Neurociências e Biologia Celular (Coimbra), Instituto de Biologia Molecular e Celular e Instituto de Engenharia de Sistemas e Computa- dores (Porto). Engenharia de concepção e sistemas avançados de produção industrial, de energia, de transporte e bioengenharia são as áreas escolhidas, além da gestão. Outra vertente do acordo é o estreitar de relações entre a universidade e o tecido empresarial, através de protocolos a definir. Apesar da crítica, o representante dos reitores faz um balanço positivo do protocolo, que permitirá fazer com que "investigadores de renome trabalhem em conjunto a nível nacional e internacional, dando um grande potencial científico e tecnológico a Portugal". Uma ideia partilhada pelo ministro da Ciência e do Ensino Superior. Ontem, Mariano Gago considerou que se trata de "um reforço extraordinário da internacionalização da Universidade portuguesa", explicando que durante meses dezenas de técnicos do MIT visitaram as instituições e empresas do País e escolheram os centros de excelência para aplicar o projecto. O conselho de administração do Programa MIT Portugal será presidido por João Sentieiro, o responsável pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. * Com Lusa http://dn.sapo.pt/2006/10/08/socieda...os_acordo.html
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| MIT: Programa envolve 600 estudantes e 200 investigadores O ministro da Ciência e Ensino Superior afirmou hoje na cerimónia de assinatura do acordo com o MIT que nos próximos anos mais de 600 estudantes e de duas centenas de professores e investigadores vão participar neste programa. Na cerimónia de abertura, Mariano Gago sublinhou que este acordo de parceria entre o Instituto de Tecnologia de Massachuteres (MIT) e as universidades portuguesas contribuirá fortemente para o «processo da reforma das universidades». «Mais de 600 estudantes pró-graduados e mais de 200 professores e investigadores vão participar neste programa nos próximos anos nas várias áreas», afirmou. O ministro lembrou ainda que processo vai contribuir para o «desenvolvimento da indústria» desde a primeira hora. «Este processo vai trazer ao sistema universitário e de investigação desafios e oportunidades de grande exigência», afirmou, considerando que isto será «um contributo central» do programa. Segundo adiantou, este modelo agora adoptado será concretizado noutras áreas e com outras instituições à medida que se for afirmando em Portugal a investigação. Para Mariano Gago, que se manifestou orgulhoso com os resultados alcançados e por ter conseguido cumprir todos os prazos, o acordo com o MIT «é um marco para o progresso do país e marca um processo novo e um caminho». O Governo e o MIT-Portugal assinaram hoje um acordo de parceria nas áreas de gestão e engenharia, que envolve sete universidades e um financiamento público global de 32 milhões de euros às instituições nacionais envolvidas. Segundo o acordo, o programa MIT-Portugal envolve centros de investigação, docentes, investigadores e alunos na forma de consórcios entre escolas de engenharia, faculdades de ciências e tecnologia e escolas de economia e gestão em sete universidades portuguesas, incluindo empresas, laboratórios associados e estatais. Diário Digital / Lusa http://diariodigital.sapo.pt/news.as...id_news=246186
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