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Thread: Porto Alegre (RS) / Centro Popular de Compras / Inaugurado em 08.02.09

  1. #71
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    Prefeitura de Porto Alegre
    09 de fevereiro de 2009

    Abertura do Camelódromo libera ruas do Centro

    As ruas, praças e calçadas do Centro completam hoje, 9, mais de 24 horas sem a presença dos camelôs. Na manhã de hoje, o titular da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), Idenir Cecchim, acompanhado do presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre, Wilson Noer, e representantes da CDL e Sindilojas visitou a rua José Montaury e a Praça XV.

    A passagem pelos dois antigos principais pontos de venda dos camelôs foi marcante para a direção do Sindilojas e do CDL, que vieram em caminhada desde a Esquina Democrática, onde aconteceu o lançamento do Liquida Porto Alegre, até a Praça XV, passando pela José Montaury.

    Como os pontos dos antigos camelôs estão totalmente livres, agentes e operários da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) trabalhavam no local para instalação da área azul. "Não acredito que estamos em Porto Alegre e como são lindas as árvores da Praça XV. Estamos vivendo um novo momento do comércio varejista do Centro", disse o presidente da CDL.

    No mesmo momento, os antigos camelôs, hoje comerciantes populares, comercializavam seus produtos no Centro Popular de Compras da Praça Rui Barbosa. A movimentação de milhares de pessoas pelo CPC deixou comerciantes populares animados com as vendas. O titular da Smic aproveitou a visita ao Camelódromo e comprou um pendrive numa banca de produtos de informática.

    O horário de funcionamento do Centro Popular de Compras é das 9h às 20h, de segunda a sábado. No empreendimento popular com 19 mil m², os visitantes contam com praça de alimentação e serviços, segurança, banheiros, escadas rolantes, seis elevadores, segurança privada e terminal de ônibus.





    Last edited by paolapoa; 9th February 2009 at 19:04.

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    Prefeitura de Porto Alegre
    09 de fevereiro de 2009

    Ruas antes ocupadas por camelôs serão abertas ao trânsito

    A prefeitura, por meio do programa Viva o Centro, coordenado pela Secretaria do Planejamento Municipal (SPM), tem um projeto para a revitalização do local onde ficavam os camelôs, nas ruas Marechal Floriano e José Montaury. Segundo o secretário Márcio Bins Ely, as duas ruas serão abertas ao trânsito, formando um "L", que parte da rua Voluntários da Pátria, segue pela Marechal Floriano e dobra na José Montaury até a avenida Borges de Medeiros.

    “O objetivo é incentivar a circulação de pessoas num espaço recuperado, agradável e seguro”, afirma. O projeto prevê o aumento da calçada da rua Marechal Floriano para 6 m, a renovação do pavimento das calçadas e do leito das ruas e o rebaixamento da calçada da Praça XV. Haverá ainda a colocação de bancos e a instalação de Área Azul. As obras estão orçadas em R$ 1,8 milhão.

    No Largo Glênio Peres, junto ao Mercado Público, serão construídos decks de madeira, em frente aos bares, e o calçamento será recuperado. O diferencial é que o investimento relativo aos decks será feito pela iniciativa privada, com valor aproximado de R$ 200 mil.

    Outros investimentos
    O Chalé da Praça XV também receberá obras de restauração e ampliação. A cozinha, que hoje fica no andar superior, vai para a parte de trás do imóvel. No local, haverá um pub e, ao lado do prédio, entre o Chalé e o abrigo, será construído um espaço envidraçado com telhado de material ecológico, proporcionando um novo ambiente ao público. O investimento será custeado pelo permissionário que recuará um metro em toda a área frontal do prédio para compensar a expansão lateral.

  • #73
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    Zero Hora
    10 de fevereiro de 2009 | N° 15875

    Estreia com produtos que são proibidos

    Enquanto o secretário municipal de Produção, Indústria e Comércio (Smic), Idenir Cecchin, visitava o Centro Popular de Compras, uma equipe da RBS TV flagrava a venda de produtos piratas e contrabandeados nas bancas. Camisetas falsificadas de diversas marcas famosas estavam expostas sem constrangimento.

    – Original, só na loja. Daí a gente vende a réplica – explicou uma camelô, que pedia R$ 30 por uma camisa Lacoste.

    Com o início das atividades do Camelódromo, a rotina de venda de CDs piratas para videogame tornou-se mais discreta, mas não terminou. Em uma banca, discos para o console PlayStation 2 eram negociados a R$ 10. Os jogos não ficam armanezenados no local, mas fora do novo centro de compras.

    – Pode dar apreensão e multa – justificou o vendedor, ao comentar a tática de não manter os produtos proibidos dentro do Camelódromo.

    Depois de receber o dinheiro, um segundo ambulante saiu em direção à Rua Voluntários da Pátria e retornou com um CD falsificado do jogo Need For Speed. Estrategicamente, o pacote com a mercadoria foi colocado pelo vendedor diretamente na bolsa carregada pela equipe de reportagem.

    Produtos adquiridos no Paraguai – e que extrapolam a cota de isenção de impostos de US$ 500 para compras em Ciudad del Este – também são negociados no centro de compras. Uma das bancas pedia R$ 1,8 mil por um videogame PlayStation 3, de última geração. O camelô explicou que outra pessoa faz a travessia na Ponte da Amizade, mas não revelou como. Aos clientes, ele promete arranjar até nota fiscal.

    – Consigo nota se tu quiser, mas não sei se vai ficar o mesmo preço – disse.

    O diretor de fiscalização da Smic, Leo Antonio Bulling, garantiu que os produtos piratas terão “tolerância zero” no centro de compras. A Brigada Militar prendeu à tarde um homem que tentava vender medicamentos no local. Ele foi denunciado pelo próprios camelôs. Foram encontrados cerca de 180 compridos contra impotência sexual.


    Tire suas dúvidas

    POR QUE O CAMELÓDROMO É IMPORTANTE?

    Porque é a principal alternativa para acabar com o crônico entupimento das vias centrais, provocado pela presença de bancas de ambulantes, sobretudo na Praça XV.

    POR QUE A INAUGURAÇÃO DEMOROU?

    As obras começaram em 17 de setembro de 2007, embora o início fosse previsto desde o início do governo Fogaça, em 2005. Houve demora maior do que o esperado para a licitação. Ocorreram também problemas de infiltração no prédio, o que impediu que fosse concedida a licença de habitação. Para evitar transtornos para os camelôs na época de maior movimento, a inauguração foi adiada no final do ano passado. Por último, o Ministério Público vetou a inauguração, sem que fossem concedido o habite-se e a autorização do Corpo de Bombeiros, que saiu na semana passada.

    QUAIS CAMELÔS SERÃO TRANSFERIDOS PARA O LOCAL?

    Apenas os que estavam numa lista de interessados, elaborada pela prefeitura. Foram para o Camelódromo ambulantes que estavam na Praça XV e nas ruas Marechal Floriano e Vigário José Inácio.

    O EMPREENDIMENTO É UMA ALTERNATIVA PARA A CIRCULAÇÃO DE PESSOAS NO CENTRO?

    Sem dúvida. Agregada ao Camelódromo virá a reabertura de algumas vias, com mais circulação de veículos e de gente no Centro. O objetivo é devolver a vida noturna á área central.

    SERÁ MAIS SEGURO VISITAR O CENTRO?

    Sempre é mais seguro, na medida em que o Camelódromo é uma área fechada. A volta da circulação de carros no Centro pode dar mais segurança à região.

    OS CAMELÔS SOMEM DAS RUAS DO CENTRO?

    A promessa da Smic é de que eles não poderão ficar no Centro, apenas no Camelódromo. Os artesãos poderão continuar vendendo objetos na Rua da Praia, desde que comprovem que são eles que confeccionam os produtos.

    PRODUTOS CONTRABANDEADOS PODERÃO SER VENDIDOS?

    Não, mas a Smic ressalta que mercadoria importada não é contrabando. Se o camelô se dispõe a pagar R$ 40 de impostos de importação para trazer do Paraguai um objeto, isso é compra legal e não descaminho.

    QUAL É O DESTINO DA PRAÇA XV?

    Parte dela será reservada a estacionamento rotativo de veículos, uma Área Azul com 37 vagas, fiscalizada pela prefeitura. Uma outra parte será destinada à colocação de mesas dos bares do Mercado Público e de estabelecimentos comerciais, como o Chalé.

    O QUE MUDA NO TRÂNSITO NA ÁREA CENTRAL?

    Será reaberta a circulação de automóveis nas imediações da Praça XV, especialmente nas ruas Otávio Rocha e José Montaury. Será possível atravessar a Borges pela Montaury, chegando até a Otávio Rocha.

  • #74
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    Zero Hora
    10 de fevereiro de 2009 | N° 15875

    Milhares de visitantes no primeiro dia

    Não houve festa nem banda na inauguração do Camelódromo. A estreia, extraoficial, aconteceu quando o titular da Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), Idenir Cecchin, comprou por R$ 25 um pen drive vendido pela ex-ambulante – agora, comerciante com ponto fixo – Pedra Porto Lopes, 50 anos. Pedra atuava desde 1978 numa banquinha da Praça XV, vendendo eletrônicos, e confessa estar apreensiva.

    – Estou com muito medo de perder a antiga clientela, mas agora está feito – diz a vendedora, que ainda não tem nota fiscal, mas promete o talonário "para hoje".

    Cecchin tratou de tranquilizar os camelôs, lembrando que só eles possuem licença para atuar no Centro e que agora poderão vender com nota fiscal.

    – Excetuado o Camelódromo, o Centro virou área vetada para ambulantes. Ninguém tem permissão para vender na rua, e a Polícia vai ajudar a fiscalizar, bem como a pirataria, dentro ou fora do Centro Popular de Compras – discursou Cecchin.

    Até o momento, a promessa do secretário se concretizou. Os ambulantes não compareceram à Praça XV ontem, tampouco nas ruas Marechal Floriano, Vigário José Inácio e Avenida João Pessoa, conforme constatou Zero Hora.

    A Smic apreendeu bancas e mercadorias em duas outras áreas do Centro, as Praças Oswaldo Cruz (próxima à Rua Voluntários da Pátria) e Campos Salles (em frente à Santa Casa de Misericórdia). Na Rua da Praia, artesãos aguardam com expectativa seu destino. A próxima fiscalização da prefeitura é ali.

    – Prometeram que a venda de artesanato será permitida, desde que a gente mesmo faça os objetos – diz o presidente da Associação de Artesanato da Praça da Alfândega, Sérgio Meira, que faz bolsas de couro.

    O gerente do Camelódromo, Noedi Casagrande, estima que 100 mil pessoas visitaram o centro de compras no primeiro dia.

  • #75
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    Blog Polibio Braga
    10 de fevereiro de 2009


    Saiba como Porto Alegre livrou-se dos camelôs

    O peso da economia informal pode ser melhor medido em Porto Alegre desde que começou a funcionar, nesta segunda-feira, o Camelódromo (Centro Popular de Compras), porque os 800 camelôs que se mudaram para os 8 mil m2 de construção, poderão faturar alguma coisa como R$ 90 milhões este ano.

    . Não é pouco.

    . O editor foi conversar nesta terça-feira a tarde com o idealizador e realizador do empreendimento, o secretário da Smic, Idenir Cecchin, porque em apenas dois dias ficou claro que é um sucesso o Camelódromo. No primeiro dia, passaram por ali 100 mil pessoas. Como se sabe, Porto Alegre possui 1,3 milhão de habitantes (3,5 milhões na Grande Porto Alegre).

    . “Estão faturando, sim, e bem”, disse Idenir Cecchin ao editor. Na praça da alimentação, somente uma lancheria vendeu 700 sanduíches de mortadela paulista, ao preço de R$ 6,00 cada.

    . O prefeito José Fogaça resolveu um problema de 250 anos. Não há mais camelô na cidade. As exceções são os personagens que povoam qualquer metrópole. A lei autorizativa anterior, foi substituída por uma lei proibitiva, dura e implacável.

    . O CPC saiu em tempo recorde. Há três anos, 17 empresas participaram da licitação para a obtenção da concessão de uso. A Verdi Construções, de Erexim, venceu a disputa. Investiu R$ 25 milhões na obra. Os empreendedores vão se remunerar via pagamento de R$ 100,00 por m2 locado. Os estandes dos camelôs possuem 4 m2 de área. A maioria gastava mais do que isto quando estava na rua.

    - Além de ter destravancado as ruas e libertado o comércio de rua, o Camelódromo permitirá a revificação da zona central. É o que começará a ser feito imediatamente, com ênfase para as regiões do Mercado Público e da Praça da Alfândega.

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